Tuesday, 8 March 2011
SANTO ANTÓNIO DE LISBOA
História de Santo Antônio de Pádua
Pelo Pe. Antônio At., C. S. C.
Traduzido por Mons. Dr. J. Basílio Pereira
Livro de 1951
1195 - 1231
O estudo dos santos é sempre tentador. Esse atrativo explica-se facilmente; porque os santos são primores de obra. A natureza fornece de tempos em tempos a sua matéria prima; a graça vem a ser a sua razão última; para os formar, ela utiliza o meio.
Os santos são inteligências sublimes, mesmo quando ignorantes das ciências humanas; são caracteres superiores, porque venceram o mundo; são corações fortes e ternos, aos quais abrasam a um tempo o amor do bem e o ódio ao mal, e que o céu e a terra visitam à mesma hora; eles adoram o céu e protegem a terra : são, finalmente, insignes benfeitores do gênero humano. A caridade dos santos é sem rival; sua direção é segura, são provas disto as obras imortais que deixam após si. Mesmo quando não apresentassem à observação tão belos traços, quando se pudesse deles dizer somente: não são como os outros homens que conhecemos, e que nos aborrecem ou nos prejudicam, seriam dignos de acatamento.
Eis porque os santos são caros á Igreja, da qual constituem o orgulho e a esperança, e caros se tornam aos filhos da Igreja, que vêem neles uma brilhante demonstração de sua fé. Desde que não se os pode pôr em dúvida, preciso é explicá-los; e quem dirá donde saem, se acaso se negar a virtude do batismo? É em vão que muitos se esforçam por obscurecer o nimbo que lhes emoldura o semblante venerando. Fazer dos santos uns grandes homens e colocá-los no Panteon, é muitas vezes uma habilidade; no fundo, é uma involuntária homenagem que escritores honestos, e algures corações de artistas, rendem aos heróis do catolicismo.
Assim, se explica o prazer íntimo que experimentamos, lendo a Vida dos Santos.
Monday, 7 March 2011
10 DE MARÇO: INÍCIO DA NOVENA A S. JOSÉ
Devocionário de São José
Extraído do livro Exercícios de Piedade em Honra de São José
Diz Santa Tereza D' Ávila (Vida, cap. 6n.6-8): "Tomei por advogado e senhor ao glorioso São José e encomendei-me muito a ele... Causa espanto as grandes mercês que Deus me fez por meio desse bem aventurado Santo, dos perigos que me livrou tanto do corpo como da alma. A outros santos parece que o Senhor lhes deu graças para socorrer em determinada necessidade. Mas deste glorioso santo tenho experiência que socorre em todas... Só peço, por amor de Deus, que o prove quem em mim não acreditar e verá por experiência o grande bem que é encomendar-se a este glorioso patriarca e lhe ter devoção."
"São José é um grande intercessor que temos diante de Jesus. Nunca tarda em nos ajudar a conseguir alguma graça que desejemos, desde que a peçamos com fé. Tudo o que sabemos de São José é o que nos conta a Sagrada Escritura: que era um homem justo, temente a Deus e aceitou dar sua vida para criar e educar um filho que não era seu (afinal Jesus era filho de Deus).
Era um homem bom, compassivo e carinhoso,características de um justo. Quando soube da gravidez de Maria, não sendo seu o filho que ela esperava, planejou deixá-la silenciosamente para não a expor à vergonha e crueldade, porque naquela época, as mulheres acusadas de adultério eram apedrejadas até à morte (Mt 19,20). José foi também um homem de fé e obediente. Quando o anjo do Senhor em sonho lhe revelou o mistério sobre a criança que Maria trazia no ventre, imediatamente e sem questionar ou preocupar-se com fofocas, a tomou como esposa. Quando o anjo lhe apareceu novamente para avisá-lo do perigo que a sua família corria, imediatamente deixou tudo o que possuía, bem como os parentes e amigos e partiu para um país estranho e lá permaneceu, aguardando pacientemente até que o anjo do Senhor, no devido tempo, o instruiu para retornar (Mt 2,13-23).
Quando Jesus ficou no templo, perdido dele e da mãe, José, junto com Maria, procurou-o com grande ansiedade até encontrá-lo ao fim de três dias (Lc 2,48). Tratava Jesus como seu próprio filho, a tal ponto que os habitantes de Nazaré repetiam constantemente em relação a Jesus "Não é ele o filho de José?" (Lc 4,22). José teve uma morte linda, como muitos gostariam de ter, ao lado de Jesus e de Maria."
Sunday, 6 March 2011
A SANTA MISSA
Eis um breve relato de algumas visões do padre João Baptista Reus, com relação à maravilhosa realidade sobrenatural da Santa Missa. Falecido em odor de santidade, teve este sacerdote, a graça de ver o que acontece de sobrenatural durante a Santa Missa, a qual, por razão, costumava chamar de "A FESTA NO CÉU".
Ao tempo em que o demônio procura eclipsá-la, vamos adorar mais e mais a Jesus, em reparação a tantas blasfêmias que contra a Eucaristia se cometem. Eis o que era dado ver ao Padre Reus:
"Nossa Senhora convida todo o Paraíso para participar da Santa Missa. Todos os anjos e Santos A seguem em maravilhoso cortejo até o altar. Os Santos formam um semi-círculo ao redor do sacerdote celebrante e o acompanham até o altar. Lá chegando, os anjos se colocam atrás dos Santos.
Outra multidão de anjos cerca a igreja e cobre os fiéis, impedindo a aproximação dos demônios durante a Santa Missa, em honra á Majestade de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A Virgem Santíssima está sempre junto do celebrante, do lado do altar onde é servida a água e o vinho, e onde são lavadas as mãos do sacerdote. É a própria Mãe de Jesus quem serve o celebrante e lava suas mãos. Entre Nossa Senhora e o celebrante, é convidado o Santo do dia.
Todas as almas do Purgatório também são convidadas pela Virgem Maria e permanecem durante toda a Santa Missa aos pés do altar, entre o celebrante e os fiéis. Conta o Padre Reus que ele via as almas do Purgatório em verdadeira festa e com grande esperança de libertação. Padre Reus via uma chuva caindo sobre o Purgatório durante toda a Santa Missa.
No momento sublime da Consagração, quando estas almas veem Nosso Senhor Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, sentem um desejo incontrolável de sair daquelas chamas e se atirarem em Seus braços, mas não conseguem, por não estarem ainda purificadas.
Após a Consagração, acontece a libertação do Purgatório, das almas que já atingiram a purificação. Nossa Senhora estende a mão a cada uma delas e diz: "Minha filha, pode subir ".
Os anjos saúdam as almas libertadas do Purgatório, abraçando-as. É um momento de imensa alegria e beleza. Em seguida, estas almas, resplandecendo com a beleza indescritível, adornadas como noivas, como anjos, são introduzidas triunfalmente no Paraíso, por uma multidão de anjos, ao som de música e cantos celestiais.
- Na hora da morte, as Missas que houveres assistido serão a tua maior consolação.
- Toda Missa implora o teu perdão junto da justiça Divina.
- Em toda Missa podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados e diminuí-las mais ou menos consoante a teu fervor.
- Assistindo com devoção à Missa, prestas a maior das honra à Santa Humanidade de Jesus Cristo.
- Ele se compadece de muitas das tuas negligências e omissões.
- Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais porém te arrependestes.
- Diminui o império de Satanás sobre ti.
- Sufraga as almas do Purgatório da melhor maneira possível.
- Uma só Missa a que houveres assistido em vida, ser-te-á mais salutar que muitas a que outros assistirão por ti depois da tua morte, pois pela Missa participas da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.
- A Missa preserva-te de muitos perigos e desgraças que te abateriam.
- Na Missa recebes a benção do sacerdote, a qual Nosso Senhor confirma no Céu. És abençoado em seus negócios e interesses pessoais.
- Toda Missa alcança-te um grau maior no Céu e diminui o teu Purgatório."
EXORCISMUS: THE MOVIE
'Exorcismus' (La posesión de Emma Evans)
Emma é uma jovem de 15 anos que quer mais independência dos pais. Estes, pelo contrário, prendem-na demasiado, pensando no futuro dela e com a ilusão de que um dia ela lhes vai agradecer.
Um dia Emma tem um ataque que parece indicar epilepsia. Os pais levam-na ao médico, mas nada é detectado. Quando o comportamento desta se altera, e começa a haver exemplos de que pode estar possuída por um demónio, é chamado um padre da família para a exorcizar. Mas será este capaz de tal tarefa, quando a própria Igreja o renega?
Com o dedo da Filmax, esta produção espanhola - falada em inglês - tinha o ensejo de demonstrar uma nova abordagem aos demónios e exorcismos no cinema. O objectivo é parcialmente atingido, mas não sem que se entrem nas visões padrão do fenómeno, onde subsistem os clichés das mensagens nos espelhos, das baratas a sair das casas de banho (ou moscas, ou abelhas, como noutros filmes), da voz distorcida, da vista carregada a tons negros e claro, das levitações inexplicáveis. E “Exorcismus” segue muito por aí, com todos os detalhes do género, abordando sim, e com algum engenho, novos caminhos à forma como se é ‘possuída’, e os objectivos para isso.
E apesar de haver alguns sustos de momento, este é um filme que tenciona, pelo ambiente, criar mais tensão e terror, fabricando paralelamente um drama familiar, com a pressão parental como fundo. E é neste ponto que o filme se fortalece e fragiliza de forma equitativa. Ao dar mais que um simples demónio que queria um corpo, ao mostrar outras razões para o fenómeno, é necessária uma maior explicação ao espectador, o que pode por vezes fazer a obra tropeçar em si mesma em termos narrativos.
Neste caso específico, o filme até consegue ser mais lógico que a maioria, e fugir à tal simplicidade dos demais filmes do género, mas será que consegue assustar ou ser um filme menos anónimo no universo de filmes demoníacos? Nem por isso. Em termos simples, este “Exorcismus” é um filme pastilha elástica. Diverte, entretém, mas rapidamente o sabor desaparece da nossa boca, ou cabeça neste caso.
O Melhor: O filme transforma a vítima em pecadora, e só por isso é diferente e louvável em termos criativos
O Pior: É um filme que entretém no momento, mas não ficará para a história
A Base: “Exorcismus” é um filme pastilha elástica. Diverte, entretém, mas rapidamente o sabor desaparece …6/10
por Jorge Pereira
Domingo, 27 Fevereiro 2011 15:33
Manuel Carballo's terrible The Possession of Emma Evans (Exorcismus) will premiere tomorrow on VOD courtesy of IFC Midnight, and inside you'll find our previous released 6 clips, along with the official US trailer. I highly recommend avoiding it at all costs. Starring Sophie Vavasseur (Evelyn), Stephen Billington (Resident Evil), Richard Felix (Fragile), Douglas Bradley (Hellraiser) and Tommy Bastow, tired of a family that she feels is too oppressive and authoritarian, Emma Evans, a troubled and unsatisfied teen in full pursuit of her identity, decides one day to do something to end this situation. To achieve this, Emma unleashes her deepest desires, not realizing that it's a trigger too dark and powerful forces that she is unable to control, bringing the horror and tragedy into the Evans home. Emma just wanted to be free... but there are things you should never wish for.
Wednesday, 2 March 2011
PAPA ILIBA JUDEUS DA MORTE DE JESUS
Papa iliba judeus da morte de Jesus
A declaração foi feita no novo livro "Jesus de Nazaré"
O Papa Bento XVI iliba totalmente o povo judeu da morte de Jesus Cristo, um dos assuntos mais controversos do cristianismo, num novo livro de que foram publicados, esta quarta-feira, os primeiros excertos.
No livro, intitulado "Jesus de Nazaré", Bento XVI recorre a uma análise bíblica e teológica para explicar por que não é verdade que o povo judeu no seu conjunto seja responsável pela morte de Jesus.
Embora o Vaticano sustente há cinco décadas que os judeus não foram colectivamente responsáveis, académicos judeus ouvidos pela agência noticiosa norte-americana AP consideraram que o argumento agora exposto pelo papa é significativo e vai contribuir para combater o anti-semitismo.
"Há uma tendência humana natural para aceitar as coisas como verdadeiras e muitas vezes isto leva a erros de percepção" quanto aos riscos de anti-semitismo, considerou o rabi David Rosen, responsável para os assuntos inter-religiosos do comité judaico americano que há vários anos lidera o diálogo entre as duas religiões.
Segundo Rosen, o Vaticano divulgou em 1965 a sua nota mais autorizada sobre o assunto, "Nostra Aetate", nota que revolucionou as relações da Igreja Católica com o judaísmo ao afirmar que a morte de Cristo não pode ser atribuída ao povo judeu nem na altura nem actualmente.
Para o rabi, as palavras de Bento XVI podem representar um marco mais importante e duradouro na medida em que os crentes tendem a ler mais as escrituras e artigos ou livros do que os documentos da Igreja, especialmente os mais antigos.
Este é o segundo volume de "Jesus de Nazaré" de Bento XVI lançado em 2007, o primeiro livro que lançou como papa, sobre os primeiros anos da vida e dos ensinamentos de Jesus Cristo. Este segundo volume, com lançamento previsto para 10 de Março, é sobre a segunda parte da vida de Cristo.
http://radiocristiandad.wordpress.com/2011/03/02/el-papa-exonera-a-los-judios/
http://blog.ilgiornale.it/tornielli/2011/03/02/la-morte-di-gesu-e-le-responsabilita-giudaiche/
Leia a opinião da FSSPX aqui
Read the SSPX's opinion here
http://blog.ilgiornale.it/tornielli/2011/03/02/la-morte-di-gesu-e-le-responsabilita-giudaiche/
Leia a opinião da FSSPX aqui
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ADEPTOS ESCOCESES HUMILHAM SEM-ABRIGO NO ROSSIO
Fãs do Glasgow Rangers causam distúrbios
Adeptos escoceses humilham sem-abrigo no Rossio
O episódio ocorreu na passada quinta-feira, antes do jogo frente ao Sporting, mas o vídeo só depois foi colocado na internet. Adeptos do Glasgow Rangers aproveitaram a tarde do dia da partida para se concentrarem na praça do Rossio. O pior foi depois: foram filmados a meterem-se com um sem-abrigo, que se encontrava sentado no chão.
Nas imagens agora divulgadas, no meio de risos e muita cerveja, um adepto escocês decide pegar no homem e atirá-lo para dentro da fonte da praça.
Incomodado, o sem abrigo acaba por sair da fonte completamente encharcado. A risada é geral entre os presentes.
O Glasgow Rangers empatou a duas bolas em Alvalade e seguiu em frente, para os oitavos-de-final da Liga Europa.
Monday, 28 February 2011
PINTO DA COSTA VISITOU JOÃO PAULO II
Pinto da Costa e Carolina Salgado foram recebidos pelo Papa em 23 de Abril de 2003
Pinto da Costa com João Paulo II
No dia em que comemora 21 anos à frente do clube da Invicta, Pinto da Costa realiza o sonho de uma vida: ser recebido pelo Papa. A 23 de Abril de 2003, João Paulo II, no discurso feito no Vaticano, fala em português e refere-se especificamente ao FC Porto.
"Foi um momento inesquecível. Senti um grande orgulho e felicidade quando tive oportunidade de lhe beijar o anel. Foi um grande orgulho ouvi-lo falar em português e referir-se ao nosso clube", disse, na altura, o dirigente à agência Lusa.
Pinto da Costa fica emocionado pela recepção e oferece ao Sumo Pontífice uma imagem de Nossa Senhora de Fátima, uma camisola assinada pelos jogadores e uma camisola número um, já que João Paulo II foi guarda-redes de futebol.
No mesmo dia, o presidente faz um balanço sobre os anos à frente dos destinos do Futebol Clube do Porto. Dá nota positiva ao seu próprio desempenho. Admite ainda que, depois de ter estado no Vaticano, só lhe falta realizar um sonho: ver construído o novo estádio. Mais um desejo concretizado, desde Novembro de 2003, data da inauguração da "casa" do Dragão.
Leia o artigo completo aqui
PINTO DA COSTA EMOCIONADO NA AUDIÊNCIA COM O PAPA
Pinto da Costa: «Um sonho realizado com muito orgulho»
Emoção e felicidade quase indescritíveis foi o que Pinto da Costa revelou após a audiência de ontem na Praça de S. Pedro, no Vaticano, com o Papa João Paulo II.
"Foi um sonho que concretizei com muito orgulho. Nunca escondi que o Papa é um das figuras que mais admiro e foi com grande emoção que vivi este contacto. Não poderia desejar melhor prenda que esta, no dia em que celebro 21 anos de presidência no FC Porto. Costumava dizer que tinha dois sonhos para cumprir: um era ter uma audiência com o Papa e um novo estádio para o FC Porto. Um já está e outro está a poucos meses de se concretizar. Depois está tudo...", disse o líder portista.
O Sumo Pontífice saúda as pessoas presentes nas audiências na Praça de S. Pedro (ontem cerca de 50 mil), nas respectivas línguas mãe e, em bom português, saudou "os irmãos de língua portuguesa: "Saudai Cristo, porque ele é bom". Numa mensagem de paz e de renovada esperança no futuro, de acordo com a quadra da Páscoa, o Vigário de Deus saudou "em especial o FC Porto", acrescentando: "Possam os dirigentes e jogadores serem mensageiros de paz e concórdia através do desporto."
Feitas as saudações, num ritual de alegria e emoção arrepiantes que, por momentos, devolvem-nos a fé na humanidade, seguiram-se as bênçãos particulares. Os membros do séquito português ajoelharam-se à vez aos pés do Papa, pedindo a bênção com o tradicional beijo no anel. Pinto da Costa relatou o que sentiu: "Foi um momento especial de muita alegria. Ele sabia que estava a falar com o presidente do FC Porto e desejou-me felicidades. Ofereci-lhe uma imagem de Nossa Senhora de Fátima em prata com um símbolo muito discreto do FC Porto na base e ele agradeceu-me, apertando-me a mão três vezes. Oferecemos-lhe também uma bola e uma camisola do FC Porto autografadas pelo plantel". Pinto da Costa garantiu ainda que delegaria no administrador para o futebol, Reinaldo Teles, a missão de comunicar ao plantel a mensagem do Papa.
Além de Pinto da Costa e a sua companheira, Carolina Salgado, fizeram parte da comitiva portista Reinaldo Teles e esposa, Luís Filipe Menezes e esposa, o secretário de Estado, Miguel Macedo, Adelino Caldeira, Lourenço Pinto, Adolfo Roque, António Mortágua, Joaquim Oliveira, Adolfo Roque, Paiva Brandão, José Guilherme Aguiar, Adriano Pinto, Osório Castro, o padre Jorge Duarte e Antero Henriques.
Lei o artigo completo aqui
"Foi um sonho que concretizei com muito orgulho. Nunca escondi que o Papa é um das figuras que mais admiro e foi com grande emoção que vivi este contacto. Não poderia desejar melhor prenda que esta, no dia em que celebro 21 anos de presidência no FC Porto. Costumava dizer que tinha dois sonhos para cumprir: um era ter uma audiência com o Papa e um novo estádio para o FC Porto. Um já está e outro está a poucos meses de se concretizar. Depois está tudo...", disse o líder portista.
O Sumo Pontífice saúda as pessoas presentes nas audiências na Praça de S. Pedro (ontem cerca de 50 mil), nas respectivas línguas mãe e, em bom português, saudou "os irmãos de língua portuguesa: "Saudai Cristo, porque ele é bom". Numa mensagem de paz e de renovada esperança no futuro, de acordo com a quadra da Páscoa, o Vigário de Deus saudou "em especial o FC Porto", acrescentando: "Possam os dirigentes e jogadores serem mensageiros de paz e concórdia através do desporto."
Feitas as saudações, num ritual de alegria e emoção arrepiantes que, por momentos, devolvem-nos a fé na humanidade, seguiram-se as bênçãos particulares. Os membros do séquito português ajoelharam-se à vez aos pés do Papa, pedindo a bênção com o tradicional beijo no anel. Pinto da Costa relatou o que sentiu: "Foi um momento especial de muita alegria. Ele sabia que estava a falar com o presidente do FC Porto e desejou-me felicidades. Ofereci-lhe uma imagem de Nossa Senhora de Fátima em prata com um símbolo muito discreto do FC Porto na base e ele agradeceu-me, apertando-me a mão três vezes. Oferecemos-lhe também uma bola e uma camisola do FC Porto autografadas pelo plantel". Pinto da Costa garantiu ainda que delegaria no administrador para o futebol, Reinaldo Teles, a missão de comunicar ao plantel a mensagem do Papa.
Além de Pinto da Costa e a sua companheira, Carolina Salgado, fizeram parte da comitiva portista Reinaldo Teles e esposa, Luís Filipe Menezes e esposa, o secretário de Estado, Miguel Macedo, Adelino Caldeira, Lourenço Pinto, Adolfo Roque, António Mortágua, Joaquim Oliveira, Adolfo Roque, Paiva Brandão, José Guilherme Aguiar, Adriano Pinto, Osório Castro, o padre Jorge Duarte e Antero Henriques.
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Quinta-feira, 24 abril de 2003
PINTO DA COSTA: Comitiva recebida pelo Papa
Dirigentes e convidados do FC Porto foram recebidos, esta quarta-feira, por João Paulo II. Pinto da Costa ofereceu uma imagem de Nossa Senhora, enquanto que o Papa saudou os «peregrinos portugueses com votos de paz».
A comitiva do FC Porto, chefiada por pelo seu presidente, foi recebida, esta quarta-feira, pelo Papa João Paulo II, numa cerimónia que decorreu na Praça de São Pedro, no Vaticano. Pinto da Costa, que comemora o seu 21º aniversário à frente dos destinos do clube do Porto, liderou uma comitiva de dirigentes e convidados do clube, que não incluiu qualquer jogador ou membros da equipa técnica do FC Porto.
O presidente do FC Porto entregou uma imagem de Nossa Senhora de Fátima ao Papa, que saudou «os peregrinos portugueses com votos de paz». João Paulo II deixou ainda «uma mensagem de afecto, concórdia e alegria» à equipa, dirigentes e jogadores do FC Porto. pós ter cumprimentado o Papa, altura em que ofereceu a imagem de Nossa Senhora, com um emblema do FC Porto na base, Pinto da Costa confessou-se emocionado e orgulhoso.
«Senti um grande orgulho e uma grande felicidade. É um momento inesquecível e quando tive oportunidade de lhe beijar o anel, fez referência que estava a falar com o presidente do FC Porto», disse. O líder máximo dos «dragões» considerou ainda, que ao fim de 21 anos de presidência do FC Porto, pouco lhe falta fazer à frente do clube portista. «Agora só me falta inaugurar o estádio», concluiu.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=742798&page=-1
«Senti um grande orgulho e uma grande felicidade. É um momento inesquecível e quando tive oportunidade de lhe beijar o anel, fez referência que estava a falar com o presidente do FC Porto», disse. O líder máximo dos «dragões» considerou ainda, que ao fim de 21 anos de presidência do FC Porto, pouco lhe falta fazer à frente do clube portista. «Agora só me falta inaugurar o estádio», concluiu.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=742798&page=-1
Sunday, 27 February 2011
PAPA FAVORÁVEL À DOAÇÃO DE CÉLULAS DO CORDÃO UMBILICAL
Papa favorável à doação de células do cordão umbilical
No entanto, Bento XVI é contra a sua comercialização
O Papa Bento XVI afirmou-se este sábado favorável à doação das células do cordão umbilical, que qualificou como um «acto de solidariedade humana e cristã», criticando a sua comercialização, escreve a Lusa.
«A investigação médico científica é um valor e não somente para os cientistas mas também para toda a comunidade civil», afirmou Bento XVI que falava na Cidade do Vaticano na assembleia da Academia Pontifícia para a Vida.
Para Bento XVI «este valor e a necessidade de solidariedade, estão bem evidentes no caso da utilização das células do cordão umbilical», noticiou a AFP.
LOS ZOMBIES EXISTEN
Según el Padre Fortea fue esa la conclusión a que Zapatero ha llegado y la ha comunicado a su mujer. Lea el artigo del Padre Fortea aqui
Thursday, 24 February 2011
JUAN FERNANDEZ KROHN: LA FSSPX DICE "NO" A LA BEATIFICACIÓN DE JUAN PABLO II
In this Nov. 30, 2004, photo, then Pope John Paul II gives his blessing to late Father Marcial Maciel, founder of the Legionaries of Christ, during a special audience the pontiff granted to about four thousand participants of the affiliated Regnum Christi movement at the Vatican.
Noticiaba aquí en mi entrada de ayer que la FSSPX se acababa de pronunciar, antes de ayer, en contra de la beatificación de Juan Pablo II. He estado leyendo ahora detenidamente las declaraciones del superior general reproducidas íntegramente en el sitio digital de la fraternidad divulgadas por la prensa italiana, y sin duda, y pese a lo circunspecto del lenguaje utilizado, se trata de un paso adelante en esa cuestión tan cadente que esta dividiendo no poco a los católicos en unos países más que en otros.
La FSSPX fiel en eso a una linea que compartía plenamente su fundador Marcel Lefebvre acabaría entrando en conflicto con el pontífice anterior Juan Pablo (II) tras unos primeros momentos de expectativa y de titubeo a seguir a su eleccion en el cónclave que sucedió -en el 78- a la muerte de Juan Pablo I, que se verían dominados por la audiencia que concedió al nuevo pontífice al arzobispo rebelde, en los primeros meses a seguir a su nuevo nombramiento.
Y fue por culpa de la reunión ecuménica de Asís que pareció a los tradicionalistas infligir claramente el principio -dogmático o cuasi/dogmático-, "Extra ecclesia nulla salus" (fuera de la iglesia no hay salvaciõn), que el magisterio eclesiástico mantendria a rajatabla en los últimos siglos. El margen que ofrecía a su postura la teología tradicional que profesaban y siguen profesando les dejaba no obstante poco margen de maniobra: o el acatamiento o "grosso modo" la declaración de sede/vacante.
El arzobispo disidente decidiría no obstante mantenerse (él y sus seguidores) en tierra de nadie, en una especie de limbo teologico que no le salvó al final de ser excomulgado (...) Y la tierra/de/nadie lo seguirían siendo para sus discípulos y herederos los pasillos y estancias vaticanas por donde vienen discurriendo -a sus anchas- desde hace dos años en unas conversaciones que amenazan ahora con encallar definitivamente, como aquí ayer ya lo deje sentado. Por culpa (mayormente, o en parte) de la beatificación de Juan Pablo (II)
En los años que permanecí en el seminario de Econe fui testigo de primera mano de una polémica doctrinal acompañada de enfrentamientos mas o menos larvados, discretos o solapados en el orden personal -sin llegar por cierto nunca a las manos (...)- entre el fundador de la FSSPX y otras figuras de destaque de la corriente católico/tradicionalista en Francia (o de lengua francesa) Una de ellas la encabezaba el Abbé de Nantes del que aquí ya hablé que acabo formalizando su discrepancia con el arzobispo rebelde en una declaración escrita que se perdía fatalmente en sutilezas y bizantinismos (teológicos) como solía ser el caso por lo general en ese género (cuasi literario) caracterizado por la disputa o la polémica (religiosa) y en la que se negaba a Lefebvre el derecho a resistir,como lo venía haciendo ya entonces, a las instrucciones emanadas del Vaticano -que le ordenaban someterse y cerrar su seminario sin mayores dilaciones-a partir del momento, decía él, que no se ponía en duda la legitimidad del pontífice reinante entonces (Pablo VI) ni siquiera lo desacertado de su conducta publica y que Lefebvfe y sus seguidores se limitaban a desobedecer sin más, sin llegar -como le instaba a hacer su rival y contradictor- hasta echar en cara en publico al pontífice reinante entonces su conducta siguiendo ejemplos de resistencia (a la autoridad) que recogen los evangelios (canónicos)
Y en ese punto cabe reconocer que el fogoso eclesiástico francés tradicionalista había predicado con el ejemplo presentándose con sus seguidores en Roma a principios de la década de los setenta para allí lanzar, en una reunión abierta al público, su libelo de acusación contra Pablo VI (Liber Accusationis) que uno de sus seguidores alcanzó a entregar en mano al propio interesado en audiencia publica en el vaticano (tras lo que se vería expulso de territorio italiano)
La otra tendencia que disputaba doctrinalmente contra la anterior y en contra también de la postura mantenida por el arzobispo Lefebvre (y su FSSPX) -como si la doctrina/católica se hubiera convertido de pronto en un puerto de arrebatacapas de todos contra todos (...)- lo era la sostenida por los llamados "sedevacantistas" Una denominación que gozó de cierta difusión en los medios por aquellos años (y que aún no perdió del todo) y que designaba a aquellos que mantenían que la sede romana estaba "vacante" desde el concilio en la medida que el vaticano II había formalizado (de forma mas o menos solemne) una ruptura con la tradición/católica.
Su principal argumento tal y como se vería expuesto y defendido en una obra difundida "sotto voce" por la TFP brasileña (y consortes) lo era un adagio de teología tradicional que rezaba, "papa hereticus, depositum est", contrapuesta en la obra aludida a aquel otro de "papa hereticus deponendum est"; el segundo defendida por los teólogos mas destacados de los tiempos de la eclosión del protestantismo y el primero (que gozaba de las preferencias de la TFP y del autor de la obra) un poco mas tardía, del período del triunfo la contrarreforma al interior de la Iglesia católica, tras el concilio de Trento.
Como lo ilustraban las dos personalidades emblemáticas en extremo que encarnaban una y otra postura en la historia del magisterio, el cardenal Cayetano, por un lado, legado pontificio en Alemania en los inicios de la revuelta protestante, y por otro (san) Roberto Bellarmino, jesuíta italiano y figura de destaque de la compañía de jesús de la época de la guerra de los Treinta Años.
La TFP como aquí ya comenté juzgo al final mas prudente no publicar ese trabajo llamado a ser en principio la segunda parte de una obra de la que la primera parte -sobre el Novus Ordo Missae- sí que vería la luz en cambio.
Y tanto ellos como la FSSPX se verían en consecuencia abocados a navegar en las aguas profundas -e inciertas (como la navegación internacional)- de una postura de resistencia al vaticano difícilmente defendible desde las posturas de teología tradicional tan estrictas y rigoristas que siempre mantuvieron. Lo que en la situación actual viene a ponerse de nuevo de manifiesto.
Y es en la medida que es difícil oponerse a la beatificación del pontífice anterior Juan Pablo II sin poner "pari passu" directa o indirectamente en causa la autoridad (moral) de su principal impulsor, el sucesor de Juan Pablo (II) en la sede pontificia. Porque si nos encontramos como así parece a todas luces delante de una encrucijada decisiva en la que las autoridades vaticanas parecen haber decidido irrevocablemente la beatificación del pontífice anterior, de punto de partida en una singladura de futuro irreversible, está claro que o los unos o los otros se equivocan o se están equivocando.
Los que mantenemos que la canonización del papa anterior supone -además de una hipotecar el futuro imperdonablemente- una afrenta al honor de los católicos del mundo entero por culpa de su conducta publica -por acción como por omisión- los largos años de su pontificado, tal y como lo afirmo en mi "Liber accusationis", o al contrario, los que piensan que su canonización -y cuanto mas solemne y apoteósica mejor que mejor- será el instrumento oportuno ("providencial") susceptible de cerrar la boca a los detractores y poner coto de una vez por todas a los escándalos -en materia de pederastia de eclesiásticos sobre todo- que amenazan la credibilidad del catolicismo y comprometen gravemente el buen nombre de los catolicos en el mundo entero, individual como colectivamente considerados. Desde los tiempos del anterior pontífice.
Las tensiones al interior de la iglesia no son nuevas no obstante en el catolicismo, y me refiero tanto a un antes como a un después del concilio vaticano segundo. El concilio las entronizaría solemnemente por así decir de forma visible, pero la historia de la iglesia (y de los dogmas) se habrá visto esmaltada (es un decir) de querellas doctrinales -mas o menos bizantinas- y entre todos las disidencias o movimentos cismáticos que surcaron la historia de los países católicos estos últimos tres siglos, hay uno poco conocido entre españoles por tratarse de un fenómeno específicamente francés estrechamente ligado a la revolución francesa y a la dominación napoleónica y lo sería el llamado cisma de la "Pequeña Iglesia" ("la Petite Eglise")
Un cisma por exceso de fidelidad -como lo siguen describiendo algunos diccionarios de teología y de historia de la iglesia- de los más fieles a la iglesia y al catolicismo en Francia en el periodo de persecución que abrió la revolución entre los católicos franceses. Tras la firma del concordato con Napoleón, ciertas regiones del este del hexágono, la Vandea (Vendée) en particular -teatro de una feroz resistencia armada antirrevolucionario en nombre de la religión que se saldaría con el primer genocidido (democrático) de los tiempos modernos- se declararon en rebeldía frente a la autoridad eclesiástica.
Y el movimiento no se limitó sólo a las estratos populares sino que como consecuencia de aquel trance una treintena de obispos franceses -que habían arrastrado y sufrido persecución en el periodo revolucionario- se refugiaron en Inglaterra y rompieron abiertamente con el vaticano. ¿Se puede acaso mostrar discrepancia con la beatificación que se aproxima -por razones doctrinales (de divergencia insalvables en materia de ecumenismo como es el caso de la FSSPX o por una cuestión elemental de honor individual y colectivo como nos ocurre a otros)- y poder declararse y sentirse al mismo tiempo "en plena comunión con la sede/apostólica" (por emplear el lenguaje mas rancio y consagrado)?
La cuestión no deja de plantearse en conciencia -en los términos mas drásticos e inapelables además-, todos estarán aquí de acuerdo. En un comentario a una de mis anteriores entradas en el tema se me reprochaba una visión "extremista" (y estrecha) de la iglesia -"verbi gratia" del catolicismo- en la medida que según mi contradictor yo parecía negar, en la postura mantenida en mis escritos, la posibilidad a la iglesia/católica de una tarea de proselitismo entre todos aquellos que de una forma u otra se vieron seducidos por la actuación o el estilo (personal) del pontificado del papa anterior Juan Pablo II sin que ello significase una ruptura con lo que fuera.
Tal vez no, pero en cuestiones de honor individual o colectivo como las que a juicio de muchos (entre los que me encuentro) la beatificación del papa Wojtyla plantea, ese margen de maniobra que pretenden ver algunos en la tesitura en la que se nos coloca lisa y llanamente no existe. To be or not ot be. El buen/nombre del papa/polaco, salvaguardado para la posteridad por unos fastos sin precedentes como los que nos anuncian, al precio de nuestro honor individual y colectivo de católicos y de españoles; o viceversa.
En el programa radiofónico de ayer noche de César Vidal se veía reservados unos minutos el tema de la beatificación pontifica en curso. Y cual seria mi sorpresa cuando me encontré con una entrevista -en el marcado del referido programa- al responsable de viajes del Corte Inglés, dando toda clase de detalles del muestrario de viajes programado bajo el patrocinio de esa célebre firma con motivo de la beatificación pontificia.
Con una gama variada de precios y facilidades (de pago) Una ilustración flagrante del silencio cada vez mas ensordecedor y ahogadizo que se está instalando en amplios sectores de la prensa de opinión española en relación con el tema en ascuas.
¿Infalible Benedicto XVI en caso de que se acabe consumando su intención de llevar a cabo -contra viento y marea- la beatificación -de su predecesor en el trono/pontificio? Está claro que si así lo hace se equivoca. Y no veo en nombre de qué se nos podrá negar el derecho de proclamarlo.
En defensa propia -como aquí ya lo tengo explicado- y por el honor de los católicos españoles puesto en entredicho (y del mundo entero) en lo sucesivo.
23.02.11 | 18:46. Archivado en Canonización de Wojtyla (recogiendo el guante del desafío)
23.02.11 | 18:46. Archivado en Canonización de Wojtyla (recogiendo el guante del desafío)
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Wednesday, 23 February 2011
JUAN FERNANDEZ KROHN COMENTA LAS CONVERSACIONES ENTRE LA FSSPX Y ROMA
Conversaciones entre Roma y los lefebvrianos, ¿a punto de encallar definitivamente (por culpa de Juan Pablo II) ? (26)
22.02.11 | 18:26. Archivado en Canonización de Wojtyla (recogiendo el guante del desafío)
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Las conversaciones entre el Vaticano y los lefebvrianos de la FSSPX parece estar a punto de encallar definitivamente, por lo que leo. Por culpa -en parte al menos- de la beatificación de Juan Pablo (II)(y de sus milagros). Algo previsible desde el principio, lo que ya no es tan fácil de elucidar en cambio es el significado que haya que endosar al fracaso inminente de los contactos, en el contexto sobre todo de la causa de beatificación acercándose a marchas forzadas del papa Juan Pablo (II) La tesis del facha/expiatorio que llevo aquí defendiendo en ese asunto desde hace un rato, me parece desde luego la clave de explicación más certera y verosímil de lo que esta sucediendo.
Benedicto XVI, papa alemán de pasado comprometido (entre comillas), por su alistamiento o ligazón estrecha con asociaciones juveniles del régimen nazi -de las que llegó a vestir el uniforme-, paga y pagará fatalmente por su predecesor que supo rescatar o redimir -es un decir- su trayectoria pasada (incorrecta) de una forma mucho mas correcta (políticamente hablando) Y la Fraternidad San Pío X se ve condenada a pagar también en la disyuntiva en la que viene a colocar al actual pontífice la causa de beatificación en curso del papa polaco.
Habas contadas. Y me estoy refiriendo al tradicionalismo católico en sus ramificaciones internacionales. Un micro/universo en el que a riesgo de conocerse (o de conocernos) todos, sus referencias históricas e ideológicas no podían estar mas claras. Y ya se trate de Maurras, de Franco o de Pío XII -todos ellos políticamente incorrectos en las coordenadas y baremos en curso-, Benedicto XVI se ve sentenciado a corto o largo plazo a acabar pagando por todos ellos. En sustitución de su predecesor, Juan Pablo II.
Porque lo quieran reconocer o no algunos, su suerte, de una forma u otra, se ve ligada a la de la FSSPX e incluso a la de su discutido obispo Williamson, oveja negra de los obispos tradicionalistas, que algunos parecen prestos a utilizar de fusible providencial llegado el momento oportuno. Pero se engañan o engañan (a sabiendas) Porque al final, el que acabaría pagando por todos -por Franco, por Maurras por Pío XII (y sus "silencios") por la FSSPX y por las declaraciones de uno de sus miembros (Williamson) sobre el holocausto (y lo que venga)- lo sería el pontífice reinante y el pagano en definitiva tras él lo sería el honor de los católicos del mundo entero polacos o no polacos, por más que estos últimos se tengan reservado un estatuto especial un tanto privilegiado (e intocable) de mártires -de la democracia- en el orden mundial que siguió al final de la segunda guerra mundial en el 45, representantes casi únicos -con los irlandeses y los vascos también si se me apura- del único catolicismo políticamente correcto tras el 45.
¿Aceptan o siguen aceptando todos los polacos, en bloque, esa imagen de papolatría anacrónica, tan grotesca y peregrina que consigue proyectar de su país y de ellos mismos, en el orbe católico al menos, el culto a la personalidad del papa polaco? Es lo que cabe preguntarse leyendo unas declaraciones recientes de un eclesiástico polaco, ferviente celador de la memoria de "su" papa Wojtyla, director en funciones de una de esas emisoras de radios tan surrealistas -a fuer de "marianas" y de militantes (ni preconciliares ni posconciliares sino todo lo contrario) (...)- que cundieron en Polonia tras la caída del muro.
O ante esas fotos rayanas en el esperpento de curas polacos participando en una competición de esquí que lleva por título (sic) Copa Juan Pablo II (...) En mi viaje a Polonia en el 81 donde circulé en los medios de Solidarnosc gracias al amparo que me brindaba la sotana rigurosa de la FSSPX que vestí desde el principio hasta el final de mi visita, conocí mucha gente desde luego que no respondían en modo alguno a ese clisé (polaco) que se viene difundiendo desde entonces.
El árbol no deja ver (a menudo) el bosque. Y en el caso polaco esa imagen wojtyliana en curso en los países católicos y en particular entre españoles, de un pueblo de reflejos gregarios y serviles, religiosamente fanatizado y a punto de desbordarse en masa -en la entrevista del eclesiástico citado mas arriba se da la cifra del millón de peregrinos- en las ceremonias de beatificación de "su" papa idolatrado en el Vaticano, oculta sin duda una realidad muy distinta.
Como lo ilustra el hecho incontrovertible que la corriente ideológica (y religiosa) a la que prestan su voz esas cadenas de radio -confinadas a lo que se da en llamar la derecha/católica (polaca)- no supone a lo sumo mas que una fracción netamente minoritaria del electorado polaco, tal y como lo probaron con creces las consultas electorales que siguieron al fallecimiento, víctima de accidente aéreo, de su anterior presidente, Kaczinski, gran valedor de la causa de beatificación del papa Wojtyla junto con el que fue secretario vitalicio del papa anterior, actual arzobispo de Varsovia, íntimo amigo suyo.
El problema polaco -de un país (y de sus habitantes) que fue clasificado "de enfermo de Europa" durante todo el siglo XXIX - no sigue menos enhiesto no obstante, me refiero entre no-polacos. Me comentaba hace poco un amigo la discusión que tuvo con un grupo de aquellos, con los que se cruzó en su visita al monasterio italiano de Monte Casino que guarda presumiblemente abundantes recuerdos de la importante batalla de la segunda guerra mundial, que tuvo la celebre abadía benedictina y sus inmediaciones de teatro de operaciones.
Y fue sin duda por culpa de la memoria edificante, en muchos polacos, sobre la actuación de sus compatriotas en aquella efemérides, traducida en un cuento de buenos y malos que se resiste lógicamente a aceptar versiones históricas de aquel episodio bélico susceptibles de invalidar en lo mas mínimo esa imagen iconográfica que se tiene forjados de ellos mismos, mucho mas que cualquier otro pueblo (europeo)
Así, les hubiera sonado a blasfemia el aprender -lo que mi amigo no sabía tampoco cuando se los cruzo- que los polacos de Montecasino atacaron a la bayoneta calada a la población civil refugiada en sus sótanos y refugios subterráneos. Peras al olmo no obstante el pretender lo contrario tal vez, ya digo. Por su parte la FSSPX arrastra también un problema de memoria histórica que tal vez sea interesante (y urgente) el intentar descifrar o encarar de un somero golpe de vista aquí aunque sólo sea.
La FSSPX fue fundada por el arzobispo Marcel Lefebvre y desde ese punto de vista puede considerarse una obra de un sello o huella francesa inconfundible. No es óbice que su existencia, su nacimiento y sus irradiación innegable en el plano internacional en el plano internacional se vieran íntimamente ligados a la Suiza y al catolicismo suizo.
En Econe vivíamos un poco (como aquí todos se imaginan) en régimen de invernadero por más que tuviéramos ciertos contactos con el mundo exterior materializados en las visitas que recibíamos de fuera y en particular de los habitantes de las inmediaciones y de las poblaciones y localidades circundantes y también en las excursiones de alta montaña por lo general que hacíamos con regular frecuencia, una vez al mes (aproximadamente), en las que nos veíamos agasajados por propietarios de establecimientos que guardaban lazos de amistad aunque sólo fuera con Econe y sus mentores y responsables suizos.
Pero confieso que la realidad suiza, micro/universo por tantos conceptos, sigue siendo para mi "grosso modo" un libro cerrado hoy como entonces. A imagen y semejanza sin duda del desconocimiento que continua siendo el mío, de su historia atípica y un tanto a parte como lo es también la realidad geográfica que configura su particular ubicación en el corazón de los Alpes, en el cruce de todos los caminos que surcan el continente.
La excepción confirma la regla no obstante y el carácter hermético que sigue ofreciendo para mí la realidad suiza, su presente como su pasado -y sus perspectivas de futuro incluso- ofrece la salvedad de un capitulo de su historia que atrajo siempre mi atención relacionado con la segunda guerra mundial, y en particular un fenómeno tan digno de estudio como el de la neutralidad suiza entonces. Una tradición antigua sin duda, en un país marcado por las guerra de religión y fatalmente condicionado por su pequeñez geográfica (comparativa); que no dejaba no obstante de esconder todo un elenco de razones y motivos, como ocurriría con la neutralidad española.
La neutralidad suiza -como la española- en la segunda guerra mundial no se ve menos rodeada de tabués. Uno de ellos es el que rodea o sigue rodeando las simpatías extendidas en grandes sectores de su opinión pública en favor de la causa del Eje, sobre todo en su zona lingüística germanófona. Bernard Fellay, superior de la FSSPX, unos años mas joven que yo, y que conocí viéndole montar en trineo en las inmediaciones del seminario era un joven suizo típico, de padre francófono -ingeniero de profesión y responsable de la central eléctrica situada junto al seminario que daba al lugar su nombre de Econe-y de madre germanófona que yo también conocí.
Por supuesto que no voy a acusarles aquí de simpatías pro/alemanas de cuando la segunda guerra mundial, ni prestarles posiciones política o históricamente incorrectas las que sean (que ignoro por cierto) Sí se la presto en cambio a un grupo que gravitaba en torno al seminario de Econe y que disfrutaba allí de un amplio radio de influencia que abarcaba a la mayoría de sus miembros entre ellos -soy formal en lo que estoy diciendo- la familia del propio superior en la actualidad de la FSSPX (entonces)
Y me estoy refiriendo a una especie de masonería católica de la que aquí ya hablé -con no pocos puntos en común con el Opus Dei- la Cité Catholique (en español Ciudad Católica) que cambiarían mas tarde su nombre por el de Office (resumen de una denominación mucho mas larga e inasimilable hasta para franceses)
El Office, fundado por Jean Ousset, una maurrasiano notorio, adolescente durante la segunda guerra mundial pero perfectamente ubicable en los medios de la colaboración (pro/nazi) entonces arrastró siempre ese pecado original -como el Opus Dei en relación con Franco y con el franquismo- que intento redimir a base de metamorfosis (más o menos camaleónicas) -como los que acompañarían en España a la trayectoria de la Obra con ocasión de la celebración del concilio vaticano segundo en los años del tardo/franquismo, y ya antes, a partir de la crisis de régimen del 56-57- que algunos de sus partidarios de la primera/hora no dejarían de reprocharles lo que daría lugar a escisiones y polémicas sin cuento de las que fui testigo y un poco también víctima en los años que discurrí en aquellos medios.
Desde que estalló el caso Williamson hace ahora dos años sus cofrades de la FSSPX hicieron todo lo divino y lo humano por distanciarse de su oveja negra o de ponerle un bozal al menos en los temas en ascuas -holocausto judío, cámaras de gas y demás- con escasos resultados hasta la fecha. Como viene a probar o a ilustrar ahora el fracaso (inminente) de su contactos con Roma. Pagan o van a pagar ahora por Williamson que ya viene pagando lo suyo -expulsado de la Argentina sometido a un régimen de libertad vigilada o condicional (como llamarlo de otra forma) dentro de la FSSPX y procesado en los tribunales alemanes por delito de negacionismo-; por una hipoteca tan pesada e insoluble como la que a todas luces amenaza aplastar ahora al Vaticano batido por vientos contrarios a medida que se acerca la fecha de beatificación del papa polaco.
La exclusión definitiva de los católicos integristas asoma al horizonte cercano del pontificado de Benedicto XVI en lo sucesivo,como quiera que sea. Con ello el cisma que aventarían el concilio y el postconcilio en el seno de los países católicos no haría mas que hacerse un poco mas visible si cabe.
Me fui a Ecône cuando soplaba ya vientos de tormenta en proveniencia del Vaticano, a sabiendas pues, lo confieso. Digamos que fue la tormenta que se avecinaba lo que me puso en la pista entonces, y fue, creo recordar, a través de un numero de la edición española de la Contrarreforma Católica en el siglo XX -un titulo sugerente no me digan, más incluso para españoles que para franceses- que dirigía el Abbé de Nantes, figura de gran destaque del tradicionalismo francés (en una de sus corrientes) fallecido hace un año.
En él se venia a decir que la obra de Econe no le debía nada al Vaticano -"verbi gratia" a la iglesia del concilio- y que si la espada de damocles de las sanciones canónicas acababan abatiéndose sobre ella no haría con eso mas que ponerse de manifiesto el cisma que trajo el concilio, a los ojos del mundo entero. La profecía se cumplió por cierto (a su manera) Y ahora, cuarenta años después -treinta casi desde que se consumo la ruptura)- una (nueva) ruptura definitiva de los contactos iniciados ahora hace dos años con el levantamiento de las excomuniones, no vendría mas que a confirmar que el pontífice actual, Benedicto XVI decidió seguir en la vía de encismamiento emprendida por sus predecesores.
Por lo que vendría a confirmarse lo que ya dije, que mantengo: los responsables de la FSSPX -Lefebvre y sus discípulos y seguidores- acertaban en la intuición por mas que errasen mas o menos en sus postulados. En su rechazo, me refiero, del concilio de la discordia. Por el que vino a quedar definitivamente enterrada la memoria histórica del catolicismo español (y de los siglos del Imperio)
La canonización de Juan Pablo (II) viene a ser la canonizacion del concilio", acaban de declarar los representantes de la FSSPX. Y una vez más -no me duelen prendas- aciertan en la intuición (por más que puedan equivocarse en los postulados)
Canonización el concilio pues, el próximo primero de mayo, y de todos su xapos y culebras.
ROME AND FSSPX: THE END OF THE DIALOGUE. WHAT''S NEXT?
Fellay no logra convencer a Benedicto XVI
No hay acuerdo entre Roma y los lefebvrianos
"El Papa tiene una cierta comprensión con nosotros, pero dentro de límites"
Benedicto XVI provocó una ola de protestas en 2009 al levantar las excomuniones impuestas a los cuatro obispos en 1988 sin requerirles primero que aceptaran su autoridad sobre la doctrina de la Iglesia.
Las conversaciones del Vaticano con la Fraternidad de San Pío X están cerca de llegar a su fin sin ningún acuerdo sobre reintegrar a los ultra-tradicionalistas, incluyendo a un obispo que al negar la existencia del Holocausto avergonzó al papa Benedicto XVI.
El obispo Bernard Fellay ha dicho que su Sociedad de San Pío X (SSPX) no ha tenido éxito en convencer a miembros del Vaticano en hacer que las enseñanzas eclesiásticas vuelvan a ser cómo eran hace medio siglo, antes de las reformas del Concilio Vaticano II (1962-1965).
Benedicto XVI provocó una ola de protestas en 2009 al levantar las excomuniones impuestas a los cuatro obispos en 1988 sin requerirles primero que aceptaran su autoridad sobre la doctrina de la Iglesia.
Su decisión también provocó amplias protestas, de católicos romanos y judíos, debido a que uno de los obispos, Richard Williamson, había negado públicamente el Holocausto. Desde entonces ha sido condenado y multado por discurso de odio en Alemania.
"Estamos llegando a la conclusión (de las charlas) porque hemos analizando las principales preguntas planteadas por el Concilio", dijo Fellay al distrito de Estados Unidos de la SSPX en una entrevista publicada en su página web.
Consultado sobre si los funcionarios del Vaticano habían cambiado de opinión durante las conversaciones, que comenzaron a fines de 2009, respondió: "No creo que se pueda decir eso". Indicó que el Papa "tiene una cierta comprensión con nosotros, pero dentro de límites"
(Rd/Agencias)
Redacción, 22 de febrero de 2011 a las 10:18
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