Sunday, 24 October 2010

JESUS MARTA E MARIA - ESTAR SEMPRE OCUPADO

‘Lamento, mas não tenho tempo!’


“LAMENTO”, disse a senhora, “mas estou muito ocupada”. Um homem no mesmo quarteirão havia dito a mesma coisa. Embora muitas pessoas estejam realmente ocupadas quando os católicos as visitam nos seus lares, o que aquela senhora realmente quis dizer era: “Não acho que vale a pena gastar meu tempo com isso.” Raras vezes a pessoa está ocupada demais para aquilo que realmente quer fazer ou para algo que considera deveras importante.

Estaria a dona de casa “muito ocupada” se a pessoa à porta tivesse vindo para pagar uma antiga dívida? Então, por que rejeitar algo mais importante do que o dinheiro? Por que é a missão espiritual de menos importância do que a financeira? É o caso que a pessoa acha que o dinheiro é mais importante do que a paz e a vida, ou é que ela foi mal informada sobre a natureza, o objetivo e a importância da mensagem trazida pelos cristãos? Pode ser uma coisa ou outra, ou uma combinação das duas.

Nos tempos bíblicos, Jesus era bem-vindo no lar de Maria e Marta. Maria estava interessada nas coisas proveitosas que Jesus tinha a dizer, enquanto Marta se preocupava com outras coisas, “por cuidar de muitos deveres”. Ela até mesmo protestava que Maria não se atarefava junto com ela. Mas Jesus disse: “Maria . . . escolheu a boa porção, e esta não lhe será tirada.” No seu caso teria estado “muito ocupado” como Marta, ou igual a Maria, teria tido tempo para as coisas mais importantes? — Luc. 10,38-42.

Saulo, como muitos de hoje, fora mal informado sobre a atividade dos cristãos do primeiro século. Participara na perseguição deles e até teve parte no assassinato de Estêvão. Foi necessário um milagre cegador para lhe abrir os olhos espirituais à verdade. No seu caso, precisaria de tal choque para ver a importância da mensagem que os verdadeiros cristãos levam hoje aos lares das pessoas, iguais aos de há dezenove séculos atrás? — Atos 9,1-19.

Esta atividade está em harmonia com as instruções específicas de Jesus: “E este Evangelho do reino será pregado em toda o mundo, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” Além disso, ordenou especificamente que esta mensagem cristã fosse levada diretamente aos lares das pessoas: “Ao entrardes na casa, cumprimentai a família; e, se a casa for merecedora, venha sobre ela a paz que lhe desejais; mas, se ela não for merecedora, volte a vós a vossa paz.” “Quem vos escuta, escuta também a mim. E quem vos desconsidera, desconsidera também a mim. Ademais, quem me desconsidera, desconsidera também aquele que me enviou.” — Mat. 24,14; 10,12, 13; Luc. 10,16.

O próprio Jesus “viajava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e declarando o Evangelho do reino de Deus”. Sim, os cristãos do primeiro século evangelizam muito. Paulo explicou: “Não me refreei de vos falar coisa alguma que fosse proveitosa, nem de vos ensinar publicamente e de casa em casa.” Até mesmo depois de terem sido chibateados por esta atividade, “cada dia, no templo e de casa em casa, continuavam sem cessar a ensinar e a declarar o Evangelho a respeito do Cristo Jesus.” — Luc. 8,1; Atos 20,20; 5,42.

Às vezes, as pessoas com quem se fala dizem: “Muito obrigado, já estive hoje na igreja! Mas, não constitui isto tanto mais motivo por que deviam estar interessadas em falar sobre assuntos espirituais com alguém que se interessa neles? Se foram à igreja para aprender algo sobre Deus, e se aprenderam o que foram para lá aprender, então por certo devem estar interessadas em falar sobre o que aprenderam ali. E se não aprenderam nada que achassem bastante importante para falar sobre isso, então por certo precisam da mensagem que se lhes leva pela evangelização!

Muitos católicos (mormente os nominais) acham que somente ir à igreja, fazer o Sinal da Cruz, "assistir" à missa, já é o bastante. Mas se perguntamo-lhes sobre as leituras e sobre o Evangelho, muitas vezes não lembram do que foi dito nem sabem falar muita coisa sobre a homilia. Acham que é fácil um ficar lá na frente falando por eles a Deus. É mais cômodo. É fácil ficar sentado. Difícil é agir.

Conheço pessoas que se satisfazem somente com isto e olha que estou falando daquelas pessoas que vão à igreja. O leitor, o padre, não está falando ali somente por eles e a eles mas a Deus e ao povo. As leituras não são palavras ao vento ou lero-lero: são meditações para a vida, ações para a vida. Quantos católicos que vão à igreja não sabem nem grandes princípios do Catecismo nem das riquezas de sua Fé? São como aquela ilustração que imaginei de vários mendigos estropiados numa sala de jantar em uma mansão, estirando-se no chão, esfomeados, esticando o braço para alcançar alguma comida mas não podendo aproveitar daquelas riquezas em cima da mesa porque não sabem nem onde estão e da riqueza em volta deles. Assim são muitos católicos: estão na igreja, fisicamente, mas não sabem ou não tem noção da imensa riqueza da Fé e da Teologia Católica em volta deles e ficam mendigando outras coisas até fora da Igreja, como auto-ajuda, simpatias, ensinos e teorias que a Igreja suplanta.

A mensagem levada pelos cristãos é de máxima importância. É tão importante como foi a mensagem que os discípulos pregaram da mesma maneira durante o primeiro século. Lá naquele tempo, a mensagem era que Jesus era o Messias, ao passo que a mensagem hoje é que o Reino de Deus está aí e é preciso nos convertermos a Deus! Esta é a mensagem aguardada por todos os homens fiéis de Deus, especialmente visto que Jesus disse aos seus discípulos que aguardassem o estabelecimento do seu reino justo, que traria paz duradoura à terra.

Ao receber esta manhã (24/10) as cartas credenciais da nova embaixatriz da Eslovênia ante a Santa Sé, Simpática Marija Lovrencic Svetek, o Papa Bento XVI assinalou que a missão específica da Igreja Católica "em qualquer parte do mundo, é proclamar o Evangelho e levar a todos os seres humanos a salvação que vem do Senhor Jesus".

Esta é a mensagem que os católicos levam. Tal mensagem é fortalecedora e vital! Pode haver algo mais importante, mais digno do seu tempo? Os católicos (praticantes e que levam a fé à sério) também são pessoas ocupadas. Estão ocupadas trabalhando, sustentando a sua família e fazendo todas as coisas que também precisa fazer. Mas a sua convicção quanto à verdade destas promessas bíblicas é tão grande, que prontamente gastam seu próprio tempo, sem pagamento, para se preocuparem com a evangelização. Estão interessadas na sua pessoa. Está interessado o suficiente em si mesmo para escutá-las e examinar a mensagem delas, para ver se é verdadeira ou não? Não perde nada por fazer isso, e realmente tem tudo a ganhar!

A maioria toma tempo para as coisas que realmente deseja fazer, quer seja manter-se em dia com a atuação de seu time favorito de futebol, ler revistas ou às vezes uma novela, estudar publicações profissionais que os ajudem a melhorar nos negócios, ver televisão, ir ao cinema ou simplesmente falar com os amigos. Tudo isso pode ser agradável e talvez até mesmo proveitoso, mas a questão é que pessoas ocupadas têm tempo para isso, quando realmente o querem fazer.

Deseja a vida? Deseja ter mais contentamento e a mente mais livre? Considera estas coisas tão importantes como o resultado dum jogo de futebol, o livro atualmente mais vendido ou os programas de televisão à noite? Se os considera assim, então terá tempo para estudar a Bíblia e os ensinos da Igreja. Em especial, terá tempo quando alguém lhe oferece ajudá-lo nisso voluntariamente. Assuma a atitude de nunca dizer “estou muito ocupado” aos que lhe oferecem a única coisa entre todas que certamente vale o seu tempo!

Extraído e condensado por Emerson de Oliveira de w75.

domingo, 24 de outubro de 2010Postado por Emerson às 14:16



EX-LÉSBICA CONTA A SUA CONVERSÃO

Notícias Pró-Família: Ex-lésbica Janet Boynes conta comovente testemunho de conversão

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Matthew Cullinan Hoffman

16 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — A ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que ela sofreu como menina.

Ela foi criada por um dos namorados de sua mãe, um alcoólatra que abusava de sua mãe, que por sua vez mostrava pouca afeição por Boynes. Aos 12 anos ela foi abusada sexualmente por um parente, que era então coroinha na igreja dela. Ela começou a sofrer aversão a homens, e descobriu que seu próprio sexo era mais atraente. Ela também começou a usar drogas.

“Eu estava começando a me sentir mais atraída às mulheres”, Boynes disse para a rede de televisão evangélica CBN [do Rev. Pat Robertson] numa entrevista recente. “Tantos homens haviam me magoado que essas mulheres, pensava eu, eram muito mais iguais a mim”.

Sua dor estava acobertada numa falsa masculinidade que a transformou numa valentona de escola, diz ela, e já na escola as pessoas começaram a perguntar se ela era lésbica — uma ideia que ela evitou até os 20 anos de idade, quando sua solidão a levou a seu primeiro encontro sexual com uma mulher.

Embora tivesse experimentado uma conversão ao Cristianismo, Boynes diz que suas experiências lésbicas a levaram a rejeitar sua fé e entrar no estilo de vida homossexual, com todas as suas turbulências e sofrimento. Ela mudava de um relacionamento para outro, ficou mais viciada em cocaína e desenvolveu bulimia, diz ela.

“Minha vida era miserável. Estava começando a ficar literalmente em apuros”, diz Boynes. “Mas eu estava recusando voltar a Deus”.

No entanto, sua vida começou a mudar quando ela foi convidada a visitar uma igreja local que ela muitas vezes havia visto em seu caminho ao trabalho.

“E eu, não pensando no meu perfeito juízo, disse, ‘Certamente, Irei’ e fui vestindo calça de esporte, com aparência encardida, não sabendo o que esperar”, Boynes disse para CBN. “Estou numa sala com outras nove mulheres, mulheres simplesmente belas, femininas, e pensei, ‘no que foi que me meti?’ Estou sentada ali com a cabeça baixa, me sentindo muito envergonhada, achando que essas mulheres são tão cruéis que vão me repreender e me expulsar”.

“Todas se apresentaram, e quando olharam para mim, me perguntaram meu nome, e eu disse, ‘meu nome é Janet’ e disse, ‘estou vivendo uma vida homossexual. Mas se vocês me ajudarem, eu viverei minha vida para o Senhor’”.

Boynes diz que lhe mostraram compaixão e compreensão, e os membros da igreja lhe deram apoio na luta dela para se libertar de seu estilo de vida viciante. Um casal acabou se oferecendo para abrigá-la em seu lar, onde ela viveu durante um ano e recebeu o amor que ela jamais havia experimentado como menina. Ela abandonou o lesbianismo permanentemente, e recuperou sua identidade heterossexual.

“Quero que todas as outras pessoas que estão vivendo a vida homossexual que não tiveram uma grande mãe ou que não tiveram um grande pai experimentem que Deus é pai para os que não têm pai ou mãe”, diz Boynes. “É isso o que ele fez por mim; ele fará por eles também”.

Onze anos mais tarde, Boynes dirige um ministério que oferece ajuda para aqueles que estão tentando escapar do estilo de vida homossexual. Ela recentemente testificou na comissão judiciária do Senado de Minnesota contra a criação do “casamento” homossexual.

Comentando que ela e uma de suas parceiras lésbicas queriam “se casar” e adotar crianças, ela disse para a comissão: “Estou tão grata que não prosseguimos com o plano e que não perpetuamos outra família disfuncional. Crianças precisam de uma mãe e de um pai”.

Ela também comentou que “ao legalizar o casamento homossexual você está apoiando e incentivando conduta que as evidências científicas mostram adoece as pessoas, muitas vezes de forma incurável e fatal. Vi isso confirmado nas vidas de muitos dos meus amigos enquanto eu estava vivendo o estilo de vida lésbico”.

Cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Former Lesbian: I Craved Emotional Balance of Hetero Relationship
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jul/10070804.html

 
De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos: Jornalista canadense conta sua história
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/05/de-lesbica-dona-de-casa-e-mae-de-seis.html

 
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

 
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10071608

 
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Friday, 22 October 2010

A MEDALHA MILAGROSA


Essa é a medalha que chama “milagrosa” pelas inúmeras garças que obtêm da Virgem Santíssima aqueles que a trazem devotamente consigo.

Oval, tendo-no anverso a imagem da Virgem Santíssima, com os braços amavelmente estendidos, as mãos abertas de onde procedem raios de graças os pés poisando sobre a cabeça de uma serpente deitada sobre um globo, bordejando a medalha e começando à altura da mão direita e terminando à altura da mão esquerda, a frase: ó Maria Concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.

No reverso um “M” atravessado por um traço que sustentam a Cruz, e repousando sobre outro traço, tendo em baixo dois corações, um chamejante e coroado de espinhos, outro também chamejante e atravessado por uma espada: doze estrelas bordejam, deste lado a medalha.

Essa é a medalha que chama “milagrosa” pelas inúmeras garças que obtêm da Virgem Santíssima aqueles que a trazem devotamente com sigo. Não é, pois uma medalha comum. Não. Ela tem sua história que mostra o desvelo materno de Maria Santíssima para com seus filhos na terra. Vamos contá-la:

Origem: a visão

Vivia em Paris à rua do Bac no convento das filhas da caridade a irmã Catarina Labouré – hoje, Santa Catarina Labouré. Agraciada por diversas visitas da Virgem Santíssima, Mãe de Deus, conta ela especial que teve no dia 27 de novembro de 1830, sábado véspera do primeiro domingo de Advento apareceu-lhe Maria Santíssima por detrás do Sacrário:

A Virgem Santíssima, diz ele estava de pé sobre um globo, vestida de branco, com um véu branco a cobrir-lhe a cabeça e um manto azul que descia até os pés um o cabelo em tranças, seguro por uma fita debruada de pequena renda, o rosto bem descoberto e de uma formosura indiscritível.

As mãos elevadas até as cintas sustentavam outro globo, figura do mundo rematado por uma cruzinha de ouro. A Senhora toda rodeada de tal esplendor que era impossível fixá-la. O rosto iluminou-se-lhe de radiante claridade no momento em que com os olhos levantados ao Céu, oferecia ao Senhor o globo.

– De repente os dedos cobriram-se de anéis e pedrarias preciosas de extraordinária beleza, de onde se desprendiam raios luminosos envolvendo a senhora em tal esplendor que já se lhe não via a túnica nem os pés. As pedras preciosas eram maiores umas menores outras e proporcionais eram também os raios luminosos. – O que então experimentei e aprendi naquele momento é impossível de explicar-

As palavras da Virgem

Como estivesse ocupada em contemplá-la, a Virgem Santíssima baixou para meus olhos e uma vós interior me disse no íntimo do coração: “este globo que vez representa o mundo inteiro e em especial a França e cada pessoa em particular”.

- Não sei exprimir o que descobri de beleza e brilho nos raios tão resplandecentes. A Santíssima Virgem acrescentou “eis o símbolo das graças que derrama sobre as pessoas que mais pedem”. – desapareceu então o globo que tinha nas mãos: e como se estas não pudessem com o peso das graças, os braços se abaixaram e se abriram na atitude graciosa reproduzida na Medalha.

A Medalha e a Promessa da Virgem Mãe

Formou-se, então em torno da Virgem um quadro um pouco oval onde em letras de ouro se liam estas palavras: “O Maria Concebida Sem pecado Rogai por nós que Recorremos e vós”. Fez-se então ouvir uma voz que me dizia: “manda cunhar uma medalha com este modelo : as pessoas que a trouxerem receberam grandes graças, mormente se a trouxerem ao pescoço: ao de ser abundantes as graças às pessoas que a trouxerem com confiança”.

– No mesmo instante, o quadro apareceu voltar-se e a viu no reverso a letra “M” encimada por uma Cruz, tendo um traço na base e por baixo do monograma de Maria dois corações de Jesus e Maria, o primeiro cercado de espinhos, o segundo atravessado por uma espada, e, segundo uma tradição oral comunicada pela vidente, uma coroa de doze estrelas a cercar o monograma de Maria e os dois corações. Também a mesma irmã disse que a Virgem Santíssima calçava aos pés uma serpente de cor esverdeada com pintas amarelas.

A Difusão da Medalha

Após dois anos, terminado o processo canônico o arcebispo de Paris, D. Quelen mandou cunhar a Medalha. Difundiu-se logo a Medalha, acompanhada de graças espirituais e corporais. Celebre é conversão do Judeu Afonso Ratisbona.

Ratisbona

Afonso Maria Ratisbona, nascido em Estransburgo, de família judia riquíssima, em 1º de maio de 1814, viveu como ateu dos 15 aos 23 anos, alimentando ódio mortal ao irmão Teodoro já convertido, aos padres, especialmente aos jesuítas, e às Religiosas. Visitando Roma, contra sua vontade acompanhou seu amigo o Barão Teodoro de Bussier, membro da embaixada francesa, à Igreja de Santo André delle frate.

Ficou na carruagem, enquanto o amigo fazia sua visita ao Templo. Cansado de esperar desceu ele também à Igreja, com intenção de apressar o amigo. Ali o aguardava a Misericórdia de Deus, amavelmente, pois vinha-lhe ao encontro através de Maria Santíssima.Naquele dia, 20 de janeiro de 1842, aparece a Virgem Santíssima segundo o modelo da Medalha Milagrosa, prostra o judeu incrédulo, que se levanta convertido apostolo ardorosamente voltado à conversão dos seus conacionais judeus.

Dia 31 de janeiro desse ano recebia, na Igreja de Gesú dos jesuítas, o Batismo, a confirmação e a Sagrada Comunhão. No dia 08 de dezembro de 1868 Pio IX confirmava “Instituto pela regeneração dos Israelitas”, por ele fundado e seu irmão Teodoro. Após várias obras apostólicas, morria em Jerusalém no dia 1º de maio de 1884, com o nome santíssimo de Maria Imaculada nos lábios.

Conclusão

Alimentemos a devoção à Medalha Milagrosa. Não deixemos de trazê-la ao pescoço, como recomendou a Virgem Mãe. E todos os dias rezemos pedindo-lhe a proteção, três Aves-Marias. Habituamo-nos a dá-la aos doentes que não se animam confessar-se, ou mesmo recusam o padre; pois, esta Medalha vence todas as resistências. É, pois, um meio fácil e ótimo de exercermos a caridade para como nosso próximo, a mais importante, a que cuida da salvação eterna.

Dom Antonio de Castro Mayer

(Boletim diocesano de novembro de 1975 - Diocese de Campos)

Thursday, 21 October 2010

IL SOLITO DON TAM

il solito Tam Tam...

Alzarsi la mattina è faticoso... alzarsi e leggere certe notizie lo è ancora di più!

qui trovate l'articolo dello scandalo... e qui potete leggere quello che propone quest'uomo su Internet!

Prima o poi mi faranno partire un embolo.... ma com'è possibile che un sacerdote sfili con queli di Forza Nuova e si faccia fotografare con il braccio teso? Come si fa a recitare rosari per la Madonna del Fascio inneggiando alla crociata contro l'invasione islamica? come si fa a mettere sulla home del sito di riferimento questa preghiera:

Per noi le Crociate sono Sante,
Sante perché giuste,
giuste e doverose.

Alle Crociate noi crediamo,
perché crediamo in Dio Gesù:
per Lui vogliamo combattere.

A Lepanto i Cristiani
combatterono col Rosario in mano,
e vinsero.

La Santissima Vergine del Rosario
a Fatima ha ripetutamente insistito:
Recitate il S. Rosario... alla fine
il mio Cuore Immacolato trionferà!

Il sacerdote in questione è vicino ai Lefreviani (voi direte "Ma che novità è?"), si chiama Don Giulio Tam da benedizioni ai cortei fascisti e lo saluta con il braccio teso!
La cosa che più mi fa schifo e che quello stessa mano viene stesa sul pane per farlo diventare Corpo di Cristo... ma ce ne rendiamo conto dove stiamo andando? C'è ancora da scavare o abbiamo toccato il fondo?

qui sotto il video, tratto dal TG3, che narra le gesta di Don Tam al corteo bergamasco:




http://diogneto.splinder.com/post/20014501/il+solito+Tam+Tam...

CARDINAL CAFFARRA CENSURA DON GIULIO TAM

Caffarra durissimo sul sacerdote candidato di Forza Nuova

Una censura senza appello quella del cardinale Carlo Caffarra nei confronti di don Giulio Tam, il sacerdote lefevbriano candidato sindaco da Forza Nuova. «Per applicare una pena — attacca l’arcivescovo, a cui il Tpo due giorni fa aveva chiesto di dissociarsi dal prete — il reo deve essere capace di intendere e di volere. E quella persona non lo è, altrimenti non direbbe ciò che dice». Riferimento alla posizione negazionista di Tam che, secondo Caffarra, non appartiene però alla Chiesa, «noi non c’entriamo, non ha nulla a che fare con la Chiesa cattolica». L’attacco dell’arcivescovo arriva a margine del convegno sul lavoro della Cisl.

LA REPLICA - Pronta la replica dello stesso sacerdote valtellinese, che in serata partecipava a un convegno di Forza Nuova su Islam e immigrazione: «Mi meraviglio che il cardinale Caffarra usi questi termini — dice —, mi meraviglio che possa dire che una persona laureata all’università Cattolica di Milano in filosofia, studioso di teologia e ordinato sacerdote nell’80 possa essere una persona incapace di intendere e di volere». Un botta e risposta rovente. Su cui piomba la dichiarazione diplomatica del vicesegretario nazionale di Forza Nuova Gianni Correggiari, in corsa per la presidenza della Provincia. «Il cardinale, persona di grande valore e intelligenza, è stato fuorviato — dichiara —, sono stati quelli del Tpo, gente filoabortista e per la droga libera che deve essere appena uscita da una fumeria d’oppio per attribuire certe affermazioni a padre Tam. Correggiari spiega che «padre Tam non ha mai dichiarato di essere contro i Giudei, si è solo limitato ad elogiare il vescovo Richard Williamson (uno dei teorici del negazionismo, ndr), in quanto lo conosce personalmente ed è stato suo professore di teologia». E chiarisce che Tam non ha bisogno di nulla osta per partecipare alla corsa elettorale, «non è in comunione perfetta con la Chiesa, è un prete cattolico dissidente, quindi non è sottoposta ad alcuna giurisdizione vescovile». Il convegno anti-Islam di ieri sera si è svolto in modo tranquillo. Un centinaio i partecipanti, per la metà giovani sotto i 40 anni. Circa un mese fa Tam aveva annunciato la sua candidatura a sindaco di Bologna per Forza Nuova, per la quale devono essere raccolte 350 firme entro l’8 maggio.

Marina Amaduzzi
Alessandro Mantovani

fonte: corrieredellasera


IL FUTURO SECONDO DON GIULIO TAM



Servizio di RTI sul covegno organizzato da Forza Nuova Crotone contro l'Islam, sala Bastione Toledo 5 settembre 2008.
Relatori Padre Giulio Tam, Davide Pirillo, Andrea Lombardo.

Giulio Tam e' molto piu' di un prete: e' un visionario. Un uomo che viene dal futuro, e ci dice cose che fanno davvero riflettere, come "E´ il rosario quella mitragliatrice da 50 colpi per respingere questa civiltà [islam, ndr] " . In effetti, rispetto a lui, quelli che dicono che gli ebrei facevano le vacanze balneari sotto gli ombrelloni di Dacau sono bimbi che giocano a rimpiattino e ciucciano il ghiacciolo al limone.
Ci si domanda: qualcuno, dall'alto, avra' mai ripreso questo signore in nero che spara cazzate ventiquattr'ore al giorno e - soprattutto - fa manifestazioni politiche in qualita' di prete cattolico con quelli di Forza Nuova?


IL WILLIAMSON ITALIANO

Il Williamson italiano: Giulio Tam

A Pisa, la Giornata Europea della Cultura Ebraica ha coinciso con la tradizionale celebrazione, attraverso brevi cerimonie in vari punti della città, del ricordo delle vittime del nazifascismo.

In contemporanea con tali cerimonie, poco lontano dalla città della Torre, a Coltano, è stata celebrata una messa in ricordo dei caduti e degli internati nazifascisti del campo di prigionia istituito dagli americani in quell’amena località. Vi hanno partecipato una cinquantina di persone, controbilanciate da un numero quasi pari di “antifascisti pisani”. I due gruppi si sono affrontati soltanto verbalmente, sotto la vigilanza delle forze dell’ordine.

Le istituzioni cittadine non hanno mancato di reagire. Il sindaco Marco Filippeschi ha diramato una nota ufficiale che rammenta come la dittatura fascista “condivise con le leggi razziali la cultura aberrante che preparò l’Olocausto”; si è quindi unito, nel pomeriggio, ai numerosi visitatori che per tutta la giornata sono affluiti nel cimitero ebraico, dando così la migliore risposta possibile.

La messa di Coltano è stata celebrata da don Giulio Tam, il prete lefebvriano definito “il Williamson italiano”, già noto alle cronache per le sue posizioni violentemente contrarie all’immigrazione, soprattutto islamica, e per essere stato immortalato a più riprese nell’atto di rivolgere il saluto romano ai partecipanti a manifestazioni indette da Forza Nuova. In particolare, sono molto numerose – in diversi siti internet – le foto della sua partecipazione alla manifestazione di Bergamo del 28 febbraio.

Il vescovo Williamson è stato al centro di una contorta vicenda: prima gli è stata ritirata la scomunica comminatagli da papa Giovanni Paolo II e poi è stato nuovamente scomunicato per le sue posizioni negazioniste. Non mi risulta che il Vaticano si sia mai occupato – almeno ufficialmente – di don Giulio Tam.

Valerio Di Porto, Consigliere dell’Unione delle Comunità Ebraiche Italiane


IL PADRE "DUCE"


Don Giulio Tam: “padre duce” celebra Mussolini

Una croce di legno, la pioggia, tanta oggettistica. Il 2 maggio scorso ci siamo persi un corteo niente male: certo, non c’erano pullman, e i presenti quasi trecento. Poca roba. Ma vuoi mettere, celebrare il 65esimo anniversario della morte di Benito Mussolini? Orologi, magliette, bandiere, busti, tegole della Fornace Laterizi, rosari. Da stringere durante l’omelia di Don Tam.

Già: indovinate un po’ chi ha preso la testa del corteo verso le 10,30, per giungere in piazza a dir messa per il duce? Ma padre Giulio Maria Tam! Quello della chiamata alla guerra civile contro l’Islam, quella del rosario “mitragliatrice da 50 colpi per respingere questa civiltà” (quella musulmana, ovvio), quello che tiene lezioni ai giovani di Forza Nuova, quello della tonaca “come camicia nera“, quello negazionista, quello di tante cose.

Troppe. Talmente tante che nessuno ha mai preso in considerazione il fatto che quest’uomo è un criminale vestito da bestia, oppure la necessità di richiamarlo o – non sia mai – rimuoverlo. C’è da difendere la credibilità del segreto di tre pastorelle in diretta streaming, prima.


PADRE GIULIO TAM: L'APOLOGIA DEL FASCISMO

SE LO CONOSCI LO EVITI : PADRE TAM , UN FASCISTA VESTITO DA PRETE (CAMBIA POCO)

«An vada a ripetizione di storia» Parla Don Giulio Tam, nipote di Angela Tam, suora fucilata dai partigiani

LEO SIEGEL

Dalla tasca estrae un'immaginetta sacra. Su un lato, il volto dolce di una donna di mezza età, le date 16 novembre 1906 - 6 maggio 1945, ed il nome Angela Maria Tam. Sull'altro lato, queste parole: «Muoio perdonando a tutti e chiedendo perdono se ho offeso o disgustato qualcuno. Sono lieta di raggiungere in cielo i nostri eroi. Sarà così bello il cielo! Ho cantato tutto il viaggio le canzonidella Santa Vergine. Ho passato in prigione ore di raccoglimento e di vicinanza a Dio. Viva l'Italia! Gesù la benedica e la riconduca all'amore, all'unità, per il nostro sacrificio. Amen».

Un testamento spirituale prima di cadere in quel di Sondrio, a Buglio in Monte, sotto il piombo di un plotone d'esecuzione partigiano. La colpa di questa ausiliaria, Terziaria Domenicana? L'iscrizione al Pnf. Davanti a noi, vestita come i preti di una volta, la figura massiccia da valligiano valtellinese di Giulio Tam, nipote della vittima. Appartiene alla Chiesa lefebvriana, si definisce gesuita itinerante, è un cappellano dei gruppi di destra. Non fa mistero del suo tradizionalismo che lo porta a controbattere pesantemente le parole di Gianfranco Fini, ritenuta un'offesa alla memoria di quanti, come sua zia, immolarono la propria vita, ed un oltraggio alla verità storica.

«Fini sta cedendo al liberismo che ha smantellato la nostra civiltà cristiana», accusa. «Si è venduto rinnegando la tradizione, la terza via che superava liberalismo e comunismo. Con lui Alleanza nazionale esce dal solco della destra, tradisce la memoria, e per certi versi scavalca perfino le posizioni della sinistra. Cos'altro significa, infatti, invocare il diritto di voto per gli immigrati di altri continenti e caldeggiare l'ingresso della Turchia islamica in Europa?».
La sua è una voce minoritaria, nella Chiesa attuale.

«Io parlo con i fatti. Il fascismo fu portatore anche di modernità, Mussolini pur nel contesto di un regime diede messaggi di libertà e spiritualità che il Vaticano dovrebbe ricordare. Ne cito un paio. Il 10 marzo 1929 affermava: "La pace tra il Quirinale e il Vaticano è un evento di portata suprema, non solo in Italia, ma nel mondo. Abbiamo riconosciuto lealmente la sovranità della Santa Sede non solo perché esisteva nel fatto, non solo per la quasi irrilevante esiguità del terreno (esiguità che non toglie nulla alla sua grandezza d'altra natura) ma per la convinzione che il Sommo Capo di una religione universale non può essere suddito di alcun Stato, pena il declino della cattolicità che significa universalità". E poi, il 14 novembre 1934 sentenziava: "L'uomo economico non esiste: esiste l'uomo integrale che è politico, che è economico, che è religioso, che è santo, che è guerriero". Parole che pure i vostri lettori credo possano sostanzialmente condividere».

Fini, ormai più antifascista verbale di chi lo fu con le armi in pugno, insiste: per lui il Ventennio fu il male supremo.

«Vada a leggersi i regi decreti che riformarono lo stato sociale. Tutela del lavoro femminile e dei fanciulli; assistenza ospedaliera per i poveri; assicurazioni contro disoccupazione, invalidità e vecchiaia assistenza bambini illegittimi e abbandonati esenzioni tributarie per famiglie numerose; opera nazionale orfani di guerra; Inail Inps, libretto di lavoro; assicurazione obbligatoria contro malattie professionali; assegni famigliari; Inam; tessera sanitaria per addetti ai lavori domestici; casse rurali e artigiane. E così via. Vedi, io queste cose le ricordo nelle mie prediche, e molti disinformati cascano dalle nuvole».

La storia la scrivono i vincitori; ieri come oggi.

«Già , i vincitori fotografati a Yalta: Churchill, Roosevelt e Stalin insieme. Bella roba. Che società ci hanno portato? E quale civiltà? Quella del relativismo, per cui tanto è uguale, e quindi possibile, comprese idee e religioni?»

Stare nel coro, paga, la certificazione marxista è ambita pure da Fini.
«Io invece apprezzo tantissimo le battaglie della Lega contro l'immigrazione clandestina che voi chiamate giustamente invasione, e per il rispetto della tradizione. Custodisco tanti ritagli della Padania che stanno meritoriamente approfondendo questi temi. La Lega continui ad avvicinarsi ai pilastri della nostra civiltà cristiana, ci difenda anche in Europa dove la confusione è crescente, colpa del Concilio Vaticano II che i cattolici tradizionalisti non possono condividere. E grazie anche a Bossi, il quale dall'alto della sua carica ministeriale ha avuto il coraggio di denunciare certi guasti e dichiarare verità scomode ma solari. Ricordo le sue interviste alla Stampa e Repubbliche di novembre, sono state esemplari».


by TAKKINO Saturday, Feb. 05, 2005 at 10:12

Wednesday, 20 October 2010

AMERICAN JESUIT TO BE CANONISED

Tuesday, October 19, 2010


American Jesuit's Process Of Canonization Continues

Fr. Walter Ciszek, S.J.

Born on Nov. 4, 1904, Fr. Walter Ciszek, S.J. entered the seminary and became the first American Byzantine Rite Jesuit priest in order to do missionary work in the former Soviet Union. Shortly after entering the Soviet Union from Poland under an assumed name in 1940, he was captured and accused of being a spy.

After spending five years in the infamous Lubianka Gulag in Moscow, he was sent to Siberia for a time in hard labor. Throughout the ordeal, however, he continued to celebrate Mass and hear confessions of the faithful at considerable personal risk. Overall, he spent 23 years in the Soviet Union.

When he was finally released in 1963 in a prisoner exchange between the U.S. and Soviet Union, he returned to his native parish, St. Casimir's in Shenandoah, to celebrate a Mass of Thanksgiving. Ciszek spent the last 21 years of his life working with the American family, clergy and religious communities through counseling and retreat work.

He wrote two books, "With God in Russia" and "He Leadeth Me," with co-author Rev. Daniel Flaherty, S.J. He died on Dec. 8, 1984, the Feast of the Immaculate Conception, and is buried at the Jesuit Novitiate in Wernersville.

It was announced after the Mass that the prayer league, based adjacent to St. Casimir Church at 231 N. Jardin St., was donating $5,000 to help the Diocese of Allentown defray the expenses associated with the promotion of the cause of canonization.


GAY SAUDI PRINCE CONVICTED OF MURDERING HIS MANSERVANT

19 October 2010

How murder exposed Saudi prince's homosexual life


The couple stayed for almost a month at the Landmark Hotel in London A Saudi prince has been convicted of murdering his manservant, who was found beaten to death in bed at a plush London hotel. The defendant spent most of the trial trying to prove he was not gay. Why?

Before his trial began at the Old Bailey, Prince Saud bin Abdulaziz bin Nasir al Saud made strenuous efforts to keep the question of his homosexuality secret.


The 34-year-old prince admitted he had assaulted his manservant, Bandar Abdulaziz, but denied murder.

His barrister, John Kelsey-Fry QC, argued the question of sexuality was irrelevant to the case and pointed out homosexual acts were a "mortal sin" under Islamic sharia law.

Mr Kelsey-Fry said if the prince was outed as a homosexual he could face execution in his native Saudi Arabia.

Jonathan Laidlaw QC, prosecuting, argued that if he was convicted and recommended for deportation after serving his sentence he would be able to claim asylum in Britain by arguing that his life was in danger, whether or not he actually was gay.

He said it was not for a defendant "to edit the prosecution evidence".


Bandar Abdulaziz was an orphan Christoph Wilcke, a Saudi Arabia expert with Human Rights Watch, said homosexuals had in the past been executed but it was usually for rape and he said a prince would be immune from court action.

When the trial began Mr Kelsey-Fry went to great lengths to stress his client denied he was gay.

But a string of witnesses suggested otherwise.

A hotel porter Dobromir Dimitrov, himself homosexual, said: "I would describe them as a gay couple."

But Mr Kelsey-Fry, cross examining Mr Dimitrov, told him: "It is not accepted that this was in fact a gay couple - but I readily accept that you had the impression they were a gay couple."

Two male escorts, Pablo Silva and Louis Szikora, also gave evidence they had performed sex acts on the prince.

Naked photos

Although the prince never gave evidence, during police interviews he insisted he was heterosexual and had a girlfriend in Saudi Arabia.

But Mr Laidlaw said this was a lie: "The defendant's keeping back of his homosexuality might in other circumstances, because of the cultural background perhaps, be explained away by embarrassment, or indeed, fear.

"But the defendant's concealing of the sexual aspect to his abuse of the victim was, we will argue, for altogether more sinister reasons."

When he was found in the bed in Room 312 of the Landmark Hotel in central London the victim had bite marks on his cheeks. The police also found naked photographs of him on the prince's mobile

All this, suggested Mr Laidlaw, suggested a "sexual element" to the abuse which led to the victim's death.

His royal heritage could not save the prince from British justice The prince, whose mother was one of 50 children of the late King Saud, paid for his 32-year-old manservant to fly around the world and stay in the best hotels.

Together in London they went shopping, dined in the best restaurants and drank champagne and cocktails in swanky nightclubs.

They shared a bed but the prince frequently subjected his manservant to violent attacks, such as the beating which was captured on the CCTV camera in a hotel lift three weeks before Bandar Abdulaziz's death.

In the footage the victim makes no attempt to fight back and afterwards walks meekly after his master like a scolded dog.

Professor Gregory Gause, a Saudi Arabia expert, said: "Homosexuality is considered extremely shameful in Saudi Arabia and there is not a publicly acknowledged homosexual community.

"It's still closeted. But, for young Saudi men, contact with the opposite sex is extremely difficult so there might be a temptation to experiment before marriage," said Prof Gause, from the University of Vermont.

He said about 5,000 Saudi princes get a yearly stipend of about $200,000 (£126,000), but some were "fabulously wealthy".

Lift assault

An insight into the prince's bashfulness about his homosexuality was given by one of the escorts, Mr Szikora, who described visiting the prince for a two-hour "erotic" session three days before the murder.

He said: "The man I met ultimately did want sexual massage but it is like mixing Nigel Havers with Omar Sharif. You have to build some rapport.

"Middle Eastern gentlemen, they are not as open about what they want as people in the West."


The prince's father, Prince Abdulaziz, attended his son's trial at the Old Bailey

 Whatever the exact relationship between the prince and his manservant, when he overstepped the mark, with his beatings, and inflicted fatal injuries on Bandar he tried to conceal it by concocting a cover story.

He claimed his manservant had been beaten up and robbed of 3,000 euros in Edgware Road three weeks before, and suggested those injuries must have led to his death.

His lies were exposed by the post mortem, which showed the injuries were fresh, and by CCTV footage in the lift, which showed it was the prince who inflicted those earlier injuries.

He later admitted causing the injuries which led to his death.

Now he faces a long spell in a British jail before being deported back to Saudi Arabia.

But Mr Wilcke said: "Irrespective of the court verdict his humiliation has already taken place. A family council will have been held and he will probably have his money cut off."

This CCTV footage taken inside the hotel's lift exposed the prince's lies and proved he had been ill-treating his manservant

By Chris Summers

BBC News

Monday, 18 October 2010

LETTER OF THE POPE TO SEMINARIANS

LETTER OF HIS HOLINESS BENEDICT XVI
TO SEMINARIANS

Dear Seminarians,

When in December 1944 I was drafted for military service, the company commander asked each of us what we planned to do in the future. I answered that I wanted to become a Catholic priest. The lieutenant replied: “Then you ought to look for something else. In the new Germany priests are no longer needed”. I knew that this “new Germany” was already coming to an end, and that, after the enormous devastation which that madness had brought upon the country, priests would be needed more than ever. Today the situation is completely changed. In different ways, though, many people nowadays also think that the Catholic priesthood is not a “job” for the future, but one that belongs more to the past. You, dear friends, have decided to enter the seminary and to prepare for priestly ministry in the Catholic Church in spite of such opinions and objections. You have done a good thing. Because people will always have need of God, even in an age marked by technical mastery of the world and globalization: they will always need the God who has revealed himself in Jesus Christ, the God who gathers us together in the universal Church in order to learn with him and through him life’s true meaning and in order to uphold and apply the standards of true humanity. Where people no longer perceive God, life grows empty; nothing is ever enough. People then seek escape in euphoria and violence; these are the very things that increasingly threaten young people. God is alive. He has created every one of us and he knows us all. He is so great that he has time for the little things in our lives: “Every hair of your head is numbered”. God is alive, and he needs people to serve him and bring him to others. It does makes sense to become a priest: the world needs priests, pastors, today, tomorrow and always, until the end of time.

The seminary is a community journeying towards priestly ministry. I have said something very important here: one does not become a priest on one’s own. The “community of disciples” is essential, the fellowship of those who desire to serve the greater Church. In this letter I would like to point out – thinking back to my own time in the seminary – several elements which I consider important for these years of your journeying.

1. Anyone who wishes to become a priest must be first and foremost a “man of God”, to use the expression of Saint Paul (1 Tim 6:11). For us God is not some abstract hypothesis; he is not some stranger who left the scene after the “big bang”. God has revealed himself in Jesus Christ. In the face of Jesus Christ we see the face of God. In his words we hear God himself speaking to us. It follows that the most important thing in our path towards priesthood and during the whole of our priestly lives is our personal relationship with God in Jesus Christ. The priest is not the leader of a sort of association whose membership he tries to maintain and expand. He is God’s messenger to his people. He wants to lead them to God and in this way to foster authentic communion between all men and women. That is why it is so important, dear friends, that you learn to live in constant intimacy with God. When the Lord tells us to “pray constantly”, he is obviously not asking us to recite endless prayers, but urging us never to lose our inner closeness to God. Praying means growing in this intimacy. So it is important that our day should begin and end with prayer; that we listen to God as the Scriptures are read; that we share with him our desires and our hopes, our joys and our troubles, our failures and our thanks for all his blessings, and thus keep him ever before us as the point of reference for our lives. In this way we grow aware of our failings and learn to improve, but we also come to appreciate all the beauty and goodness which we daily take for granted and so we grow in gratitude. With gratitude comes joy for the fact that God is close to us and that we can serve him.

2. For us God is not simply Word. In the sacraments he gives himself to us in person, through physical realities. At the heart of our relationship with God and our way of life is the Eucharist. Celebrating it devoutly, and thus encountering Christ personally, should be the centre of all our days. In Saint Cyprian’s interpretation of the Gospel prayer, “Give us this day our daily bread”, he says among other things that “our” bread – the bread which we receive as Christians in the Church – is the Eucharistic Lord himself. In this petition of the Our Father, then, we pray that he may daily give us “our” bread; and that it may always nourish our lives; that the Risen Christ, who gives himself to us in the Eucharist, may truly shape the whole of our lives by the radiance of his divine love. The proper celebration of the Eucharist involves knowing, understanding and loving the Church’s liturgy in its concrete form. In the liturgy we pray with the faithful of every age – the past, the present and the future are joined in one great chorus of prayer. As I can state from personal experience, it is inspiring to learn how it all developed, what a great experience of faith is reflected in the structure of the Mass, and how it has been shaped by the prayer of many generations.

3. The sacrament of Penance is also important. It teaches me to see myself as God sees me, and it forces me to be honest with myself. It leads me to humility. The Curé of Ars once said: “You think it makes no sense to be absolved today, because you know that tomorrow you will commit the same sins over again. Yet,” he continues, “God instantly forgets tomorrow’s sins in order to give you his grace today.” Even when we have to struggle continually with the same failings, it is important to resist the coarsening of our souls and the indifference which would simply accept that this is the way we are. It is important to keep pressing forward, without scrupulosity, in the grateful awareness that God forgives us ever anew – yet also without the indifference that might lead us to abandon altogether the struggle for holiness and self-improvement. Moreover, by letting myself be forgiven, I learn to forgive others. In recognizing my own weakness, I grow more tolerant and understanding of the failings of my neighbour.

4. I urge you to retain an appreciation for popular piety, which is different in every culture yet always remains very similar, for the human heart is ultimately one and the same. Certainly, popular piety tends towards the irrational, and can at times be somewhat superficial. Yet it would be quite wrong to dismiss it. Through that piety, the faith has entered human hearts and become part of the common patrimony of sentiments and customs, shaping the life and emotions of the community. Popular piety is thus one of the Church’s great treasures. The faith has taken on flesh and blood. Certainly popular piety always needs to be purified and refocused, yet it is worthy of our love and it truly makes us into the “People of God”.

5. Above all, your time in the seminary is also a time of study. The Christian faith has an essentially rational and intellectual dimension. Were it to lack that dimension, it would not be itself. Paul speaks of a “standard of teaching” to which we were entrusted in Baptism (Rom 6:17). All of you know the words of Saint Peter which the medieval theologians saw as the justification for a rational and scientific theology: “Always be ready to make your defence to anyone who demands from you an ‘accounting’ (logos) for the hope that is in you” (1 Pet 3:15). Learning how to make such a defence is one of the primary responsibilities of your years in the seminary. I can only plead with you: Be committed to your studies! Take advantage of your years of study! You will not regret it. Certainly, the subjects which you are studying can often seem far removed from the practice of the Christian life and the pastoral ministry. Yet it is completely mistaken to start questioning their practical value by asking: Will this be helpful to me in the future? Will it be practically or pastorally useful? The point is not simply to learn evidently useful things, but to understand and appreciate the internal structure of the faith as a whole, so that it can become a response to people’s questions, which on the surface change from one generation to another yet ultimately remain the same. For this reason it is important to move beyond the changing questions of the moment in order to grasp the real questions, and so to understand how the answers are real answers. It is important to have a thorough knowledge of sacred Scripture as a whole, in its unity as the Old and the New Testaments: the shaping of texts, their literary characteristics, the process by which they came to form the canon of sacred books, their dynamic inner unity, a unity which may not be immediately apparent but which in fact gives the individual texts their full meaning. It is important to be familiar with the Fathers and the great Councils in which the Church appropriated, through faith-filled reflection, the essential statements of Scripture. I could easily go on. What we call dogmatic theology is the understanding of the individual contents of the faith in their unity, indeed, in their ultimate simplicity: each single element is, in the end, only an unfolding of our faith in the one God who has revealed himself to us and continues to do so. I do not need to point out the importance of knowing the essential issues of moral theology and Catholic social teaching. The importance nowadays of ecumenical theology, and of a knowledge of the different Christian communities, is obvious; as is the need for a basic introduction to the great religions, to say nothing of philosophy: the understanding of that human process of questioning and searching to which faith seeks to respond. But you should also learn to understand and – dare I say it – to love canon law, appreciating how necessary it is and valuing its practical applications: a society without law would be a society without rights. Law is the condition of love. I will not go on with this list, but I simply say once more: love the study of theology and carry it out in the clear realization that theology is anchored in the living community of the Church, which, with her authority, is not the antithesis of theological science but its presupposition. Cut off from the believing Church, theology would cease to be itself and instead it would become a medley of different disciplines lacking inner unity.

6. Your years in the seminary should also be a time of growth towards human maturity. It is important for the priest, who is called to accompany others through the journey of life up to the threshold of death, to have the right balance of heart and mind, reason and feeling, body and soul, and to be humanly integrated. To the theological virtues the Christian tradition has always joined the cardinal virtues derived from human experience and philosophy, and, more generally, from the sound ethical tradition of humanity. Paul makes this point this very clearly to the Philippians: “Finally, brothers, whatever is true, whatever is honourable, whatever is just, whatever is pure, whatever is pleasing, whatever is commendable, if there is any excellence and if there is anything worthy of praise, think about these things” (4:8). This also involves the integration of sexuality into the whole personality. Sexuality is a gift of the Creator yet it is also a task which relates to a person’s growth towards human maturity. When it is not integrated within the person, sexuality becomes banal and destructive. Today we can see many examples of this in our society. Recently we have seen with great dismay that some priests disfigured their ministry by sexually abusing children and young people. Instead of guiding people to greater human maturity and setting them an example, their abusive behaviour caused great damage for which we feel profound shame and regret. As a result of all this, many people, perhaps even some of you, might ask whether it is good to become a priest; whether the choice of celibacy makes any sense as a truly human way of life. Yet even the most reprehensible abuse cannot discredit the priestly mission, which remains great and pure. Thank God, all of us know exemplary priests, men shaped by their faith, who bear witness that one can attain to an authentic, pure and mature humanity in this state and specifically in the life of celibacy. Admittedly, what has happened should make us all the more watchful and attentive, precisely in order to examine ourselves earnestly, before God, as we make our way towards priesthood, so as to understand whether this is his will for me. It is the responsibility of your confessor and your superiors to accompany you and help you along this path of discernment. It is an essential part of your journey to practise the fundamental human virtues, with your gaze fixed on the God who has revealed himself in Christ, and to let yourselves be purified by him ever anew.

7. The origins of a priestly vocation are nowadays more varied and disparate than in the past. Today the decision to become a priest often takes shape after one has already entered upon a secular profession. Often it grows within the Communities, particularly within the Movements, which favour a communal encounter with Christ and his Church, spiritual experiences and joy in the service of the faith. It also matures in very personal encounters with the nobility and the wretchedness of human existence. As a result, candidates for the priesthood often live on very different spiritual continents. It can be difficult to recognize the common elements of one’s future mandate and its spiritual path. For this very reason, the seminary is important as a community which advances above and beyond differences of spirituality. The Movements are a magnificent thing. You know how much I esteem them and love them as a gift of the Holy Spirit to the Church. Yet they must be evaluated by their openness to what is truly Catholic, to the life of the whole Church of Christ, which for all her variety still remains one. The seminary is a time when you learn with one another and from one another. In community life, which can at times be difficult, you should learn generosity and tolerance, not only bearing with, but also enriching one another, so that each of you will be able to contribute his own gifts to the whole, even as all serve the same Church, the same Lord. This school of tolerance, indeed, of mutual acceptance and mutual understanding in the unity of Christ’s Body, is an important part of your years in the seminary.

Dear seminarians, with these few lines I have wanted to let you know how often I think of you, especially in these difficult times, and how close I am to you in prayer. Please pray for me, that I may exercise my ministry well, as long as the Lord may wish. I entrust your journey of preparation for priesthood to the maternal protection of Mary Most Holy, whose home was a school of goodness and of grace. May Almighty God bless you all, the Father, the Son and the Holy Spirit.

From the Vatican, 18 October 2010, the Feast of Saint Luke the Evangelist.

Yours devotedly in the Lord,
BENEDICTUS PP. XVI


Saturday, 16 October 2010

ATENTADO MUDOU VISÃO DE JOÃO PAULO II SOBRE FÁTIMA

 


Atentado mudou visão de João Paulo II sobre Fátima e despertou admiração por portugueses -                                                 

Stanislaw Dziwisz

17:17    04 Novembro '08 TextoLisboa, 04 Nov (Lusa) 

 O antigo secretário de João Paulo II Stanislaw Dziwisz revelou hoje que o atentado falhado na Praça de São Pedro, em Roma, mudou a visão do anterior Papa sobre Fátima, despertando a sua admiração pelos peregrinos portugueses.

O agora cardeal-arcebispo de Cracóvia encontra-se em Portugal para assinalar os 40 anos da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa e a abertura da exposição "Karol Wojtyla - a fé, o caminho, a amizade. Excursões com os amigos (1952 - 1954)".

Numa conversa com os jornalistas na Embaixada da Polónia, o purpurado e antigo secretário pessoal do Papa, recordou João Paulo II como "um homem de grande pensamento e sobretudo de grande oração", abordando a sua ligação a Fátima e da tentativa de atentado durante a sua primeira visita a Portugal a de 12 de Maio de 1982.

Recordou ainda as três vezes que esteve em Fátima a acompanhar o Santo Padre e falou da sua afeição pelo homem que acompanhou durante 38 anos.

"Posso dizer que tenho uma grande recordação das três visitas do Papa a Portugal" e "não posso esquecer quando veio para agradecer à Nossa Senhora de Fátima pela sua vida", começou por contar Stanislaw Dziwisz.

O cardeal polaco adiantou que João Paulo II estava convicto que a Nossa Senhora de Fátima o "salvou do grande perigo que foi o atentado na Praça de São Pedro", a 13 de Maio de 1981, protagonizado pelo turco Ali Agca.

Nas palavras do cardeal polaco, este momento mudou a atitude de João Paulo II sobre Fátima: "antes do atentado, não se ocupava muito da mensagem de Fátima, mas certamente conhecia o Santuário e sabia da devoção a Nossa Senhora, muito difundida em todo o mundo".

"Mas logo depois do atentado na Praça de São Pedro, a sua atitude mudou. Ficou convencido que a Nossa Senhora de Fátima o salvou e ele mesmo entrou no segredo da mensagem de Fátima", sublinhou.

A terceira parte do segredo de Fátima foi interpretada pelo Vaticano como uma referência ao atentado falhado de 1981, ligando pessoalmente João Paulo II à mensagem mariana da Cova da Iria.

O religioso lembrou nas Aparições, Nossa Senhora havia pedido a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, o que se cumpriu com a "presença de todos os bispos [russos] na Praça de São Pedro" e com o testemunho de muitos bispos do Leste da Europa, já no pontificado de João Paulo II

"Hoje sabemos que essa mudança foi enorme, a maior revolução que aconteceu no mundo sem derramamento de sangue", sublinhou.

Portugal era muitas vezes motivo de conversa entre Stanislaw Dziwisz e Karol Wojtyla, sobretudo nas datas de 13 de Maio e 13 de Outubro, ocasião em que o Santo Padre se dirigia à varanda na Praça de São Pedro e rezava e cantava o "Avé Maria".

"Isso aproximava-o do povo português", disse Stanislaw Dziwisz, contando que João Paulo II admirava a devoção dos fiéis a Nossa Senhora de Fátima, com milhares de pessoas a rezar em uníssono.

O Papa "não podia deixar de admirar a devoção, oração e capacidade de sacrifício dos peregrinos", frisou.

O arcebispo de Cracóvia lembrou outro momento na vida do Papa, aquando da sua primeira visita a Portugal para agradecer à Virgem por tê-lo salvo do atentado sofrido em Roma.

"Foi um facto gravíssimo. O Papa dirigia-se ao altar quando um homem com vestes eclesiásticas se dirigiu a ele para o atingir, mas Graças a Deus foi bloqueado", disse Dziwsz, aludindo ao ataque protagonizado pelo padre espanhol Juan Krohn que foi preso e condenado por tentativa de homicídio.

Segundo Dziwisz, o Papa acabou a celebração, benzeu Krohn e ficou desapontado com a situação, sobretudo por terem atirado o agressor ao chão.

"Ele quis defendê-lo mas havia muita confusão", lembrou.

O arcebispo contou que quando regressavam a casa viu manchas de sangue, mas o Karol Wojtyla deu-lhe "pouca importância porque não representou nenhum perigo para a sua vida e para não aumentar a atmosfera de fricção".

O Papa era uma "pessoa delicada e sensível e não deu a conhecer esta situação para não prejudicar o agressor e não aumentar a atmosfera de tensão", sustentou, contanto que João Paulo II perdoou logo o agressor, foi vê-lo ao hospital e à prisão e chamava-o de "irmão".

"Isto fazem os santos, não há mais nada a dizer", frisou.

Sobre a admiração das pessoas por João Paulo II, o cardeal polaco disse que continua a haver uma "contínua procissão de pessoas que continuam a acorrer à sua sepultura para rezar por ele".

"Ele pouco falava nos últimos anos de vida, mas sentia muito. Era muito sensível ao sofrimento dos outros e rezava por eles, mesmo até durante as audiências", lembrou com saudade.

Sobre a beatificação de João Paulo II, o cardeal polaco afirmou apenas que "a decisão principal foi tomada, esperamos os sinais do céu".