Showing posts with label ABORTO. Show all posts
Showing posts with label ABORTO. Show all posts

Friday, 12 December 2014

CHINESA RECUSA QUIMIOTERAPIA PARA SALVAR FETO


Mulher morre para poupar feto a quimioterapia
 
Apresentadora de televisão acabou por morrer de cancro.

O sacrifício de uma apresentadora de televisão chinesa que morreu de cancro depois de ter recusado quimioterapia para poupar o feto que transportava suscitou esta sexta-feira reações emotivas de milhões de internautas na China.

Qiu Yuanyuan morreu na quarta-feira, aos 26 anos, exatamente 100 dias depois de ter tido o bebé. O 100.º dia de vida de um bebé é tradicionalmente festejado na China.

Pouco depois do início da gravidez, foi-lhe diagnosticado um cancro do útero, que recusou tratar através de quimioterapia para preservar a saúde do futuro bebé e o tumor espalhou-se.

O seu gesto tocou profundamente os chineses, mais de 10 milhões dos quais reagiram na Sina Weibo, o equivalente na China da rede social de mensagens curtas Twitter. No entanto, muitos dos internautas não se mostram de acordo com a opção tomada por Qiu Yuanyuan.

http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/mulher_morre_de_cancro_para_poupar_feto_a_quimioterapia.html

Saturday, 19 July 2014

MÉDICO EVITÓ QUE CRISTIANO RONALDO FUERA ABORTADO

MADRID, 18 Jul. 14 / 01:21 pm (ACI/EWTN Noticias).-Tras la confesión de la madre de Thiago Silva, la madre del capitán del equipo brasileño de fútbol, ahora la madre de la estrella del Real Madrid, el jugador portugués Cristiano Ronaldo, confesó que alguna vez pensó en abortar debido a la pobreza en la que vivía. Sin embargo, gracias al consejo de su médico, siguió adelante con su embarazo.
 
María Dolores Aveiro, madre del popular “CR7”, confesó en su autobiografía titulada “Madre Coraje” que se dirigió a un médico, afligida porque no sabía cómo sostener económicamente a éste, su cuarto hijo.
 
En lugar de encontrar complicidad en el médico, recordó María Dolores, el profesional le dijo que “de ninguna manera” la sometería a un aborto, pues “usted tiene sólo treinta años y ninguna razón física por la cual no pueda tener este bebé. ¡Ya verá como es la alegría de la casa!”.
 
El aliento del médico, inicialmente, no fue suficiente para vencer la incertidumbre de la joven madre, y recurrió a una vecina, que le recomendó tomar cerveza negra hervida para estimular el aborto. La receta casera tuvo nulo efecto, y María Dolores, con la mano sobre su vientre, finalmente concluyó “si la voluntad de Dios es que este niño nazca, que así sea”.
 
Llegada la hora del parto, al recibir al pequeño Cristiano Ronaldo, el médico alentó a la preocupada María Dolores: “¡Con unos pies como estos, será jugador de fútbol!”.
 
Inspirada por su admiración por el entonces presidente de Estados Unidos, Ronald Reagan, María Dolores decidió llamar a su bebé “Cristiano Ronaldo”.
 
La infancia del hoy astro del fútbol estuvo llena de dificultades económicas, y sus hermanos mayores, Elma, Hugo y Katia, muchas veces hicieron las veces de madre, mientras que María Dolores trabajaba.
 
Con el paso de los años, sin embargo, se cumplieron las palabras con las que el médico alentaba a María Dolores en sus controles tras el parto: “¡Alégrese, mujer, este bebé le dará mucha suerte en la vida y mucha felicidad!”.
 
Cristiano Ronaldo fue considerado el mejor jugador de fútbol del mundo y fue premiado con el Balón de Oro de la FIFA en 2013.
 

Saturday, 7 September 2013

PAPA TRAVA ABORTO DE MULHER ITALIANA

Vaticano
 
 Papa Francisco telefona A grávida e oferece-se para ser padrinho de criança

Papa trava aborto de italiana

Desesperada por o amante não assumir o filho, a mulher escreveu uma carta ao pontífice.
 
Por:Paulo Madeira, com agências

O papa Francisco convenceu uma italiana a não abortar e até se disponibilizou para ser o padrinho da criança, noticiou a imprensa transalpina.

Anna Romano ficou a saber que estava grávida do amante, um homem casado, e que este não a ajudaria a criar o bebé. Como o pai da criança a tentava convencer a abortar, Anna, desesperada, decidiu então escrever ao papa. A sua intenção era meramente desabafar. E quando Francisco lhe telefonou nem queria acreditar. "Fiquei estupefacta ao telemóvel. Escutei-o. Tinha lido a minha carta. Garantiu-me que o bebé é um dom de Deus, um sinal da Providência. Disse-me que eu nunca estaria sozinha", contou Anna ao ‘Il Messagero’.

O impacto do telefonema foi tão grande que, em poucos minutos, a jovem mudou de ideias e decidiu levar a gravidez por diante.

"Encheu-me o coração de alegria", recorda. Mas Anna tinha outro problema para resolver. Divorciada e mãe solteira, receava que não fosse possível batizar o bebé. Mais uma vez, o papa tranquilizou-a. Não só lhe explicou que seria possível, como ainda se ofereceu para ser o padrinho. "Estou convencido de que não terá dificuldade em encontrar um pai espiritual. Mas, se não conseguir, estou disponível", afirmou Francisco. "Sinto que vai ser um menino. Como o chamarei? Francisco, obviamente", afirmou Anna. Refira-se, entretanto, que o Vaticano desmentiu outra notícia dos media sobre um alegado telefonema do papa a um jovem francês, a quem teria dito que a sua homossexualidade não era grave.
 

Saturday, 16 February 2013

ANDREA BOCELLI E JACK NICHOLSON CONTRA O ABORTO

 

Jack Nicholson e Andrea Bocelli unidos pela vida e contra o aborto

WASHINGTON DC, 14 Fev. 13 / 03:42 pm (ACI/EWTN Noticias).- Jack Nicholson, famoso ator de Hollywood, foi concebido quando sua mãe era ainda adolescente e, várias vezes ofereceram a ela a possibilidade de abortá-lo, mas ela decidiu tê-lo.
 
Em declarações à imprensa americana, Nicholson assegurou que não concorda com o aborto e que não poderia assumir outra postura porque seria "hipócrita", já que se sua mãe tivesse aceitado o aborto, "estaria morto, não existiria".
 
Nascido em 1936, Nicholson cresceu acreditando que sua avó era sua mãe, e considerava como sua irmã a quem na realidade era a sua mãe. O ator descobriu a verdade somente em 1974.
 
Nicholson assegurou que "sou contrário ao meu distrito eleitoral no tema do aborto, porque estou positivamente em contra. Não tenho direito a qualquer outro ponto de vista. Minha única emoção é gratidão, literalmente, por minha vida".
 
Em um vídeo difundido no YouTube, o tenor italiano Andrea Bocelli revelou a história do seu nascimento e elogiou a sua mãe por não abortá-lo depois de saber que nasceria com uma deficiência.
 
No vídeo, titulado "Andrea Bocelli conta uma ‘pequena história’ sobre o aborto", o tenor contou que sua mãe grávida foi hospitalizada por "um simples ataque de apendicite", mas os médicos, ao terminar os tratamentos, sugeriram-lhe abortar porque "o bebê nasceria com alguma deficiência".
 
"Esta valente jovem esposa decidiu não abortar, e o menino nasceu. Essa mulher era minha mãe, e eu era o menino. Talvez estivesse parcializado, mas posso dizer que a decisão foi correta", assegurou Bocelli, que padece glaucoma congênito e perdeu a vista aos 12 anos, por um golpe na cabeça jogando futebol.
 
Jim Caviezel, ator católico que interpretou Jesus no filme A Paixão de Cristo, assegurou ao Catholic Digest, em 2009 que "não amo tanto a minha carreira para dizer ‘vou ficar calado sobre isto’", referindo-se ao aborto."Estou defendendo a cada bebê que não nasceu", assinalou.
 
O músico adolescente Justin Bieber também manifestou seu rechaço ao aborto. Em uma entrevista à revista Rolling Stone, Bieber assegurou que "realmente não acredito no aborto", pois "é matar a um bebê".
 
A mãe de Justin Bieber, Pattie Malette, também se envolveu recentemente na causa pró-vida ao produzir o curta-metragem "Crescendo" contra o aborto e a favor da vida. Pattie teve uma adolescência difícil, envolvida no mundo das drogas e do álcool, aos 17 anos tentou suicidar-se, antes de converter-se ao cristianismo.
 
Com seu curta-metragem, disse, "busco alentar às jovens mulheres de todo o mundo, como eu, para que saibam que têm um lugar aonde ir, pessoas que podem cuidar delas e um lar seguro onde viver se ficarem grávidas e acharem que não há lugar aonde acudir".
 
O veterano ator católico Martin Sheen também expressou repetidamente sua oposição ao aborto. Em uma entrevista em 2011, Sheen admitiu também que sua esposa, Janet, foi concebida por um estupro, por isso, assinalou, se sua mãe a tivesse abortado ou atirado em um rio, como chegou a pensar, ele não a teria conhecido.
 

Thursday, 2 August 2012

EL ABORTO POR MALFORMACIÓN


El aborto por malformaciones es una práctica nazi.

30.07.12 | 12:20. Archivado en Magdalena del Amo
  • enviar a un amigo
  • Imprimir contenido

El aborto por malformaciones es una práctica eugenésica nazi que no va a ser posible a partir del otoño, fecha en la que el Gobierno contempla reformar la infanticida ley de plazos de Zapatero-Aído. Lo primero que nos viene a la mente es que Gallardón es valiente por atreverse a derogar una ley, muy bien vista por todos los movimientos progres del mundo, respaldados por asociaciones y fundaciones que hacen gala de una filantropía, que no es tal. Pero tras este primer pensamiento positivo hacia las buenas intenciones del Ministro, aparece la duda, y después la nada. Y para avivar mi decepción razonada y fundada, empiezan a llegarme correos de aquí y de allá, de unos y de otros y la esperanza queda “nanotizada” en el baúl de las ilusiones incumplidas. Nadie de los míos le ha creído.
Cuando escribí el artículo anterior sobre el aborto, el Ministro aún no había pronunciado las polémicas palabras sobre la nueva ley, que no contemplará el supuesto de la eugenesia, es decir, el aborto por malformaciones. Por eso no hice ninguna alusión al respecto, limitándome a reclamarle al Partido Popular que pusiese coto a los 9.000 abortos que se realizan en España cada mes, y para colmo, con cargo a nuestros impuestos.
Si el ministro Gallardón pretendía el efecto cortina de humo, como señalan algunos malpensados, es difícil saber si consiguió el objetivo, tal como están las cosas de la economía. Si el fin era pulsar la opinión de la calle, tampoco sé si le habrá servido de mucho. Los de siempre, a favor, y los otros, en contra. Si pretendía un acercamiento a la parte más conservadora del PP, ahora que a Rajoy le huele la cabeza a pólvora, su gozo en un pozo, porque nadie de la derecha clásica le cree. Hacen falta más que palabras para quitarse ese barniz de chico de derechas, progre, medio socialista, de Polanco q.e.p.d., de Prisa, en definitiva. Y si eran titulares lo que buscaba, para estar en el candelero, lo consiguió con creces. Le faltó tiempo a la izquierda para tirarse a la yugular y activar su agitprop clásico azuzando a las mujeres a oponerse contra lo que consideran una vuelta treinta años atrás. Ignoran que las prácticas en esta materia en nuestra sociedad moderna y tecnológica es una vuelta a la barbarie, a la etapa en la que a los niños enclenques se les mataba. En Esparta, por poner un ejemplo, a los recién nacidos, de complexión débil, se los arrojaba desde el monte Taigeto. Eliminar a los más débiles o malformados, no es ni avanzado ni progresista. Es una salvajada.
Hace unos días llamó una mujer a un programa de radio para quejarse de la reforma que pretende hacer Gallardón. Contó que había tenido dos gemelos con una afección de corazón y que habían sufrido mucho hasta que fallecieron, uno de chiquito y otro con dieciocho años. Argüía que, “claro, en esos tiempos no había estas facilidades”. Solo le faltó decir que sentía no haberlos matado antes de nacer. Me dio pena, una pobre víctima de los ideólogos de la Cultura de la Muerte. Sin embargo, muchas personas que han tenido niños normales y después les ha llegado uno con síndrome de Down, los ha hecho tan felices que lo han considerado como un regalo de Dios y no han dejado de darle gracias porque les había hecho crecer como personas. Sobre esto existe una abundante casuística. Ahora bien, la gran preocupación de estos padres es la incertidumbre cuando ellos falten. Por eso, hay que instar a los estados a que desarrollen políticas sociales para la ayuda de estas familias y la atención de estos niños, con la misma dignidad y los mismos derechos que sus congéneres sanos.
El supuesto que permite abortar en caso de malformaciones tampoco es algo nuevo. Las leyes nazis obligaban a eliminar a los imperfectos, nacidos y no nacidos. Miles de niños fueron exterminados en virtud de unas leyes en cuya redacción habían participado sesudos juristas, asesorados por científicos alemanes estadounidenses. Tras el proceso de Nuremberg, la palabra “eugenesia” quedó tan contaminada ante la opinión pública, que durante más de dos décadas se mantuvo solapada y nadie se atrevió a hablar del tema, salvo en algunos foros restringidos. Pero se seguía investigando y trabajando en silencio esperando que la sociedad fuera olvidando lo ocurrido en Alemania, para volver a implantar la eliminación forzosa de las “vidas sin valor”.
Los estados materialistas que ven al ser humano como un instrumento de producción y consumo, arreglan estas situaciones cortando por lo sano. Si sólo se permite que vean la luz las personas sanas y se evitan los aquejados de síndrome de Down, de Edwards o de Patau, anencefalia, parálisis cerebral y las diversas afecciones que engrosan los manuales de diagnóstico, el Estado se ahorra un buen puñado de euros al año. Algunas naciones, incluso, impiden que nazcan bebés sanos a causa de las políticas de control de población, léase China. Y si hablamos del estado del bienestar, todo debe ser alegría, consumo y confort y no hay sitio para los sufrientes.
El tercer supuesto de la ley de 1985 permite el aborto hasta la semana 22. Con este tiempo, el bebé en gestación ya es viable. La prueba de amniocentesis se realiza a muchas mujeres a partir de los treinta y cinco años, pero, por razones estrictamente utilitaristas, esta práctica se está extendiendo a las mujeres de todas las edades. En España, en la sanidad pública se aborda el tema con toda su crudeza prescindiendo de eufemismos esta vez, y se habla abiertamente de cribado prenatal de cromosomopatías fetales. Ante la duda, aborto. Ese es el protocolo. Salvo personas íntegras con una idea clara de su papel en esta vida y la del posible hijo malformado, que ni siquiera se someten a la prueba, lo normal en estos tiempos es que si el niño que se espera no es perfecto, se elimine.
El aborto por malformaciones es aún más traumático y tiene mayores consecuencias psicológicas para la mujer, porque el sentimiento de culpa suele ser mayor. Por otro lado, al haber un plazo mayor de gestación, los vínculos entre madre e hijo son mayores y esto hace que las secuelas post aborto se agudicen.
___________________
Por Magdalena del Amo
Periodista y escritora, pertenece al Foro de Comunicadores Católicos.
Directora y presentadora de La Bitácora, de Popular TV
Directora de Ourense siglo XXI