Tuesday, 26 October 2010

PADRE DANIEL MARET


                 Padre Alejandro Rivero, Padre Daniel Maret e Padre Anibal Götte

Sábado, 26 de Dezembro de 2009

Muitas saudades do padre Daniel Maret!!!

Como estamos a celebrar o ano sacerdotal, hoje gostaria de, uma vez mais, e agora mais longamente, vos falar de um grande sacerdote; um sacerdote que, além de nos merecer todo o mesmíssimo respeito que dedicamos aos restantes sacerdotes do Altíssimo, ainda é digno de toda a estima, admiração: o padre Daniel Maret.

Hoje estou muito saudosista e, por que não confessar?, até algo triste. Tenho, efectivamente, muitas saudades do padre Daniel. Por todos os motivos e mais alguns. E à medida que o tempo passa, as saudades são maiores.

O padre Daniel Maret – e isto atestam-no todos os fiéis da Fraternidade em Portugal – é realmente um sacerdote extraordinário, muito, muito fora do comum, exemplo de santidade já em vida. Se este santo sacerdote não for exemplo de santidade, então, muito sinceramente, não sei quem o possa ser… Gostaria que algum fiel da FSSPX em Portugal comentasse este post, para atestar da veracidade de tudo quanto aqui afirmo.

Publico hoje esta pequenina mensagem, que pretende ser a expressão da minha mais sincera homenagem a este grande sacerdote, também porque este blog é muito lido no Brasil, e assim os meus caríssimos amigos brasileiros saibam do que aqui se fazia, e possam dar o devido valor ao sacerdote que agora têm consigo. O padre Daniel é uma bênção, uma dádiva dos céus, um verdadeiro dom de Deus à Sua Igreja e à Fraternidade de São Pio X.

Não se deduza daqui que o actual sacerdote, prior do Priorado de Lisboa, seja de algum modo um mau sacerdote – Deus me livre de dizer tal coisa! Não, nem pensar, muito pelo contrário.

Escrevo hoje sobre o padre Daniel porque, que me recorde, ainda não o tinha feito com a riqueza de detalhes que gostaria de vos dar, a fim de que possam apreciar a bondade daquele coração sacerdotal. E, sobretudo, como disse acima, para ficar aqui, neste blog que hoje faz dois anos, a expressão sincera da minha gratidão, e todas as homenagens de que possa ser capaz, a um sacerdote que tanto e tão bem sabia compreender as necessidades espirituais – e tantas vezes também temporais - de todos e de cada um dos seus fiéis.

O padre Daniel Maret, ex prior do Priorado da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X em Lisboa, estava sozinho em Portugal, a desenvolver o seu apostolado. Era, portanto, o único sacerdote da FSSPX destacado para Portugal, país que, por justiça, teremos que admitir que tem poucos fiéis.

Este santo sacerdote, incansável, firme, de uma grandeza de alma inigualável, que estava sozinho em Portugal, fazia esforços sobre-humanos, realmente fora do comum, para que os poucos fiéis tivessem com a máxima frequência possível a Santa Missa celebrada por um sacerdote da FSSPX.

Nunca, nunca um fiel da Fraternidade se via obrigado a ir assistir a uma Missa Eclesia Dei, se o não desejasse; porque o padre Daniel, vencendo as suas próprias forças, não permitia que tal acontecesse. Estava sempre, sempre disponível, a qualquer hora do dia, para celebrar a Santa Missa, fosse onde fosse.

Pouco dormia – alma adoradora e eucarística, passava longas horas da noite em adoração profunda ao Santíssimo Sacramento -, pouco comia – praticava a mortificação na alimentação, e isto atesto-o porque várias vezes tive o prazer de o receber para jantar na minha humilde casa -, muitos esforços físicos fazia. Deslocava-se, sempre sem se queixar, sempre com um sorriso encantador, de um extremo ao outro do país, para que um só fiel tivesse a Santa Missa de sempre.

Portugal é um país relativamente pequeno, para quem o vê de fora e, sobretudo, para quem vive noutro, infinitamente maior. Mas, nós portugueses que cá vivemos, sabemos que, de Lisboa a Fátima, por exemplo, ainda são duas horas; de Fátima ao Porto outras duas; de Lisboa a Évora são três; e de Lisboa a Espinho igualmente três, aproximadamente.

Ora o padre Daniel – tão querido por todos nós fiéis da FSSPX de Portugal, sacerdote que deixa muitas saudades e que tem aqui muitos amigos e defensores acérrimos – era capaz de andar quilómetros, no mesmo dia, para que apenas uma, uma!, Pessoa tivesse a Santa Missa. O padre Daniel deitava-se tardíssimo, pela adoração a Jesus sacramentado; levantava-se cedíssimo, comia pouquíssimo e ainda fazia estes esforços tão grandes por amor à Santa Igreja, à Santa Missa e a cada uma das almas que estavam confiadas ao seu apostolado.

De uma grande, enorme, bondade, nunca, nunca lhe ouvi uma palavra mais áspera, azeda – nem sequer às legítimas autoridades romanas. Sempre muito, muito respeitoso do Santo Padre, criticava muito o zelo amargo. Sabia muito bem distinguir ideias erradas a combater, de pessoas erradas a amar e respeitar. Uma bondade muito difícil de exprimir com palavras. E combatia com todas as forças o mistério da iniquidade e o modernismo na Igreja. Um grande exemplo de santo e piedoso sacerdote, portanto.

Por fim, permitam-me só deixar aqui dois exemplos que ilustram muito bem o apostolado deste santo sacerdote, justamente chamado de novo São João Maria Vianney. Um santo, mas santo a valer:
1 Na noite de Natal do ano transacto, o padre Daniel celebrou a Santa Missa no priorado de Lisboa, à meia noite em ponto do dia 24. Eu estava lá, ninguém me contou.

Ao terminar a Santa Missa, lá para a uma e meia da madrugada do dia 25, com aquele sorriso que lhe é característico, recebeu os fiéis que se encontravam, sentou-os todos à mesa, para conviverem entre si e comerem alguma coisa rsrsrs. E ele, comeu? Não. Enganou o estômago, que é muito diferente. Fingiu que comeu rsrsrs. E porquê? Porque queria ir dormir? Porque estava cansado? Não. Porque queria estar em Fátima, às oito da manhã, para celebrar a Santa Missa para os pouquíssimos fiéis de lá. Por uma só alma, para que uma só alma tivesse a Santa Missa, ele dava a volta ao mundo se preciso fosse. Por amor a esta bendita Missa, o padre Daniel fazia esforços completamente sobre-humanos.

Obviamente, e como não podia deixar de ser, ia a Fátima, celebrava a Missa e teria de regressar a Lisboa a correr, para a Missa do dia de Natal de manhã! Eu estava lá, eu vi. Ao terminar a Missa de Lisboa, esta às onze e meia, ainda enganou o estômago mais uma vez, para depois se deslocar para outra localidade do país, que agora muito sinceramente não me recordo, a fim de lá celebrar outra Missa.

2 Segundo exemplo: o amor deste santo sacerdote pelas almas e pela Missa era tão grande que ele nunca se prendeu a essa idiotice de «não há salvação fora da Fraternidade», idiotice essa que vemos repetida ad nauseam em alguns sectores ultra-radicais da FSSPX. Eu gostava – e gosto – muitíssimo do padre Daniel porque, entre muitíssimas coisas, tinha grande senso de catolicidade. Sempre muito leal à sua Fraternidade, sempre muito zeloso cumpridor dos seus deveres como sacerdote da FSSPX, ele não limitava o campo de acção da Tradição Católica em Portugal, exclusivamente à Fraternidade de São Pio X. Falava sempre com muito respeito, até daqueles que, sabemos, são modernistas de marca maior. Não dá para descrever a santidade deste homem com palavras!

Prova do que afirmo foi o que ocorreu na Páscoa do ano transacto. Não me lembro já se foi no Fratres in Unum ou noutro blog católico tradicional, sinceramente não me recordo, que alguém me chegou a pedir que eu não me esquecesse de dar mais informações, dada a novidade do que se estava a passar em Portugal; algo que, até à data, não tínhamos visto ocorrer noutras capelas da Fraternidade noutros países.

Ao ter a certeza absoluta de que não poderia assegurar as cerimónias da Páscoa tanto em Lisboa quanto em Fátima – também não podia multiplicar-se mais do que o que habitualmente já fazia! – o padre Daniel fez algo que jamais esquecerei e que vem confirmar que nele havia muito senso de catolicidade: decidiu assegurar as cerimónias todas em Lisboa e ceder, a um sacerdote diocesano (em 'plena comunhão') a capela da Fraternidade em Fátima, para que este último se encarregasse das cerimónias tradicionais naquela localidade.

No Natal já tinha ido a Lisboa, por isso decidi ir a Fátima na Páscoa. Lá, encontrei-me com o meu amigo Hugo Pinto Abreu, com o JSarto – absolutamente encantador! –, com uma senhora francesa muito combativa da Tradição - igualmente encantadora!!! fiquei na casa dela estes dias - e com mais quatro ou cinco pessoas combatentes e firmes da Tradição em Portugal. E, nessa Páscoa, só tive Missa Tridentina porque o padre Daniel teve a presença de espírito de deixar as cerimónias tradicionais a cargo do excelente sacerdote diocesano padre Mário da Cruz. De contrário, e uma vez que dificilmente me poderia deslocar a Lisboa, ficaria sem Missa de sempre, já que o padre Daniel não poderia deslocar-se a Fátima; ser-lhe-ia humanamente impossível, dado que devia assegurar todas as quatro cerimónias em Lisboa.

Nada mais posso acrescentar deste grande sacerdote. O que contei foi o que vi; o que dele penso é o que pode pensar quem o conhece e quem o ouve falar. Calmo, bondoso, firme no combate, sem zelo amargo, muito respeitoso das autoridades – nunca das suas ideias erradas -; foi assim que me ensinou a posicionar-me na vida. E é com este grande exemplo que nos deixou que pretendo continuar a caminhar.

Quando lhe perguntei sobre coisas banais como se as mulheres podiam ou não trabalhar fora de casa, algo por que tenho sido bem crucificada por sectores ultra-trads (aqui o termo é mesmo pejorativo, porque tais pessoas são uma vergonha para a Tradição Católica e põem a causa da Tradição na lama), deu-me a resposta que tranquilizou o meu coração inquieto. Mais tarde, esta resposta que dele recebi foi confirmada pelo padre Mário Trejo, superior do distrito da Fraternidade no México, quando longamente com ele conversei ao telefone.

Ele desdobrava-se em 10, em 100, em 1000 para que todos os fiéis tivessem a Santa Missa. Não importava o quanto tivesse de andar, o que tivesse de suportar, tudo era para bem das almas e maior glória de Deus.

A mim, chegou, muitas vezes, a trazer-me a Braga - uma hora de viagem - depois da Santa Missa em Espinho. O comboio (os brasileiros diriam trem) era só à meia noite e eu teria de esperar muito lá para regressar a casa. Então o padre Daniel trazia-me, jantava comigo e regressava duas ou três horas depois do jantar, depois de uma sempre agradabilíssima conversa sobre os mais variados assuntos: desde os meus estudos e actividade profissional, até à crise na Igreja, passando por dúvidas acidentais da minha mãe em matéria de fé.

Uma longa ladainha, um longo rosário de elogios poderiam ser feitos à magnífica actuação apostólica deste grande sacerdote em Portugal. Contento-me, tão-somente, em acrescentar que as saudades são muitas.

Escrevo isto hoje aqui, não só em meu nome, mas em nome de todas as pessoas com quem conversei ontem em Fátima e que, algumas entre lágrimas, o recordaram emotivamente e com muito carinho e amizade.

Sei que não me lê, mas se por acaso alguém lhe puder transmitir: padre Daniel, a Tradição Católica em Portugal ficou muito mais pobre sem o senhor. Temos um excelente sacerdote, o padre Anselmo (que agora está num retiro, rezemos por ele!), mas com outras características, com outras obrigações. Um excelente sacerdote, mas que não consegue estar em todos os lugares, como é humanamente compreensível. Com todo o muito respeito que tenho por todos os meus queridos sacerdotes da minha muito amada Fraternidade: padre Daniel Maret só houve um.

Dia 24 e 25 estive em Fátima, fui a duas Missas tradicionais, na comunidade Ecclesia Dei das irmãs Franciscanas da Imaculada. Não houve Missa da Fraternidade lá, em nenhum dos dois dias.

E como é mais do que evidente, à Teresa Moreno, ninguém convence – falo dos ultra-radicais – a deixar de ir a uma Santa Missa, só porque esta não é oficiada no seio da FSSPX. Muito lindas, por sinal, as Missas das Franciscanas da Imaculada, comunidade em 'plena comunhão' com a Sé apostólica.

Amigos brasileiros, estimem muito esse tesouro que aí têm e que deixa muitas saudades aos fiéis portugueses. Que Deus o cumule de bênçãos e Maria Santíssima o cubra com o Seu manto sacratíssimo.

Rezo muito, todos os dias, por todos os sacerdotes tradicionais. Como não sou extremista e tenho senso de catolicidade, rezo muito por todos, mesmo os que fazem parte de outras comunidades que não a Fraternidade, desde que sejam sacerdotes 100% tradicionais. O espírito de partidismo, do eu sou de Paulo e tu és de Apolo, não é para mim. Já foi, mas jamais voltará a ser.

Obviamente, como fiel da Fraternidade, rezo fervorosa e muito devotamente pelos nossos sacerdotes da FSSPX e para que Deus envie um grande número de santas vocações para a Fraternidade. Muitos, bons, firmes, combativos e piedosos sacerdotes para a Tradição, particularmente para a Fraternidade, reduto mais fiel e sem desvios da resistência católica.

Voltando ao tema do post, em meu nome e no de todos os fiéis da Fraternidade em Portugal, especialmente os que não podem expressar-se pela internet e os que estiveram em Fátima este Natal, o nosso muito obrigado, do mais fundo do coração, ao padre Daniel, pelo muito que fez pela Fraternidade, pelo apostolado, pela Santa Missa e pela santificação das almas em Portugal.

Viva o padre Daniel Maret!!!


em 12/26/2009 10:02:00 PM 18 comentários

 Marcos Jodas disse...
Viva o padre Daniel Maret!!!

Excelente texto. Parabéns Teresa.

In Cor de Jesus et Mariae semper,

Marcos Jodas

Sábado, 26 Dezembro, 2009
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Magdalia disse...
Oi Marcos,
antes de mais, um Santo Natal para vc, meu caríssimo e distante amigo!

Posso escrever-lhe para o e-mail do msn? Estou a dever-lhe um e-mail elaborado, mas, entretanto, por negligência minha, perdi aquele e-mail que vc me enviou um dia. Por isso não sei se era outro ou se o mesmo que vc usa no msn. Posso escrever para ali, para o e-mail do msn?

Um grande abraço e fique sempre com a Santíssima Virgem!

Sábado, 26 Dezembro, 2009

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JSarto disse...
Teresa, corroboro em absoluto o retrato que faz do Senhor Padre Daniel Maret. Embora este a uma primeira vista ou a uma pessoa menos prevenida pudesse parecer algo trapalhão na forma de se expressar e até de ser, a verdade é que se tratava de um sacerdote de uma ortodoxia indiscutível, infatigável no exercício das suas funções e de uma disponibilidade absoluta para com os fiéis e o bem estar espiritual destes. Apesar de ter exercido as suas funções no nosso país em circunstâncias dificílimas, sobretudo nos últimos quatro dos oito anos que por cá passou, já que então esteve só e sem o auxílio de qualquer outro sacerdote, ainda assim não deixou de fazer muito pela expansão em geral da causa da tradição e em especial da Missa tradicional. Noutras circunstâncias e com outro apoio dos seus superiores teria certamente feito ainda mais. Por tudo isto, e também pelo muito que me ajudou a crescer em matéria espiritual, reitero aqui publicamente o meu agradecimento ao Senhor Padre Daniel Maret!

Domingo, 27 Dezembro, 2009
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Captare disse...
Cara Teresa, Laudetur Dominus!

Que belíssimo testemunho! Não posso deixar, ao ler a descrição do zelo do Pe. Maret, de me lembrar de São Pedro de Alcântara, tanto pela mortificação quanto pelo zelo de viajar muito para cuidar de suas ovelhas.

Num ambiente turbulento como é o Brasil, e no tempo em que vivemos, onde Roma abriu as portas ao debate teológico com a FSSPX, com certeza a presença de um sacerdote como o Pe. Maret é algo providencial.

Pax et Salutis

Domingo, 27 Dezembro, 2009
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Magdalia disse...
Caro amigo JSarto,
é verdade. O padre Daniel parece, à primeira vista, algo trapalhão! looool eu mesma tive essa sensação, da primeira vez que estive com ele. Mas também, desde a primeira vez, vi que se tratava de uma pessoa de grande bondade e ponderação.

Esqueci-me de dizer no post que outra das actividades de apostolado dele era a escrita. Traduziu - e publicou alguns deles - vários livros da Tradição, outros ficaram por corrigir. Também havia pouquíssimas pessoas para o trabalho das correcções dos compreensíveis erros de português do senhor padre, pelo que não puderam ser editados todos os livros que o bom sacerdote gostaria.

Eu ainda fiz alguma coisita, mas foi muito pouco para aquilo que gostaria de ter feito.

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rezemos pelas discussões! Aceite-se o que pode ser aceite, respeite-se o magistério, rejeite-se o muito que há a rejeitar firmemente e corrija-se o que, por ser ambíguo, ainda pode ser salvo.

Abraço a ambos!

Domingo, 27 Dezembro, 2009
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Marcos Jodas disse...
Olá, Teresa.

Um Santo Natal para você e para sua mãe. Grato e honrado pelo "caríssimo e distante amigo"!

Sim, o e-mail do msn é o meu único e-mail , salvo claro o corporativo faço isto para não complicar as coias, pois prefiro juntar os amigos em único espaço...rsrsrs...sou
meio comodista...rsrsrsrs...

In Cor de Jesus et Mariae semper,

Marcos Jodas
Domingo, 27 Dezembro, 2009
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Magdalia disse...
Marcos, como vc n usa conta google, deu para fazer o que vc me pediu! Bastou só retirar algumas coisinhas da mensagem a publicar, copiar e colar em seu nome. Mas, caso usasse conta google, n saberia como fazer rsrsrs.

Grande abraço e, mais logo, sem falta, escrevo-lhe qq coisinha por e-mail.

Abraço

Domingo, 27 Dezembro, 2009
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Marcos Jodas disse...
Olá, Teresa (novamente, eis me aqui)...rsrsrs

Já que a senhorita perdeu o primeiro e-mail que te enviei, eis que eu ainda o guardei...rsrsrs...
et voit là:
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Prezada Teresa,
Salve Maria!
Como vai você? Espero que esteja bem!
Parabéns pelos excelentes textos destes seus novos blogs, porém na minha humilde opinião, você poderia incluir os textos de ambos os blogs apenas no “Tradição Católica”, pois bem, então vi me obrigado a tornar-me leitor assíduo de mais dois novos blogs ( obrigado, enfim forçado pela inteligência...rsrsrs). E para os mais machistas ouso indicar o blog “A dignidade da mulher católica”, pois é excelente. Ressalto aqui o excelente texto "Aprender a amar de verdade", pois este é uma ótima reflexão tanto para homens como para as mulheres. Isto apenas para mencionar um dos textos e não obstante os demais são de igual excelência.
Na última terça - feira, 15 de setembro, após a Missa da Solenidade das Sete Dores de Nossa Senhora, lembrei-me de ti, pois estava a conversar e claro a tomar um delicioso café com o Padre Daniel Maret, aliás uma excelente e longa conversa, na qual trocamos algumas palavras em alemão, fizemos um pequeno tratado verbal sobre a influência do gnóstico e cabalista Jacob Boheme nas composições de Johann Sebastian Bach, aliás influência esta que é possível perceber na melancolia desesperadora em algumas obras de Bach em especial na Paixão segundo São Mateus e na Oferenda Musical.
Aliás, o Padre Daniel Maret, possui uma inigualável figura paterna, um homem de grande inteligência, humildade, piedade, enfim um sacerdote ungido pelo Altíssimo. Claro que os padres Alejandro e Aníbal (por este último, ouso mencionar que nos tornamos grandes amigos) também são excelentes sacerdotes, porém a figura paterna do padre Daniel é algo muito marcante, enfim um santo homem.
Ah... sim, em minha próxima conversa com o padre Daniel, posso mandar lembranças de vossa parte?
Não sou profícuo na arte de escrever, mas sou profícuo na arte de ler seus ótimos textos e para não tornar-me maçante, por hoje é só, that´s all folks. :^)
Certamente e assim espero esta seja a primeira de muitas mensagens, pois é sempre bom escrever aos amigos.
Um grande abraço e que Nossa Senhora do Rosário de Fátima zele sempre por você e por sua mãe.
Um grande abraço deste amigo da distante Terra de Santa Cruz.
In Cor de Jesus et Mariae semper,
Marcos Jodas
Domingo, 27 Dezembro, 2009
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Anónimo disse...
Louvo este blog pelo trabalho que faz. Tenho de apelar à Teresa que continue o seu imenso trabalho de apostolado, a fim de que a Fraternidade possa crescer em portugal, para bem da Igreja e das almas. Cara Teresa, apoie o mais que puder o novo sacerdote da Fraternidade que está em Portugal. Para quando um local no Porto fixo? e a Igreja para Lisboa, num sítio mais concorrido? E o site da Fraternidade??? Teresa, leva estas ideias, e com oração e sacrifício, a Fraternidade conseguirá expandir-se.

Um bem haja

Domingo, 27 Dezembro, 2009
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Ancien Régime disse...
Confirmo que o sr. Padre Daniel Maret foi um sacerdote infatigável na causa da Tradição em Portugal, na instrucção dos fiéis e na santificação das almas a seu cuidado.

Tinha, de facto, uma disponibilidade fora do vulgar e uma afabilidade tal que era capaz de cativar o mais duro dos corações. Com certeza que todos nós sentiremos a sua falta, especialmente os fiéis que frequentam as capelas da Fraternidade.

Agora, resta-nos desejar-lhe a melhor das sortes para o seu apostolado no Brasil e apoiar o sr. Padre Anselmo. É isso que o sr. Padre Daniel deseja.

Domingo, 27 Dezembro, 2009
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Magdalia disse...
Ora nem mais! Isso mesmo, apoiar o padre Anselmo, que também é um excelente sacerdote. Agora está num retiro, quem está no priorado esta semana é o superior de distrito.

Domingo, 27 Dezembro, 2009
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Anónimo disse...
Olá Teresa.
Regressados às nossas casas após as celebrações de Natal em Fátima quero aqui publicamente agradecer a agradável companhia que a Teresa e a sua mãe nos fizeram a todos nestes dois dias inesquecíveis em Fátima. De tudo, recordo principalmente a Missa da meia-noite e os cânticos "com voz de anjo" das Irmãs Franciscanas da Imaculada.
Para quem não sabe, todos os dias o Sr. Padre André (brasileiro) celebra a Santa Missa Tridentina nesta Capela. É portanto o único local em Portugal em que é celebrada diariamente a Santa Missa de Sempre.

Teresa. Tenho pena de não termos conversado mais. Fica para uma próxima oportunidade.
Mas já sabe, para a próxima pode levar a gatinha e ficar uma semana. Se nos encontrarmos lá novamente, ofereço-me desde já para ser o seu motorista particular.

Sobre o Sr. Padre Daniel Maret, o que dizer mais? Confesso que me converti à Tradição não só pela riqueza e rigor do Rito, mas sobretudo pelo exemplo do Sr. Padre Daniel.
Ele é sobretudo Padre, é verdade. Mas é também jardineiro, pedreiro e carpinteiro. Ele próprio cultiva os seus "chás".
Eu assisti a vários "episódios" de como ele tem um grande respeito pelas coisas da terra (coisas criadas por Deus). Conto só este pequenino "episódio".
Um dia estava o Padre Daniel a mostrar a mim e à minha mãe as suas plantas de chá em Fátima, quando a sua batina arrastou pela terra.
Ao nos levantarmos, reparámos que uma parte da batina tinha ficado cheia de pó.
A minha mãe, preocupada, disse-lhe:

- Sr. Padre, tem a batina SUJA!

E ele deu uma resposta, firme e conclusiva, que nos deixou em silêncio e que só poderia vir de um homem de Deus.

- Não é SUJO... é TERRA!

Acrescento ainda que só possível elogiar o Sr. Padre Daniel nas suas costas, porque se o tentarmos fazer na sua frente, ele, adivinhando o desfecho da conversa simplesmente desaparece, foge.
É o contrário de muitos padres modernistas que não perdem uma oportunidade para se envaidecer ou para dar nas vistas.

Rezemos pelo Sr. Padre Daniel mas rezemos principalmente pelo nosso actual Padre da Fraternidade, o Sr. Padre Anselmo.

Rezemos pela Santificação de TODOS os Sacerdotes, para que nem um se perca.
Rezemos sobretudo pelos maus sacerdotes seguindo o exemplo de Jesus Cristo quando disse:

- Eu não vim dar saúde aos sãos, mas aos que estão doentes!...


José Alberto Santos Costa.

Segunda-feira, 28 Dezembro, 2009
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Magdalia disse...
Querido amigo José Alberto,
como sabe, realmente gosto muito de si e da sua mãe - duas pessoas maravilhosas e integralmente católicas.

Tenho pena de não ter podido ficar mais tempo e, sobretudo, de não ter tido a oportunidade de conversar mais consigo. Teríamos tanto a partilhar da Tradição!

Ficará seguramente para uma próxima oportunidade, que essas não nos hão-de faltar.

Vou aproveitar a oferta para ser meu motorista particular! Merci!

Um grande abraço e fique sempre com a nossa Santíssima Mãe

Terça-feira, 29 Dezembro, 2009
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Magdalia disse...
Ahahaha já conversei com a minha querida madame Tarpin e ela disse que sim, posso levar a Lupita da próxima vez!
[Lupita=a minha gatinha...]

Terça-feira, 29 Dezembro, 2009
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Anónimo disse...
Cara Teresa,Salve Maria.
gostaria de parabenizá-la pelas postagens.Sempre espero as atualizações.Para nós aqui de São Paulo a vinda do Pe.Daniel foi uma graça enorme.

Domingo, 03 Janeiro, 2010
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Magdalia disse...
Oi anónimo,
seja bem-vindo!

Obrigada por ler, na verdade o blog anda muito muito desactualizado.

O padre Daniel é mesmo um sacerdote fora do comum, não que os outros não sejam bons, mas o padre Daniel é uma bênção dos céus em todo o lado que passa.

Abraço e bom 2010!

Domingo, 03 Janeiro, 2010
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Victor disse...
Pertenço à FSSPX aqui em São Paulo.
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Tenho um grande carinho por Portugal, esse pequeno país que se fez grande por sua história.
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Em minhas veias corre sangue português, fato que me é motivo de orgulho.
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Sobre o Pe. Maret, tenho que reconhecer que sua vinda ao Brasil foi algo maravilhoso. Ganhamos muito com sua presença.
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Também penso que o Padre Daniel é um exemplo de Santidade.
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É com muito carinho que recebemos esse adorável suiço que tem um agradável e leve sotaque português.
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Viva Cristo Rei
Salve Virgem Maria
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Victor Gonçalves

Quinta-feira, 28 Janeiro, 2010
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Olga Teixeira disse...
gostei mt do padre daniel. acredito que seja um santo, mas tnh k fazer alguma criticas... não aqui, obviamente.

abraço,
olga

Sábado, 30 Janeiro, 2010

Monday, 25 October 2010

PADRE FLORIANO ABRAHAMOWICZ EXPULSO DA FSSPX


Segundo imprensa, Fraternidade São Pio X teria expulsado Padre Floriano Abrahamowicz.

Integristas [sic] da Fraternidade São Pio X da Itália anunciaram sexta-feira a expulsão de Floriano Abrahamowicz, um padre que teve propósitos negacionistas e que considera que o Vaticano II foi “pior que uma heresia”.

O padre era responsável pela província do Nordeste da Itália para a Fraternidade.

Em 29 de janeiro Floriano Abrahamowicz, responsável da Fraternidade São Pio X para o Nordeste da Itália, tinha declarado que as câmaras de gás tinham servido para “desinfetar”. “Não saberia dizer se causaram mortes ou não porque não me aprofundei na questão”, acrescentava, fazendo alusão às câmaras de gás nos campos da morte nazistas.

“O Concílio Vaticano II foi pior que uma heresia, porque a heresia subtrai uma parte da verdade”, tinha ele igualmente afirmado na quinta-feira à rede de televisão Canale Italia.

“Há certo tempo Don Floriano Abrahamovicz exprimia posições diferentes daquelas da Fraternidade São Pio X”, indicou a Fraternidade num comunicado.

“A decisão da expulsão, por dolorosa que seja, se tinha tornado necessária para evitar uma deterioração posterior da imagem da Fraternidade e para que não fosse prejudicada sua obra a serviço da Igreja”, conclui o texto.

Fonte: Le Forum Catholique

Embora ainda não confirmado pela própria Fraternidade, outras fontes afirmam ter recebido o comunicado da mesma: 1, 2.


QUIEN VA A SUCEDER A WILLIAMSON?

En el seminario de La Reja ya piensan en un sucesor

Aunque dicen que Williamson está dispuesto a recapacitar, se especula con un reemplazante

La reafirmación de la posición de Richard Williamson, difundida a través de una revista alemana - Der Spiegel -, tomó por sorpresa a la comunidad lefebvrista en la Argentina. Pero no tanto a los superiores de ese prelado, a quien el Papa pidió el miércoles que tomara distancia de sus dichos sobre el Holocausto para integrarlo nuevamente a la Iglesia, de la que permanece excomulgado desde 1988.

"La entrevista con Der Spiegel fue concertada con acuerdo de sus superiores y el consejo de su abogado", dijo ayer a LA NACION una fuente inobjetable de la Fraternidad Sacerdotal San Pío X, que reúne a los seguidores del ultratradicionalista y cismático Marcel Lefebvre.

Según esa fuente, una vez que se difunda la entrevista completa otorgada por Williamson, "se verá con ojos muy distintos a quien desde hace dos semanas se presenta poco menos que como un monstruo". El obispo, dicen, "está dispuesto a recapacitar" su opinión y reconsiderar su punto de vista.

Durante la mañana de ayer un inusitado movimiento de sotanas llamó la atención de los fieles que acostumbran participar de la misa en latín de las 11.30 en el templo del seminario de La Reja, Moreno, que dirige Williamson desde hace cinco años.

Llegaron sacerdotes de distintos puntos del país. "Evidentemente, habrá algún anuncio importante que debe ser comunicado personalmente", dedujo uno de los asistentes.

Pero el motivo de ese encuentro extraordinario no trascendió los muros entre los que, en poco menos de tres semanas, retomarán sus estudios unos 25 jóvenes.

Antes o después, se esperan allí cambios en la dirección del seminario. Sus declaraciones a la televisión sueca sobre el número de víctimas del Holocausto y la negación del uso de las cámaras de gas para asesinar prisioneros provocaron uno de los peores dolores de cabeza a Benedicto XVI, empeñado en continuar el diálogo que comenzó su antecesor con la comunidad judía. Además, hizo peligrar el intento de la Santa Sede de reincorporar a la Iglesia a los seguidores de Lefebvre.

Cambios

Entre los allegados a la comunidad lefebvrista argentina especulaban ayer con la posibilidad de que, en lugar de Williamson, sea designado Alfonso de Galarreta, quien fue consagrado obispo por Lefebvre en el mismo momento que el británico.

Galarreta, actual superior de la Casa Autónoma de España, tiene 52 años, nació en España pero vivió desde niño en la Argentina. Estudió tres años en el seminario de La Plata y luego ingresó al de Econe, en Suiza. En el seminario de La Reja fue profesor y director durante pocos meses.

Antes de conocerse la ratificación de los dichos de Williamson se especulaba con que no correría la misma suerte que su ocasional defensor, el padre Floriano Abrahamowicz. Ese sacerdote, que era responsable del nordeste italiano, fue expulsado anteayer de la Fraternidad San Pío X por respaldar las afirmaciones de Williamson.

La situación de este último era distinta, decían aquí, porque a diferencia del sacerdote italiano el obispo británico había obedecido la indicación de no volver a hablar sobre el tema. La expulsión de Williamson de la Fraternidad sería una medida extraordinaria sin antecedentes.

Hasta el momento es muy común que los miembros se vayan por decisión propia de la organización a raíz de disidencias con el manejo de las relaciones con el Vaticano, el problema principal de los lefebvristas. La indisciplina o autonomía de sus integrantes es bastante tolerada. O lo era hasta ahora.

Domingo 8 de febrero de 2009

Silvina Premat

LA NACION



WILLIAMSON NO ES MUY POPULAR EN LA REJA

El mundo

Williamson se refugia en el seminario de La Reja

29.01.2009 | El obispo lefebvrista que negó la existencia de las cámaras de gas nazis guarda un mes de retiro y celebra misas en privado. La congregación continúa con su actividad normal. Los vecinos se mantienen al margen de la polémica.

La polémica entre el Rabinato de Israel y el Vaticano salpicó a la pequeña localidad de La Reja, donde se refugia el obispo tradicionalista británico Richard Williamson, excomulgado en 1988 por su fidelidad a Lefebvre y recientemente perdonado por el papa Benedicto XVI.

La tranquilidad de la localidad de La Reja, en el partido bonaerense de Moreno, se vio alterada en los últimos días por la presencia de periodistas interesados en conocer detalles del seminario dirigido por el obispo lefebvrista.

Williamson, que dirige el seminario de La Reja desde hace cinco años, sostuvo en una reciente entrevista con un programa de la televisión pública sueca que las cámaras de gas nazis no existieron nunca y que en los campos de concentración alemanes murieron unos "200.000 o 300.000 judíos", no seis millones, pero ninguno en cámaras de gas.

"Las evidencias históricas están inmensamente en contra de que seis millones de judíos murieran asesinados en cámaras de gas como parte de una política de Adolfo Hitler", agregó.

Oculto tras los muros de este complejo de arquitectura neocolonial ubicado en las afueras de La Reja, Williamson guarda un mes de retiro y celebra misas en privado, según el hermano Juan de Dios, el único miembro de la congregación que accedió a conversar brevemente.

El seminario, apuntó este joven francés, sigue con su actividad normal, ajeno a la polémica desatada por los comentarios de Williamson, que coincidieron con la decisión de Benedicto XVI de levantar la excomunión dictada en 1988 por Juan Pablo II a los seguidores del arzobispo cismático francés Marcel Lefebvre (1905-1991).

"Somos católicos y seguimos a la Iglesia de Roma. Ahora bajó la actividad porque la mayoría de los seminaristas está de vacaciones, pero seguimos ayudando al pueblo, aunque mucha gente ha venido aquí en estos días y deforma la realidad", añadió el sacerdote, que se negó a hablar sobre la controversia porque "tenemos instrucciones de no hablar con la prensa".

"Se tomó la decisión de no tener contacto con los periodistas", advirtió en tono mucho menos amistoso otro sacerdote de la congregación, que prohibió tomar imágenes del interior de la iglesia donde Williamson acostumbraba a celebrar misa.

NORMALIDAD

Apenas una docena de fieles acudió ayer a la ceremonia matutina, en su mayoría mujeres y niñas que, como exige la liturgia lefebvrista, vestían faldas largas y cubrían sus cabezas con pañuelos.

Ninguno de los feligreses accedió a hablar, siguiendo instrucciones del seminario.

"Todo está normal aquí, los fieles están ajenos a la polémica porque no ven la televisión", se limitó a comentar brevemente una monja de las Hermanas de la Fraternidad San Pío X, que se encuentra dentro del recinto.

La congregación lefebvrista de La Reja imparte clases en el seminario y cursos de formación, cuenta con un dispensario de comida y medicinas y nunca, según los vecinos, tuvo problemas con la comunidad.

"No son muy populares porque el pueblo no tiene mucho interés en ellos", apuntó un sacerdote católico de la parroquia de La Reja, distante apenas un par de kilómetros del seminario.

"Somos gente normal que no busca problemas", señaló Alejandro, un panadero lefebvrista que bautizó su negocio como El Angelus y que respeta fielmente las orientaciones de su iglesia y se niega a hablar con periodistas.

La mayoría de los vecinos de La Reja se mantiene al margen de la polémica porque apenas conocen a Williamson, como Rodolfo, el dueño de la gomería (recauchutados) a la que acuden los sacerdotes del seminario, que no sabía nada del tema hasta ayer.

"No sabía nada. Nadie me había contado y me extraña porque los sacerdotes vienen por aquí a arreglar los autos o me llaman para arreglar cosas en la casa", explicó.

Su vecina Isabel Valdés, que regenta una tienda en el pueblo en las cercanías del seminario, no salía de su asombro tras enterarse de la polémica.

"¿Pero estamos todos locos?", se preguntó.

"Si dijo eso (Williamson) tendría que irse", agregó Valdés, que acude ocasionalmente a las misas del seminario.

La mujer comenta que Williamson no es un personaje popular porque se limita a oficiar la ceremonia "pero no personaliza, no tiene contacto con los fieles". (EFE)


REMOVIERAN A WILLIAMSON DE SU CARGO


Polémica

El polémico obispo lefebvrista fue destituido como director del seminario de la Fraternidad San Pío X en la localidad de La Reja

Lunes 9 de febrero de 2009

 El obispo de la controversia,Williamson negó la existencia de las cámaras de gas; afirmó que murieron miles y no millones de judíos.

Silvina Premat

LA NACION


El obispo lefebvrista Richard Williamson fue removido de su cargo al frente del seminario que la ultratradicionalista Fraternidad San Pío X tiene en La Reja, Moreno. La expulsión de esa organización quizás haya sido reservada para el caso de que el prelado británico no acceda al pedido de tomar distancia de sus afirmaciones sobre el Holocausto, que le hizo el Papa el miércoles pasado.

La remoción del cargo que Williamson ocupaba desde 2003 se produjo tal como había anticipado LA NACION el 30 de enero, a pocos días de haberse difundido casi simultáneamente las noticias sobre el levantamiento de las excomuniones que pesaban desde 1988 sobre cuatro obispos, ordenados por Marcel Lefebvre, y las declaraciones de Williamson, uno de esos cuatro, a un canal de televisión sueco, en las que afirmó, entre otras cosas, que los nazis no habían asesinado prisioneros en cámaras de gas.

Esas declaraciones son el motivo principal de la medida comunicada ayer a LA NACION a través de un correo electrónico firmado por el superior del Distrito para América del Sur de esa fraternidad, el padre Christian Bouchacourt.

El escueto comunicado de Bouchacourt afirma que días pasados se relevó a Williamson del cargo que ocupaba y repite las afirmaciones del sucesor de Lefebvre, monseñor Bernard Fellay: "Las afirmaciones de monseñor Williamson no reflejan en modo alguno la posición de nuestra congregación [?]. Es evidente que un obispo católico no puede hablar con autoridad eclesiástica sino sobre materias concernientes a la fe y a la moral. Nuestra Fraternidad no reivindica ninguna autoridad sobre otras cuestiones".

Bouchacourt, de vacaciones hasta marzo en París, insiste en denunciar una supuesta manipulación de la entrevista de Williamson con la televisión sueca, tendiente a obstaculizar el acercamiento de los lefebvristas con el Vaticano. "Aun cuando reconocemos lo inoportuno de estos comentarios, comprobamos con tristeza que las acusaciones permanentes respecto a nuestra Fraternidad también tienen el fin manifiesto de desacreditarla", dice el comunicado.

Nada se dice sobre el reportaje que Williamson dio a la revista alemana Der Spiegel, en el que, como respuesta al pedido de retractación del Vaticano, el obispo dice que se tomará un tiempo para "estudiar las evidencias históricas".

Tomar distancia

En una nota firmada por el secretario de Estado del Vaticano, cardenal Tarcisio Bertone, se pedía a Williamson que tomara distancia en modo absolutamente inequívoco y público de sus posiciones relativas al Holocausto, desconocidas por el Santo Padre en el momento del levantamiento de la excomunión.

En ese texto, el Vaticano afirmaba que "la postura de monseñor Williamson sobre la Shoá es absolutamente inaceptable y firmemente rechazada por el Santo Padre".

Fuentes de la comunidad lefebvrista argentina admitieron a LA NACION que el alejamiento del cargo de Williamson pudo haber sido fruto de una dura negociación con el obispo. "La verdad es que es un hombre bastante inmanejable. Quizás acordaron su alejamiento del seminario a cambio de una dilatación de la retractación pedida por la Secretaría de Estado del Vaticano", dijo uno de los miembros de esa comunidad en la Argentina.

Sin sucesor designado

Quién reemplazará a Willliamson, de 68 años, al frente del único seminario en el que se estudia en castellano y uno de los seis que tienen los lefebvristas en todo el mundo, es una incógnita. Como informó ayer LA NACION, se menciona a Alfonso de Galarreta, que fue profesor y director del seminario durante algunos meses y hoy es superior de la Casa Autónoma de España.

Anoche, un vocero de la fraternidad lefebvrista en el país se excusó de no tener aún el nombre del reemplazante: "Si a uno se le está quemando la casa, lo importante es ubicarse en alguna casilla. Con el tiempo, verá donde vivirá". De lo que se deduce que aquí sienten el calor del "fuego" que provocaron las afirmaciones de Williamson.

En su blog dijo que "no esta muerto"

El obispo lefebvriano, Richard Williamson, que desató una fuerte polémica por sus declaraciones negacionistas del Holocausto, afirmó en su blog personal que "no está muerto, no se está muriendo ni jubilándose", tal como sostuvieron algunas versiones que circularon en las últimas horas. Williamson, que escribió la columna desde La Reja, desmintió la noticia de una presunta enfermedad hablando de sí mismo en tercera persona: "Debo señalar que Su Excelencia no está muerto, no se está muriendo ni jubilándose". En la publicación de anteayer del blog Dinoscopus, en el que el obispo publica una columna cada semana acerca de temas religiosos y culturales, Williamson no hace directamente referencia al conflicto, a la Shoá o a las cámaras de gas. En cambio, exalta la Sinfonía N° 3 de Ludwig van Beethoven, más conocida como "La Heroica".
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Cronología

SABADO 24 DE ENERO

Marcha atrás

El Papa anuló el decreto de excomunión a Williamson y otros tres lefrevristas. En noviembre, ante la televisión sueca había puesto en duda el Holocausto.

MIERCOLES 28 DE ENERO

Fuerte protesta

El Rabinato de Israel rompió relaciones con el Vaticano. Las voces en contra se repitieron en todo el mundo.

JUEVES 29 DE ENERO

Lamentable efecto

El titular de la Fraternidad Sacerdotal San Pío X, Bernard Fellay, desautorizó a Williamson y pidió perdón por sus palabras.

VIERNES 30 DE ENERO

Consecuencias

Williamson pidió disculpas al Papa por "las innecesarias angustias y problemas" de sus dichos. No se rectificó.

MIERCOLES 4 DE FEBRERO

Ultimátum

El Vaticano exigió una retractación "pública e inequívoca" al obispo. El Papa dijo que desconocía que Williamson tuviera semejante opinión del Holocausto.

SABADO 7 DE FEBRERO

No se retractará

Williamson declaró a la prensa alemana que sólo renunciará a su tesis sobre el Holocausto cuando conozca pruebas históricas.

UM SEMINARISTA PORTUGUÊS EM LA REJA

Um seminarista português em La Reja!

Sexta-feira, 13 de Março de 2009

O autor do blog Ascendens foi para o seminário de La Reja, Argentina.

São bem conhecidas de todos as minhas enormes diferenças com o Pedro mas, neste momento de particular importância na sua vida, não posso deixar de lhe desejar (embora ele não venha a ler, não tem Internet) as maiores felicidades.

Que Deus o abençoe e a Santíssima Virgem o guarde.

E que chegue a ser um santo sacerdote! Penso que, apesar das nossas diferenças com ele, todos lhe desejamos o mesmo.

Do fundo do meu coração, desejo que tudo lhe corra pelo melhor.

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em 3/13/2009 11:23:00 PM 2 comentários:

Luiz disse...

Se for o Pedro que penso, faço minhas as palavras de Magdália!

Que N. Senhora lhe proteja!

P.S.: Não há internet em La Reja?
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Sábado, 14 Março, 2009 Magdalia disse...
Luís, Salve Maria Santíssima!

Deve haver, sim. Um grande amigo dele - que é um grande amigo meu também - é que me disse que ele no momento está incomunicável. Provavelmente está em retiro, não sei.

Que Deus Nosso Senhor o cumule de bênçãos.

(e lhe dê algum juízo rsrs) Ao Pedro, claro.

Abraço

Sábado, 14 Março, 2009


Sunday, 24 October 2010

NUEVOS INGRESOS EN LA REJA

Sábado 27 marzo 2010 6 27 /03 /2010 03:00

NUEVOS INGRESOS EN EL SEMINARIO DE LA REJA

22 NUEVOS JÓVENES
ENTRARON EN EL SEMINARIO DE LA REJA

AÑO DE ESPIRITUALIDAD (EL PRIMER AÑO)



4 argentinos
1 portugués
1 mexicano

AÑO DE HUMANIDADES


5 brasileños
4 argentinos
3 mexicanos
2 colombianos
1 chileno
1 español

HAY CINCUENTA JÓVENES ESTUDIANDO
EN EL SEMINARIO:
¡RECEMOS POR ELLOS Y POR SU PERSEVERANCIA!

http://mexicoytradicion.over-blog.org/article-nuevos-ingresos-en-el-seminario-de-la-reja-47466483.html

ORDENACIÓN SACERDOTAL COMUNIDAD MISIONERA DE JESUS



Ordenación presbiteral de nuestro Superior

E l domingo 3 de octubre, siendo las 10 hs de la mañana en la Catedral de Ciudad del Este, Monseñor Rogelio Livieres Plano, Obispo de Ciudad del Este, ordenó a 10 diáconos, entre ellos, nuestro Superior General, Jorge Miguel Martínez Florentín, durante la celebración eucarística que contó con la participación de un verdadero gentío.

La alegría desbordaba nuestros corazones, pues tendríamos al primer sacerdote de nuestra comunidad. Dios nos da el mayor regalo que podríamos pedir y esperar en este mundo.

La majestuosa Catedral estaba muy bien ornamentada, reflejando realmente la fiesta que toda la Iglesia celebraba al recibir a diez nuevos Alter Christi, otros Cristos en la tierra. La solemne Misa duró dos horas. Al terminar, fuimos todos al Colegio Gimnasio del Saber donde los nuevos sacerdotes ordenados recibían a las personas con la bendición; dicha bendición, por ser impartida por un neo-presbítero, estaba enriquecida por la Iglesia con Indulgencia plenaria. Luego compartimos con ellos unos bocados conmemorando ese día memorable.

Contentos y felices, la Comunidad Misionera de Jesús acompañaba a su nuevo Presbítero, que fue homenajeado en la noche con un festejo en un conocido club de la ciudad junto con todos los miembros, familiares y amigos de la comunidad. A la vez que celebramos este acontecimiento, creímos oportuno para hacer el encuentro de las familias que teníamos programado para este año y el festejo por el día de nuestra Santa Patrona que fue el 1 de octubre.

Durante la noche hubo varios números artísticos de parte de miembros y amigos de la comunidad quienes con mucho entusiasmo ofrecían al Padre sus talentos con cantos y poesía. Era una noche realmente agradable, ya que compartíamos con nuestros seres queridos.

Agradecemos a todas las personas que de algún modo han compartido con nosotros este día que fue más que especial, y esperamos contar siempre con ellos en sus oraciones para que podamos cumplir con fidelidad la misión que Dios nos encomendó "Iluminar a los que viven en tinieblas y en sombras de muerte".



JESUS MARTA E MARIA - ESTAR SEMPRE OCUPADO

‘Lamento, mas não tenho tempo!’


“LAMENTO”, disse a senhora, “mas estou muito ocupada”. Um homem no mesmo quarteirão havia dito a mesma coisa. Embora muitas pessoas estejam realmente ocupadas quando os católicos as visitam nos seus lares, o que aquela senhora realmente quis dizer era: “Não acho que vale a pena gastar meu tempo com isso.” Raras vezes a pessoa está ocupada demais para aquilo que realmente quer fazer ou para algo que considera deveras importante.

Estaria a dona de casa “muito ocupada” se a pessoa à porta tivesse vindo para pagar uma antiga dívida? Então, por que rejeitar algo mais importante do que o dinheiro? Por que é a missão espiritual de menos importância do que a financeira? É o caso que a pessoa acha que o dinheiro é mais importante do que a paz e a vida, ou é que ela foi mal informada sobre a natureza, o objetivo e a importância da mensagem trazida pelos cristãos? Pode ser uma coisa ou outra, ou uma combinação das duas.

Nos tempos bíblicos, Jesus era bem-vindo no lar de Maria e Marta. Maria estava interessada nas coisas proveitosas que Jesus tinha a dizer, enquanto Marta se preocupava com outras coisas, “por cuidar de muitos deveres”. Ela até mesmo protestava que Maria não se atarefava junto com ela. Mas Jesus disse: “Maria . . . escolheu a boa porção, e esta não lhe será tirada.” No seu caso teria estado “muito ocupado” como Marta, ou igual a Maria, teria tido tempo para as coisas mais importantes? — Luc. 10,38-42.

Saulo, como muitos de hoje, fora mal informado sobre a atividade dos cristãos do primeiro século. Participara na perseguição deles e até teve parte no assassinato de Estêvão. Foi necessário um milagre cegador para lhe abrir os olhos espirituais à verdade. No seu caso, precisaria de tal choque para ver a importância da mensagem que os verdadeiros cristãos levam hoje aos lares das pessoas, iguais aos de há dezenove séculos atrás? — Atos 9,1-19.

Esta atividade está em harmonia com as instruções específicas de Jesus: “E este Evangelho do reino será pregado em toda o mundo, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” Além disso, ordenou especificamente que esta mensagem cristã fosse levada diretamente aos lares das pessoas: “Ao entrardes na casa, cumprimentai a família; e, se a casa for merecedora, venha sobre ela a paz que lhe desejais; mas, se ela não for merecedora, volte a vós a vossa paz.” “Quem vos escuta, escuta também a mim. E quem vos desconsidera, desconsidera também a mim. Ademais, quem me desconsidera, desconsidera também aquele que me enviou.” — Mat. 24,14; 10,12, 13; Luc. 10,16.

O próprio Jesus “viajava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e declarando o Evangelho do reino de Deus”. Sim, os cristãos do primeiro século evangelizam muito. Paulo explicou: “Não me refreei de vos falar coisa alguma que fosse proveitosa, nem de vos ensinar publicamente e de casa em casa.” Até mesmo depois de terem sido chibateados por esta atividade, “cada dia, no templo e de casa em casa, continuavam sem cessar a ensinar e a declarar o Evangelho a respeito do Cristo Jesus.” — Luc. 8,1; Atos 20,20; 5,42.

Às vezes, as pessoas com quem se fala dizem: “Muito obrigado, já estive hoje na igreja! Mas, não constitui isto tanto mais motivo por que deviam estar interessadas em falar sobre assuntos espirituais com alguém que se interessa neles? Se foram à igreja para aprender algo sobre Deus, e se aprenderam o que foram para lá aprender, então por certo devem estar interessadas em falar sobre o que aprenderam ali. E se não aprenderam nada que achassem bastante importante para falar sobre isso, então por certo precisam da mensagem que se lhes leva pela evangelização!

Muitos católicos (mormente os nominais) acham que somente ir à igreja, fazer o Sinal da Cruz, "assistir" à missa, já é o bastante. Mas se perguntamo-lhes sobre as leituras e sobre o Evangelho, muitas vezes não lembram do que foi dito nem sabem falar muita coisa sobre a homilia. Acham que é fácil um ficar lá na frente falando por eles a Deus. É mais cômodo. É fácil ficar sentado. Difícil é agir.

Conheço pessoas que se satisfazem somente com isto e olha que estou falando daquelas pessoas que vão à igreja. O leitor, o padre, não está falando ali somente por eles e a eles mas a Deus e ao povo. As leituras não são palavras ao vento ou lero-lero: são meditações para a vida, ações para a vida. Quantos católicos que vão à igreja não sabem nem grandes princípios do Catecismo nem das riquezas de sua Fé? São como aquela ilustração que imaginei de vários mendigos estropiados numa sala de jantar em uma mansão, estirando-se no chão, esfomeados, esticando o braço para alcançar alguma comida mas não podendo aproveitar daquelas riquezas em cima da mesa porque não sabem nem onde estão e da riqueza em volta deles. Assim são muitos católicos: estão na igreja, fisicamente, mas não sabem ou não tem noção da imensa riqueza da Fé e da Teologia Católica em volta deles e ficam mendigando outras coisas até fora da Igreja, como auto-ajuda, simpatias, ensinos e teorias que a Igreja suplanta.

A mensagem levada pelos cristãos é de máxima importância. É tão importante como foi a mensagem que os discípulos pregaram da mesma maneira durante o primeiro século. Lá naquele tempo, a mensagem era que Jesus era o Messias, ao passo que a mensagem hoje é que o Reino de Deus está aí e é preciso nos convertermos a Deus! Esta é a mensagem aguardada por todos os homens fiéis de Deus, especialmente visto que Jesus disse aos seus discípulos que aguardassem o estabelecimento do seu reino justo, que traria paz duradoura à terra.

Ao receber esta manhã (24/10) as cartas credenciais da nova embaixatriz da Eslovênia ante a Santa Sé, Simpática Marija Lovrencic Svetek, o Papa Bento XVI assinalou que a missão específica da Igreja Católica "em qualquer parte do mundo, é proclamar o Evangelho e levar a todos os seres humanos a salvação que vem do Senhor Jesus".

Esta é a mensagem que os católicos levam. Tal mensagem é fortalecedora e vital! Pode haver algo mais importante, mais digno do seu tempo? Os católicos (praticantes e que levam a fé à sério) também são pessoas ocupadas. Estão ocupadas trabalhando, sustentando a sua família e fazendo todas as coisas que também precisa fazer. Mas a sua convicção quanto à verdade destas promessas bíblicas é tão grande, que prontamente gastam seu próprio tempo, sem pagamento, para se preocuparem com a evangelização. Estão interessadas na sua pessoa. Está interessado o suficiente em si mesmo para escutá-las e examinar a mensagem delas, para ver se é verdadeira ou não? Não perde nada por fazer isso, e realmente tem tudo a ganhar!

A maioria toma tempo para as coisas que realmente deseja fazer, quer seja manter-se em dia com a atuação de seu time favorito de futebol, ler revistas ou às vezes uma novela, estudar publicações profissionais que os ajudem a melhorar nos negócios, ver televisão, ir ao cinema ou simplesmente falar com os amigos. Tudo isso pode ser agradável e talvez até mesmo proveitoso, mas a questão é que pessoas ocupadas têm tempo para isso, quando realmente o querem fazer.

Deseja a vida? Deseja ter mais contentamento e a mente mais livre? Considera estas coisas tão importantes como o resultado dum jogo de futebol, o livro atualmente mais vendido ou os programas de televisão à noite? Se os considera assim, então terá tempo para estudar a Bíblia e os ensinos da Igreja. Em especial, terá tempo quando alguém lhe oferece ajudá-lo nisso voluntariamente. Assuma a atitude de nunca dizer “estou muito ocupado” aos que lhe oferecem a única coisa entre todas que certamente vale o seu tempo!

Extraído e condensado por Emerson de Oliveira de w75.

domingo, 24 de outubro de 2010Postado por Emerson às 14:16



EX-LÉSBICA CONTA A SUA CONVERSÃO

Notícias Pró-Família: Ex-lésbica Janet Boynes conta comovente testemunho de conversão

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Matthew Cullinan Hoffman

16 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — A ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que ela sofreu como menina.

Ela foi criada por um dos namorados de sua mãe, um alcoólatra que abusava de sua mãe, que por sua vez mostrava pouca afeição por Boynes. Aos 12 anos ela foi abusada sexualmente por um parente, que era então coroinha na igreja dela. Ela começou a sofrer aversão a homens, e descobriu que seu próprio sexo era mais atraente. Ela também começou a usar drogas.

“Eu estava começando a me sentir mais atraída às mulheres”, Boynes disse para a rede de televisão evangélica CBN [do Rev. Pat Robertson] numa entrevista recente. “Tantos homens haviam me magoado que essas mulheres, pensava eu, eram muito mais iguais a mim”.

Sua dor estava acobertada numa falsa masculinidade que a transformou numa valentona de escola, diz ela, e já na escola as pessoas começaram a perguntar se ela era lésbica — uma ideia que ela evitou até os 20 anos de idade, quando sua solidão a levou a seu primeiro encontro sexual com uma mulher.

Embora tivesse experimentado uma conversão ao Cristianismo, Boynes diz que suas experiências lésbicas a levaram a rejeitar sua fé e entrar no estilo de vida homossexual, com todas as suas turbulências e sofrimento. Ela mudava de um relacionamento para outro, ficou mais viciada em cocaína e desenvolveu bulimia, diz ela.

“Minha vida era miserável. Estava começando a ficar literalmente em apuros”, diz Boynes. “Mas eu estava recusando voltar a Deus”.

No entanto, sua vida começou a mudar quando ela foi convidada a visitar uma igreja local que ela muitas vezes havia visto em seu caminho ao trabalho.

“E eu, não pensando no meu perfeito juízo, disse, ‘Certamente, Irei’ e fui vestindo calça de esporte, com aparência encardida, não sabendo o que esperar”, Boynes disse para CBN. “Estou numa sala com outras nove mulheres, mulheres simplesmente belas, femininas, e pensei, ‘no que foi que me meti?’ Estou sentada ali com a cabeça baixa, me sentindo muito envergonhada, achando que essas mulheres são tão cruéis que vão me repreender e me expulsar”.

“Todas se apresentaram, e quando olharam para mim, me perguntaram meu nome, e eu disse, ‘meu nome é Janet’ e disse, ‘estou vivendo uma vida homossexual. Mas se vocês me ajudarem, eu viverei minha vida para o Senhor’”.

Boynes diz que lhe mostraram compaixão e compreensão, e os membros da igreja lhe deram apoio na luta dela para se libertar de seu estilo de vida viciante. Um casal acabou se oferecendo para abrigá-la em seu lar, onde ela viveu durante um ano e recebeu o amor que ela jamais havia experimentado como menina. Ela abandonou o lesbianismo permanentemente, e recuperou sua identidade heterossexual.

“Quero que todas as outras pessoas que estão vivendo a vida homossexual que não tiveram uma grande mãe ou que não tiveram um grande pai experimentem que Deus é pai para os que não têm pai ou mãe”, diz Boynes. “É isso o que ele fez por mim; ele fará por eles também”.

Onze anos mais tarde, Boynes dirige um ministério que oferece ajuda para aqueles que estão tentando escapar do estilo de vida homossexual. Ela recentemente testificou na comissão judiciária do Senado de Minnesota contra a criação do “casamento” homossexual.

Comentando que ela e uma de suas parceiras lésbicas queriam “se casar” e adotar crianças, ela disse para a comissão: “Estou tão grata que não prosseguimos com o plano e que não perpetuamos outra família disfuncional. Crianças precisam de uma mãe e de um pai”.

Ela também comentou que “ao legalizar o casamento homossexual você está apoiando e incentivando conduta que as evidências científicas mostram adoece as pessoas, muitas vezes de forma incurável e fatal. Vi isso confirmado nas vidas de muitos dos meus amigos enquanto eu estava vivendo o estilo de vida lésbico”.

Cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Former Lesbian: I Craved Emotional Balance of Hetero Relationship
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jul/10070804.html

 
De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos: Jornalista canadense conta sua história
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/05/de-lesbica-dona-de-casa-e-mae-de-seis.html

 
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

 
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10071608

 
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