Sunday, 20 February 2011

ESORCISTA PADRE ALFREDO PALLOTTA

PADRE GABRIELE AMORTH FALA SOBRE O OCULTISMO

Pe. Gabriele Amorth: O ocultismo

Do livro "Exorcistas e Psiquiatras"

Creio que o ocultismo é a verdadeira religião de Satanás, aquilo que mais se opõe ao verdadeiro Deus e à verdadeira religião; e aquilo que mais se opõe ao homem, com as suas aspirações espirituais e a sua racionalidade, que o estimula a estudar e procurar uma explicação racional de tudo quanto é objeto do seu conhecimento.

Para tomarmos consciência destas afirmações, temos de partir dos fundamentos da nossa fé, baseada na revelação, e que tem um claro ponto de partida: “Ouve, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças” (Dt 6,4-5). É o enunciado que está na base do Decálogo: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de minha face.” (Ex 20,2-3). É o grande início que antecede a explosão da revelação, com a Encarnação de Cristo, único Salvador e único Mestre.

“Tirai Deus e o mundo encher-se-á de ídolos”. Não se trata apenas da observação de um escritor contemporâneo, que espelha uma constatação recorrente em toda a história. O Santo Cura d’Ars exprimia o mesmo conceito, mas por outras palavras: “Tirai o pároco de uma paróquia e em menos de dez anos adorarão as bestas”. Gosto muito de me referir ao livro por experiência, a Bíblia, de onde provém todo e qualquer ensinamento sobre o homem. O Antigo Testamento é a história da fidelidade de Deus e da infidelidade de Israel. De todas as vezes que o povo hebraico vira as costas a Deus, entrega-se à idolatria. É matemático que, na proporção em que se verifica um decréscimo da religião, dá-se um aumento da superstição; e, deste modo, permite-se a entrada do ocultismo e todas as suas ramificações. É o nosso mundo que, deste modo, se afastou de Deus e de todas as formas religiosas, e se enterrou até o pescoço na idolatria, na superstição, no ocultismo.

O que é o ocultismo

Não é fácil definir o ocultismo. Há quem amplie o conceito e quem o restrinja (pessoalmente, prefiro a concepção mais extensa); os próprios termos utilizados para defini-lo são, muitas vezes, substituíveis e não exprimem conteúdos claramente delimitados. Substancialmente, ocultismo é acreditar na existência de entes ou forças não experimentáveis no plano normal da sensibilidade, mas através dos quais é possível dominar tudo, utilizando práticas específicas que são aprendidas mediante a investigação, a iniciação e o exercício.

Quem se dedica ao ocultismo julga adquirir conhecimentos e poderes que os outros não têm e que estão além das leis físicas ou racionais: leitura do pensamento, materialização de objetos, conhecimento do futuro, influências benéficas ou maléficas sobre quem quiser, domínio sobre as forças naturais, contato direto com os espíritos (quais? nunca se diz!), relacionamento com os mortos e – por que não? – com os OVNIS, com os extraterrestres e outras forças do gênero.

É explícita a rejeição da religião e da razão. Da religião porque se trata de entidades, de forças, de poderes que não provêm de Deus: nem na sua existência nem no seu uso. Da razão porque se trata de seres e de poderes que estão totalmente fora de qualquer possibilidade de estudo ou de controle racional, que escapam de qualquer possibilidade de exame científico. Só por isso se vislumbra uma relação direta com a magia, a adivinhação, a astrologia, o espiritismo, o satanismo e certos aspectos da maçonaria. Mais do que relação, diria que o ocultismo é o tronco a partir do qual se ramificam todas estas conseqüências, como seus frutos. Quem faz dele religião, entra numa seita, entendendo este termo no seu pior sentido.

Será possível que toda esta construção tenebrosa se agüente de pé, sem sequer procurar uma origem, um ponto de partida? Foram várias as tentativas nesse sentido, fato que revela a sua inconsistência.

Atualmente é moda apelar-se a práticas orientais antigas, especialmente tibetanas ou indianas, ou, então, à cabala israelita. Outros preferem apelar a tradições antiqüíssimas, sabe-se lá quais, que se perderam nos tempos e cujo conhecimento exige iniciação. Eis então o esoterismo, ou seja, a iniciação, que procura descobrir aquilo que se esconde por detrás de antigas tradições, mitos ou símbolos, para se apoderar e utilizar de tais segredos: deste modo, os cultores do esoterismo afirmam que conseguem descobrir os segredos de certas plantas, de certas pedras, de certos cristais, e por aí adiante.

O ocultismo também quer se apoderar de poderes escondidos, depois de conhecê-los, muitas vezes, a custo das pessoas se tornarem dependentes de seres superiores: homens já há muito conhecedores destes segredos, ou entidades não muito bem identificadas.

Ou, então, deixando-se guiar por espíritos que não sabe bem o que são. Atualmente, é moda encontrar magos, cartomantes, videntes que se dizem auxiliados por um espírito-guia. O que é isso? Não sabem, mesmo quando revelam seu nome. Que seria do ocultismo se as coisas fossem claras? De minha parte, limito-me a aconselhar a proteção do Anjo da Guarda e, sobretudo, a obediência à contínua ação do Espírito Santo.

Concluindo, podemos dizer: o esoterismo é o ensinamento daquilo que está escondido; o ocultismo é a descoberta de entidades e de forças secretas e a aquisição de práticas necessárias para a conquista de maiores poderes. Os dois termos são de tal maneira semelhantes, que muitos livros combinam os dois e falam de ocultismo esotérico. As definições e as palavras podem ser rebuscadas o quanto quiser, mas os frutos são atualmente muito procurados. Neste capítulo, falarei das seitas, da nova religiosidade e do satanismo.

Reservo os dois capítulos que se seguem para falar sobre a magia e o espiritismo, dado o seu particular desenvolvimento. Acrescento também que, neste campo, os meios de comunicação têm feito um péssimo serviço. É um tema que dá espetáculo e dinheiro; e as pessoas, perdida como está a religião, andam sedentas de palhaçadas.

Mas, antes, vejamos como defender-nos do ocultismo, para podermos “brilhar como astros, no meio de uma geração má e perversa” (cf. Fl 2,15).

Como defender-se do ocultismo

É fácil especificar como defender-se do ocultismo. Mais difícil é agir de acordo. Implica três pontos fundamentais: nova evangelização, informação, ouvir as pessoas.

– A nova evangelização. O Papa insiste continuamente, e com razão, neste tema. Se o ocultismo nasce da negação de Deus e da sua revelação, para escravizar o homem ligando-o a entidades e ritos totalmente ambíguos, a antítese do ocultismo é o regresso a Deus.

Só assim se derruba o castelo da idolatria e das superstições, sobre o qual se apóia o ocultismo.

Por várias vezes, já me aconteceu de dizer e escrever que o povo italiano é um povo de pagãos batizados, que vive como pagãos e sabe tanto de religião como os pagãos. É suficiente olhar para as famílias separadas, para a desonestidade que reina em todos os setores, para o triunfo do divórcio e do aborto, para o decréscimo da natalidade, para as igrejas desertas. Creio que, no que diz respeito à decadência, podemos comparar a nossa situação com a do Império Romano, tal como aparece descrito, criticamente, por São Paulo na Carta aos Romanos, ou como é narrado no popular romance histórico Quo Vadis? Um estado de decadência que, certamente, não existia no período da República. Qual o motivo desta decadência dos valores e deste abandono maciço e progressivo da fé, a partir do pós-Segunda Guerra Mundial?

As causas são muitas, mas algumas são particularmente evidentes.

O filósofo Augusto del Noce escreveu que a história do mundo moderno é a história da difusão do ateísmo. É verdade, é uma novidade absoluta na história da humanidade: o ateísmo manifestado nas massas populares. Nunca tinha ocorrido algo do gênero.

Eventualmente, havia o culto a falsos deuses mentirosos, como lhes chama Dante; ou o culto do Imperador ou culto conforme à mentalidade sócio-cultural de um povo e de uma época. Mas só o comunismo marxista inventou a propaganda do ateísmo com métodos científicos, que também encontrou terreno fértil no mundo ocidental, já minado pelo racionalismo, pelo secularismo e, mais tarde, pelo consumismo e pela indiferença religiosa.

Nossa Senhora tinha previsto tudo isso em Fátima, em 13 de julho de 1917 (o famoso dia das mensagens com os três segredos), ou seja, antes da Revolução Bolchevique, de finais de outubro: “A Rússia espelhará pelo mundo os seus erros, suscitando guerras e perseguições à Igreja”. Em Moscou, até 1990, na universidade, havia o Instituto Superior do Ateísmo, para formar os quadros do partido.

Ensinavam também o método a ser seguido para destruir a fé, qualquer tipo de fé, numa nação religiosa. E em várias cidades da Rússia havia os museus do ateísmo, sempre colocados em igrejas desconsagradas; eram os únicos museus de ingresso gratuito. E não é difícil demonstrar a eficácia da propaganda do ateísmo em todo o mundo; especialmente na Itália, onde havia, e ainda há (não se sabe como, depois da queda do chamado comunismo real) o partido comunista mais numeroso do mundo ocidental. Do comunismo, se passa, infalivelmente como já destacamos, para a superstição, para a idolatria, para o ocultismo esotérico, que é o grande tronco do qual brotam a magia, a adivinhação, os cultos orientais, o satanismo, as seitas... Ou Deus ou Satanás; não é por acaso que já foram feitos interessantes estudos sobre a ligação entre o marxismo e a demonologia, e sobre a provável consagração satânica de vários chefes históricos do comunismo: Marx, Engels, Lenine, Stanlin...

Certamente que as causas são muitas. Quando o Papa João Paulo II, na Carta Apostólica de preparação para o Jubileu, quis resumir a situação religiosa do nosso tempo, ressaltou quatro aspectos:

– O primeiro sintoma é a indiferença religiosa. As pessoas já não se interessam pela religião, e assumem-na como uma espécie de verniz exterior, sem qualquer tipo de eficácia. São típicas a este respeito, três expressões que ouvimos serem repetidas constantemente:

“Tenho fé à minha maneira”, ou seja, penso e atuo como quero; “Acredito, mas não sou praticante”, ou seja, faço aquilo que quero e gosto, não me interessando com a vontade de Deus; “Acredito em Jesus Cristo, mas não nos padres”, ou seja, acredito naquilo que eu quero, embora Jesus tenha dito claramente: “Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos rejeita, a mim rejeita” (Lc 16,10).

– O segundo sintoma evidenciado pelo Papa é a confusão no campo da ética. Já não existe lei moral; já não existem valores. O colégio cardinálico, que pela primeira vez na história da Igreja se reuniu, não para nomear um novo Papa, mas para preparar o programa em vista do ano 2000, chegou mesmo a falar de noite ética: a escuridão completa a respeito do comportamento moral.

– O terceiro sintoma são as correntes teológicas errôneas. Quantas coisas foram escritas por teólogos e biblistas, que perturbaram profundamente o clero, os sacerdotes e bispos; e, conseqüentemente, também o povo cristão? Dou um exemplo. Todas as pessoas que encontrei, que passaram por uma situação de confissão habitual, para outra de perigo, descuido em relação ao Sacramento da Penitência, me disseram que houve um sacerdote que as tinham aconselhado a confissão apenas em caso de pecado mortal seguro. O melhor é não falar aqui da minha tarefa de exorcista (não me faltam certamente as ocasiões); vi teólogos e biblistas – e, por detrás deles, bispos e padres – que já não acreditam na ação do demônio, não acreditam nos exorcismos, dizem que tudo isto é um regresso à Idade Média, chegando mesmo a negar os exorcismos no Evangelho. A confusão no clero tem sido assustadora, quer no ensinamento quer, infelizmente, repetidas vezes, na vida pessoal.

– Como quarto sintoma, o Papa destaca: a crise de obediência ao Magistério da Igreja. Não posso deixar de evocar o famoso terceto de Dante: Avete il Vecchio e il Nuovo Testamento – e il Pastor della Chiesa vi guida – questo vi basti a vostro salvamento [Tendes o Antigo e o Novo Testamento – e o Pastor da Igreja a vos guia – isto seja suficiente para a vossa salvação]. Depois acontece que, quando não se obedece ao magistério da Igreja, infalivelmente, acaba-se obedecendo aos outros magistérios: ao dos jornais e da televisão: às visões dos chamados videntes; quando não, mesmo aos gurus ou outros líderes que nada têm a ver com o Cristianismo.

– Informação. O segundo meio que indico como defesa contra o ocultismo é a informação correta. Não se pode ensinar aquilo que não se sabe. Se nos seminários já não se fala do diabo, nem dos exorcismos, imagine, então, se se fala de ocultismo, de sessões de espiritismo nas formas atuais, dos vários cultos orientais, de todas aquelas formas atualmente na moda e que contêm perigos? Muitas pessoas me contam que foram a magos, para serem libertadas de certos inconvenientes, depois de terem se aconselhado com o próprio pároco. Conheço muitos casos de sessões de espiritismo feitas por estudantes, sem que o professor de Religião e Moral tenha alertado-os dos perigos, mesmo quando foi explicitamente induzido a respeito.

Não é de se admirar que os livros que relatam interrogatórios aos falecidos sejam publicados com a recomendação inicial de eminentes sacerdotes. E quem prega a proibição de freqüentar os magos? Ou os perigos de ver espetáculos de magia na televisão?

– Ouvir as pessoas. É o terceiro grande meio de defesa contra o ocultismo. As pessoas têm problemas, dúvidas, sofrimentos. Necessitam de ser ouvidas e aconselhadas. Necessitam de quem as ouça com atenção e competência. Monsenhor Gemma escreve na sua Carta Pastoral de 29 de junho de 1992, na qual institui grupos de oração de libertação: “Considero que faz parte do ministério sacerdotal ouvir todos os fiéis com grande, grande paciência. Tudo deve ser submetido a um saudável discernimento por parte dos pastores. as nunca, nunca uma alma aflita, porventura, inconscientemente abatida pelo maligno – não é este, por acaso, o seu ofício? – pode ser tratada com superficialidade, minimizando os seus problemas ou, pior ainda, recusando ouvi-la. Jesus não atuava desta maneira”. E continua com uma observação realmente espantosa: “Os ministros sagrados não sabem que é precisamente a indiferença por parte deles que, freqüentemente, induzem os simples e desprevenidos a recorrerem a magos e bruxarias, ou a outras práticas aberrantes, que são instrumentos privilegiados de intervenção por parte do demônio e do seu triunfo? Não vos canseis de manter os vossos fiéis afastados dele!”.

Este é um aspecto fundamental, que está na base de difusão do ocultismo em todas as suas formas. A oferta existe: os anúncios nos jornais, na televisão, nos meios de comunicação social em geral, são mais do que muitos. Como já vimos, calcula-se que, na Itália, os freqüentadores destes charlatões e satanistas são mais de doze milhões.

E não é só isso. Também há a oferta de acolhimento e compreensão por parte de outros grupos religiosos, de seitas, de organizações equívocas. Não hesito em afirmar: se perdermos a batalha do acolhimento pessoal, perderemos a batalha da evangelização. Não conheço e julgo que não existem alternativas.

Eis, então, os três grandes remédios contra o ocultismo, em todas as suas formas: nova evangelização, informação e ouvir as pessoas.

Sobre o primeiro aspecto, que é fundamental porque a fé nasce e é alimentada da escuta da Palavra de Deus, gostaria ainda de acrescentar que o século XXI e o terceiro milênio, herdam dois importantes documentos que fundam a nova evangelização. É necessário apresentar ao homem de hoje, Jesus Cristo e Sua obra, de maneira integral e adequada aos tempos: é este o esforço e o conteúdo dos documentos do Vaticano II. E é urgente dar, de novo, também aos povos de antiga tradição cristã, aquela cultura religiosa de base que já não possuem. Do ponto de vista religioso, são analfabetos; nem sequer sabem o Decálogo, não vão à Missa, não se confessam. É este o esforço e o conteúdo do Catecismo da Igreja Católica. Os instrumentos existem; cabe aos cristãos utilizá-los.

Defender-se do ocultismo. O francês M. Lallemand, estudioso do ocultismo, não hesita em afirmar que, atualmente, os adeptos do ocultismo são bem mais numerosos que os adoradores do verdadeiro Deus. É uma afirmação forte que nos faz refletir. Mas que, a meu ver, é uma conseqüência direta ao abandono em Deus: enfraquece a fé, cresce a superstição; não se acredita em Deus, acredita-se nos ídolos. E, para os batizados, que valor tem serem cristãos e, em sua maioria, se não já se lembram das leis de Deus e em compensação, se entregam ao ocultismo?



PADRE PIO - THE MOVIE






















THE ENTHRONEMENT OF THE HOME TO THE SACRED HEART OF JESUS


Rev. Fr. Gregory Drahman, CMRI

Devotion to the Sacred Heart of Jesus is nothing new: it comes to us from the pages of Sacred Scripture itself. The significance of St. Longinus’ piercing Christ’s side on Mt. Calvary makes us reflect on the mystery of the love of Our Lord’s Sacred Heart.

Providence always indicates, especially by the establishment of new feasts and ceremonies, the particular devotion that God knows we need at a particular time. Popes, saints, and even Christ Himself have enjoined upon us the need for a deeper devotion to the Sacred Heart as an antidote for the evils of our day.

As we celebrate the centenary anniversary of the ceremony of the Enthronement of the Home to the Sacred Heart of Jesus, let us reflect on its history and importance. In 1907, Fr. Mateo Crawley Boevey, a young priest from Peru, began to spread the devotion of the Sacred Heart of Jesus among Catholic families. He made a pilgrimage to the shrine of the Sacred Heart at Paray-le-Monial in France where Our Lord appeared to St. Margaret Mary in 1674 and then continued on to Rome. There he received not only a blessing upon this new apostolate, but a command from Pope St. Pius X to devote his entire life “for this work of social salvation.” Returning to Paray-le-Monial, he refined the ceremony of family enthronement on August 24, 1907.

Fr. Mateo made a 5-week retreat in the Holy Land and then stopped in New York on his return to Peru. Wasting no opportunity, he preached the enthronement in a Spanish church and immediately witnessed God’s blessing upon this work. “Accompanied by the parish priest, Fr. Mateo would go from home to home enthroning the Sacred Heart in a place of honor. The results were startling. Fallen-aways returned to the sacraments; great sinners, including enemies of the church and high-ranking Freemasons, were converted. The spiritual growth of the entire parish was changed. It was a veritable Pentecost.”[1]

So great was the enthusiasm for the enthronement of the Sacred Heart in South America that the bishops of Chile obtained special indulgences for this ceremony from the Holy See in 1913. Thanks to the dedicated school children that assisted Fr. Mateo by writing letters to their bishops and who were affectionately called his “secretaries,” this devotion began to spread throughout the world. Europe requested his presence after World War I had begun; his whirlwind tour sometimes required that he speak 8 times a day in various churches and cathedrals.

Fr. Mateo eventually returned to the United States. “In all my travel,” he said, “I have never met a more docile or more generous race than the Americans! I regret that I had not come here years ago!” [2] One of the highlights of his visit was the solemn consecration of the Chicago archdiocese to the Sacred Heart by Cardinal Stritch before 125,000 people in Soldier’s Field in 1943. The aging missionary was enthusiastically received in several large cities in America and then pursued his work in Canada. He eventually returned to Peru in 1956 where he died at the age of 81. “Thy Kingdom Come” was the motto of this zealous apostle of the Sacred Heart.

Families, nations and the world have been consecrated to the Sacred Heart of Jesus. Pope Pius XI commanded parish priests to annually recite the Act of Consecration of the Human Race to the Sacred Heart of Jesus on the Feast of Christ the King. King Alphonso XIII of Spain solemnly enthroned the Sacred Heart as King of Spain on May 30, 1919, in the presence of many bishops, civil officials and the civilian populace.

Fr. Mateo clearly understood that society’s basic building block is the family. Society is a mirror of the families composing it. If families have a deep love for the Sacred Heart, nations will find peace and prosperity. Pope St. Pius X hoped that many souls would be saved through the enthronement.

The recently-instituted feasts of the Holy Family and Christ the King, the enthronement ceremony of Fr. Mateo, and the Family Rosary Crusade of Fr. Peyton indicate the need today for strong, holy families. Since the family is the foundation of society, this devotion is paramount today.

Challenges to Catholic families grow every day in our secular world. Outside the home, away from the prudent advice and good morals of their Catholic parents, children can easily become vulnerable to many temptations. The Catholic home must become a strong citadel against the rising tide of immorality in society. The family must be well defended against all evil influence so young people can grow in wisdom, grace and holiness. Children will find strength and guidance from a good home life as they embark to begin new lives as young adults.

Our Lord assured us that: “Tepid souls shall become fervent; fervent souls shall quickly mount to high perfection.” Those truly devoted to the Sacred Heart demonstrate their love for Christ by frequent attendance at Mass and the devout reception of the sacraments. By recalling that Our Lord is King of the home, parents can be confident that He who would “suffer the little children to come to Him” will help them attain the Kingdom of Heaven. This is also an efficacious means of fostering religious vocations that are sorely needed today. Blessings flow abundantly to all who honor our Lord. The image of the Sacred Heart officially enthroned in the home is a visible reminder that He is its King. Those who take Fr. Mateo’s suggestion that an image of the Immaculate Heart of Mary be placed next to the Sacred Heart have a ready-made place where the family can gather to pray. This should be in a prominent place so that the promise may be fulfilled that Our Lord will “bless every place in which an image of My Sacred Heart is exposed and honored.”

Our Divine Lord also promised that He would “give to priests the grace of touching the most hardened hearts,” and that “Sinners will find in (His) Heart the source and infinite ocean of mercy.” Countless conversions of loved ones and friends have taken place through the enthronement of the home to the Sacred Heart. Catholics should place unbounded confidence in the Good Shepherd, who can bring back the erring members of their families. Should we not be convinced that the Gospel story of the prodigal son comes true in real life?

Through this enthronement of the Sacred Heart as King of the home, families are preserved and sanctified. Jesus promised St. Margaret Mary: “I will establish peace in their homes.” A tender love and devotion to the Sacred Heart of Jesus among family members necessarily provides a most efficacious means for the Catholic upbringing of the children. Cultivating a devotion to the Sacred Heart encourages the virtues to grow and develop. Praying together as a family is also a wonderful way to preserve the graces of the sacrament of Matrimony. Jesus promised: “I will give them all the graces necessary in their state of life.”

Let us, then, enthrone our homes to the Sacred Heart; let us renew the act of enthronement often and honor Jesus and Mary daily as the King and Queen of our homes. Let us implore their guidance and support in the joys, sorrows and crosses of life that we may rejoice in the blessings of the Sacred Heart both here on earth and forever hereafter in heaven.
Footnotes

1 Fr. Francis Larkin, Enthronement of the Sacred Heart, p. 35.
2 Larkin, 50.


Saturday, 19 February 2011

DON DAVID PAGLIARANI NO SA SE LE CAMERE A GAS SIANO ESISTITE



Don David Pagliarani è il Superiore Italiano della Fraternità San Pio X

THE LEGIONARIES OF CHRIST AT CRITICAL POINT


The late Pope John Paul II blesses the Rev. Marcial Maciel at Vatican City in November 2004.
(Photo by Plinio Lepri)

As the Vatican begins an unprecedented investigation into the Legionaries of Christ, a once-powerful religious order whose late founder has been discredited for living a "double life," it remains to be seen how the order's local operations will be affected.

Lawyers for the Legion recently notified the town of Mount Pleasant that plans for a university in Thornwood will likely be scaled back.

In addition, the order hopes to expand activities at a retreat center in New Castle after last year withdrawing decade-old plans for a seminary.

Still, it is hard to know how the urgent and potentially debilitating challenges facing the Legion, an order known for its secrecy, might be coloring its day-to-day operations.

"I suspect they are scrambling to do anything that makes them look mainstream and not cultish," said Jason Berry, a New Orleans-based writer who first made public in 1997 accusations that former seminarians were sexually abused by the Rev. Marcial Maciel, who founded the Legion in Mexico in 1941.

Pope John Paul II, a strong supporter of Maciel and the Legion, would not address the allegations. But in May 2006, 13 months after the election of Pope Benedict XVI, the Vatican announced Maciel would lead a "life of prayer and penance, renouncing every public ministry." Maciel died in January 2008.

Then early this year, word began to spread that the Legion had discovered Maciel fathered a child and led something of a double life. The Vatican announced it would begin a rare "apostolic visitation" on July 15 - assigning five bishops to investigate the Legion's worldwide operations.

Denver Archbishop Charles Chaput will look into the Legion's U.S. operations, based out of Cheshire, Conn.

At stake is the future of the Legion, which runs 150 schools and a dozen universities in nearly 20 countries, and its affiliated group for lay Catholics, Regnum Christi.

The Rev. Thomas Berg, a former Legion priest who was based at a Legion seminary in Thornwood before leaving in April to become a priest of the Archdiocese of New York, said Maciel's misdeeds have caused incalculable damage to the Catholic Church. The Vatican's investigation will have to produce some sort of explanation, he said.

"Given the magnitude of its impact and its unprecedented nature, it would be unthinkable for the Holy See, much less the Legion of Christ itself, to fail to communicate eventually some explanation for how this could have all transpired," said Berg, who runs the Westchester Institute for Ethics & the Human Person. "But realistically, it is going to take a long time to get to the bottom of all this, and given the complexity of the matter, any eventual explanation might only be partial at best."

Growing attention

The average Catholic layperson may never have heard of the Legion. But the order has received attention in recent decades for its success at attracting vocations to the priesthood, raising money and generally increasing its influence in the church.

The Legion owns Zenit, a popular Catholic news service, and, since the mid-1990s, the National Catholic Register, the oldest Catholic newspaper in the U.S.

At the same time, several Catholic bishops have in recent years suspended or restricted Legion activities in their dioceses, often citing the order's aggressiveness in recruiting seminarians.

Today, it's unclear how the Maciel scandal and the apostolic visitation are affecting the Legion's activities. Even George Weigel, a prominent Catholic scholar who called in February for the Legion to be put into "receivership" - with a papal delegate to oversee it - said he hasn't "a clue" about the order's current operations.

In February, former Legion spokesman Jay Dunlap wrote on a blog that the Vatican faced the task of "trying to keep numerous Legionary institutions from collapsing."

But Jim Fair, now the national spokesman for the Legion, wrote in an e-mail: "Frankly, Legionaries are going about their work to bring more souls to Christ. Day-to-day work continues as normal and we expect that to continue."

On July 16, the Legion and Southern Catholic College, a 240-student college in Dawsonville, Ga., announced that Southern Catholic is becoming a Legion institution.

Fair did not want to answer additional questions.

Development issues

In Westchester, the Legion has struggled since the mid-1990s to develop expensive plots of land, slowed by local planning requirements and court battles.

In 1996, the order bought a two-parcel, 264-acre property in Thornwood from IBM for $33.5 million. The Legion runs a seminary on one 97-acre parcel, and the town of Mount Pleasant went to court to keep the property on the tax rolls. But the Legion ultimately prevailed, and the town had to pay it a tax refund in 2007 of some $8 million.

In 2003, the Legion announced plans to build a liberal arts university on the larger 165-acre parcel, which had also been the subject of a court battle over taxes. But planning for the college has been slow. A May 22 letter to the town said the Legion is re-evaluating the scope of the project due to the "economic crisis and other factors beyond (the Legion's) control."

"It looks like things are on hold for the moment," town Supervisor Robert Meehan said.

In 1994, the Legion bought a 98-acre New Castle estate for $3.1 million. The Legion made plans to build a seminary, canceled the plans, then went back to them. In July 2008, the order again withdrew the application. A July 8 letter to the town says the Legion now wants great flexibility to hold religious activities at a retreat center there.

"It's been an interesting ride all these years," said Sharon Greene, a resident who has organized neighborhood opposition to expanded use of the property. "They have changed their plans a number of times."

The Rev. Richard Gill, who directs the Our Lady of Mount Kisco Retreat Center there, declined to comment. In a statement in February, Gill apologized for having defended Maciel against his accusers.

Berry, who co-wrote 2004's "Vows of Silence" a book detailing accusations of abuse against Maciel, last year produced a DVD of the same name that advanced the story. He suspects there is a power struggle in the Vatican over how aggressively to investigate and sanction the Legionaries of Christ.

"There is no precedent for this in the modern church," he said.

By Gary Stern
Journal News
August 2, 2009

JOHN PAUL II IN CARTOONS

Juan Pablo II, el amigo de toda la humanidad


JPII con la B´nai B´rith masoneria judaica en el Vaticano

Tras once meses de producción, Cavin Cooper Productions la realización de los dibujos animados y del documental sobre el Papa Juan Pablo II. Los dibujos animados, con el título de “Juan Pablo II, el amigo de toda la humanidad” y el documental con el título de “Juan Pablo II por Juan Pablo II”, constituyen el “biopic” más inédito y apasionante de uno de los hombres más decisivos en el siglo XX, asegura la productora en un comunicado enviado a la agencia católica Zenit.“En esta producción, creada, producida y dirigida por José Luis López-Guardia (alias Cavin Cooper), en colaboración con el Centro Televisivo Vaticano, se muestra en su dinámica realización, hechos y anécdotas desconocidas, de las que no existen documentos gráficos pero que ayudan decisivamente a entender la trayectoria que le convirtió en Papa”, afirma la nota informativa.
El próximo 7 de octtubre se presenta en Cannes, en el MIPCOM JUNIOR y en el MIPCOM, apoyada con una acción de patrocinio activo muy original, en el primero de ellos.

Posteriormente, el 17 de octubre, se presentará en Roma y el 8 de noviembre en España en la Universidad del Abat Oliva de Barcelona.La producción se dobló en siete idiomas y se comercializará en cuatro packs distintos para facilitar su distribución mundial, hecha por la misma productora.

Ahora en dibujitos animados… el título mejor hubiera sido: Juan Pablo II amigo de Cristo y de la Santa Iglesia Católica. Pero…

Miércoles 4 octubre 2006
por Radio Cristiandad.

http://radiocristiandad.wordpress.com/2006/10/04/juan-pablo-ii-el-amigo-de-toda-la-humanidad/#more-368


Visiting the Pacific Island of Papua New Guinea,
John Paul II greets half-naked natives. May, 1984.

http://www.traditioninaction.org/RevolutionPhotos/A004rcNewGuineaNatives.htm

John Paul II at "Mass" in Papua, New Guinea (May 8, 1984) where the epistle is read by a bare-breasted woman.


Wednesday, 16 February 2011

EVANGELHO DE HOJE: A CURA DO CEGO


EVANGELHO Mc 8, 22-26

«O cego ficou restabelecido e via tudo claramente»

A cura dos cegos realiza à letra a palavra dos profetas, que apresentam tais prodígios como sinais dos tempos messiânicos. A cura deste cego aparece como qualquer coisa que se realiza de maneira progressiva e aparentemente difícil. Talvez o Evangelho, que a apresenta imediatamente antes da confissão de fé de Pedro, queira referir-se aos esforços de Jesus por abrir os olhos dos discípulos para que estes compreendam o que Ele lhes faz e lhes diz.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo seg. São Marcos

Naquele tempo, Jesus e os seus discípulos chegaram a Betsaida. Trouxeram-Lhe então um cego, suplicando-Lhe que o tocasse. Jesus tomou o cego pela mão e levou-o para fora da localidade. Depois deitou-lhe saliva nos olhos, impôs-lhe as mãos e perguntou-lhe: «Vês alguma coisa?». Ele abriu os olhos e disse: «Vejo as pessoas, que parecem árvores a andar». Em seguida, Jesus impôs-lhe novamente as mãos sobre os olhos e ele começou a ver bem: ficou restabelecido e via tudo claramente. Então Jesus mandou-o para casa e disse-lhe: «Não entres sequer na povoação».

Palavra da salvação.


Tuesday, 15 February 2011

HOLOCAUSTO - O GENOCÍDIO DOS POLACOS E ALEMÃES NÃO JUDEUS


Holocausto — as vítimas esquecidas

“As políticas genocidas dos nazistas resultaram na morte de quase o mesmo número de gentios poloneses que o de judeus poloneses, tornando-os assim co-vítimas dum ‘Holocausto Esquecido’.” — “The Forgotten Holocaust” (O Holocausto Esquecido), de Richard C. Lukas.

HOLOCAUSTO — o que significa? De acordo com alguns dicionários, foi o genocídio de Judeus europeus, efetuado pelos nazistas, durante a II Guerra Mundial. Isto poderia facilmente dar a impressão de que apenas os judeus sofreram e morreram às mãos dos nazistas. Todavia, satisfazem-se à justiça e à verdade quando se aplica o termo “Holocausto” apenas às vítimas judias da era nazista?

Declara o escritor Richard Lukas:

“A palavra Holocausto sugere, para a maioria das pessoas, a tragédia que os judeus enfrentaram sob os alemães, durante a II Guerra Mundial. Dum ponto de vista psicológico, é compreensível que os judeus prefiram, hoje em dia, que este termo se refira exclusivamente à experiência sofrida pelos judeus. . . . Todavia, por excluir-se outros do Holocausto, os horrores que os poloneses, outros eslavos, e os ciganos suportaram às mãos dos nazistas, são muitas vezes ignorados, se não forem esquecidos.”

Lukas também declara: “Para eles [os historiadores], o Holocausto limitava-se aos judeus, e eles, por conseguinte tinham muito pouco ou nada a dizer sobre os nove milhões de gentios, inclusive três milhões de [gentios] poloneses, que também pereceram na maior tragédia que o mundo já conheceu.”

A Gula de Hitler Pelo Espaço Vital

Quando os exércitos de Hitler invadiram a Polônia, em setembro de 1939, eles tinham ordens de executar a política de Hitler de conseguir o Lebensraum, espaço vital, para o povo alemão. Como declara Richard Lukas: “Para os nazistas, os poloneses eram Untermenschen (subumanos) que ocupavam uma terra que era parte do Lebensraum (espaço vital) cobiçado pela superior raça alemã.” Assim, Hitler autorizou suas tropas a matar “sem compaixão ou misericórdia, todos os homens, mulheres e crianças de descendência ou de língua polonesa. Apenas desta forma podemos obter o espaço vital de que necessitamos”.

Em setembro de 1939 tiveram início os implacáveis horrores cometidos contra o povo polonês. Hitler havia dito: “A guerra deverá ser uma guerra de extermínio.” Heinrich Himmler, sequaz de Hitler, declarou: “Todos os poloneses desaparecerão do mundo. . . . É essencial que o grande povo alemão considere que uma de suas principais tarefas é destruir todos os poloneses.” Assim, o Holocausto não visava apenas os judeus poloneses; visava “todos os poloneses”.

“Em todos os países ocupados, aplicava-se o terror. . . . Mas, na Polônia, todo o mundo foi submetido a tal brutalidade, e eram muito mais frequentes as execuções em massa, baseadas no princípio da culpa coletiva, porque todo polonês, sem levar em conta a idade, o sexo, ou a saúde, era membro duma nação condenada — condenada pelos arquitetos políticos do partido e do governo nazistas”, diz Catherine Leach, tradutora do livro polonês Values and Violence in Auschwitz. Ela declara que Himmler considerava os poloneses como uma raça inferior, a ser mantida em servidão.

“Mesmo depois da rendição da Polônia [em 28 de setembro de 1939], a Wehrmacht [exército alemão] continuou a levar a sério a admoestação de Hitler, feita em 22 de agosto de 1939, quando ele autorizou matar ‘sem compaixão ou misericórdia, todos os homens, mulheres e crianças de descendência ou de língua polonesa’.” Como podia o exército alemão e as SS ser motivados a tal assassínio sem compaixão? Por lhes ter sido profundamente inculcado o ensino da supremacia da raça ariana, e da inferioridade de todas as outras. Assim, como Lukas declara em The Forgotten Holocaust: “A teoria nazista do império colonial na Polônia baseava-se na negação de humanidade para os poloneses, que, depois dos judeus, eram os que Hitler mais odiava.”

“Política Demográfica Negativa”

No prefácio do livro Commandant of Auschwitz (Comandante de Auschwitz), disse o Lorde Russell, de Liverpool:

“Durante a guerra, é provável que nada menos de doze milhões de homens, mulheres e crianças dos territórios invadidos e ocupados tenham sido mortos pelos alemães. Numa estimativa conservadora, oito milhões deles pereceram nos campos de concentração. Dentre estes, nada menos de cinco milhões eram judeus. . . . O total real, contudo, jamais será conhecido.” Apenas à base de tais números, pelo menos sete milhões de vítimas não eram judias.

Outro testemunho é o de Catherine Leach, que escreve:

A Polônia foi o primeiro país a ser submetido à ‘política demográfica negativa’ de Hitler, cujo intuito era preparar os amplos territórios do ‘Leste’ para uma recolonização alemã, e a Polônia sofreu as maiores perdas de vidas dentre todos os países ocupados — 220 por 1.000 habitantes. Fontes polonesas declaram que nada menos de 6.028.000 cidadãos poloneses. . . perderam a vida.”

Dentre estes, 3.200.000 eram judeus. Isso significa que quase 50% dos poloneses mortos não eram judeus.

Indisputavelmente, houve um “Holocausto Esquecido” de milhões de vítimas não-judias, notadamente de origem eslava. Estas incluem os milhões de russos assassinados pelos nazistas. Tais russos não tiveram escolha. Em razão da doutrina racial nazista, eles estavam inexoravelmente condenados à morte.

Todavia, tais estatísticas não levam em conta os milhares de alemães de origem não-judia que também sofreram quais vítimas do Holocausto por ousarem opor-se a Hitler e sua filosofia racista quanto à supremacia. Entre estes achavam-se milhares de católicos e pessoas de outras religiões, que se recusaram a colaborar com as pretensões militaristas de Hitler. Sim, dispersa por toda a Alemanha e pelos países ocupados pelos nazistas, havia milhares de pessoas que fizeram uma decisão deliberada que as levou aos campos de concentração, e, no caso de muitas, à morte de mártir.

Assim, a pergunta pertinente é: Qual é a diferença entre aqueles que foram vítimas do Holocausto e os que se tornaram mártires?


Wednesday, 9 February 2011

NAZIS: HOMOSEXUALS AND ANTICHRISTIANS?


Were Nazis a homosexual, pagan cult?

That's the conclusion of updated classic 'The Pink Swastika'

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Posted: January 04, 2011
9:14 pm Eastern

© 2011 WorldNetDaily

WASHINGTON – It's a book that has been shunned from libraries.

It's a book that is disturbing, compelling and persuasive on its major point – that homosexuals dominated the German Nazi Party from its birth through its catastrophic demise.

It's a book that is vilified by America's "gay" activist establishment.

But it's also a highly footnoted, meticulously documented book whose primary sources include the best historical work on the rise and fall of the Third Reich.

"The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party" by Scott Lively and Kevin Abrams challenges the notion that homosexuals were victimized during the Holocaust in ways comparable to the Jews. But it does much more than that. It also makes the case that the Nazi Party is best understood as a neo-pagan, homosexual cult.

From the party's founding in a homosexual bar, "The Pink Swastika" introduces the reader to all the household names of Nazism – from Goebbels to Goering and Himmler to Hess – and their secrets of sexual perversion, one of the driving forces of their genocidal sadism.

"This is a deeply disturbing book," said Joseph Farah, editor and chief executive officer of WND, who recently added a new 4th edition of the book to the WND Superstore. "Perhaps not until very recently, with the mandating of open homosexuality in the military and the widespread promotion of same-sex marriage, could Americans have been expected to see the relevance of this remarkable work to their own society. We say, 'never again.' But do we mean it? Do we even understand what actually happened? I didn't – until I read this book."

"The Pink Swastika" also offers revealing quotations from Nazi leaders themselves that explain their religious bent, putting to the lie the notion that Hitler and his coterie had anything but contempt for Christianity.

It seems the Nazis sought first to destroy the Jews, but Christianity was next on the agenda.

The real target of the homosexual pagan cult of Nazism was Judeo-Christian morality, the book finds.

A widely circulated German publication, "Defilement of Race," laid out the plan:

"Through the German soul and through unadulterated German blood, the world will be able to return to a state of health, but only after it has been freed from the curse of Judaism and of Christianity. … The mission of German nationality in the world is to free this world of Jews and Christians. … It is the very essence of Christianity … for all people to become 'united in brotherhood.' To achieve this, all barriers of race must fall. The maintenance of such barriers means the preservation of national individuality, which is essentially irreconcilable with the Christian aim of universal brotherhood. … Because this disintegration of racial culture has been consciously and systematically pursued by Christianity, and is still being pursued today, it is race defilement."

Dietrich Hutton, the author of that screed, explained Nazis saw Judaism as the source of the wider problem that involved all the world's Christians, too.

"The way in which Christianity is directed in the interests of world Jewry and its attitude toward Judaism is traceable to the undeniable fact that the founders and proclaimers of the teachings of Jesus of Nazareth were full-blooded Jews," he wrote. "It cannot therefore be coincidence, or negligence or ignorance that consciously makes Christians … deviate from the fundamental tenets of conservating nationality and cultivating race. The reason for this is to defile non-Jewish races, weaken and destroy them so that Judaism, as the 'chosen people,' can … [erect] a world sovereignty on the ruins of the non-Jewish races, which Christianity has destroyed."

"You will never look at Nazism or homosexuality the same way again after reading 'The Pink Swastika,'" concludes Farah.

Already, only a few days after introducing this new edition of the book into the WND Superstore, Farah says homosexual bloggers and commentators have taken notice and "are pulling out the long knives of invective and abuse."

"They say this book has been discredited," Farah says. "But I've read the book and I've read all the criticism. The book more than stands up to all the attacks I've seen, most of which are completely baseless."

Read more: Were Nazis a homosexual, pagan cult?


A VIDA DE S. JOSÉ CUPERTINO NO CINEMA

The Reluctant Saint. La vida de San José de Cupertino. Patron de los estudiantes. San José de Cupertino, nacido en Italia en el siglo XVII, es "El hombre que no quería ser santo". Interpretado por Maximilian Schell, que hizo aquí el mejor papel de su vida. Curiosamente esta película ha pasado bastante desaparcibida a los cinéfilos y raramente la halla uno en alguna relación de películas sorprendentes o meritorias.


    TITULO ORIGINAL The Reluctant Saint AÑO 1962
    DURACIÓN 105 min. DIRECTOR Edward Dmytryk
GUIÓN John Fante & Joseph Petracca
REPARTO Maximilian Schell, Ricardo Montalbán, Lea Padovani, Akim Tamiroff, Harold Goldblatt, Arnoldo Foa GÉNERO Y CRÍTICA Drama. Comedia PAIS: USA.

Es un film sensacional y emocionante, porque cuenta la vida de un hombre extraordinario y singular; tanto sus familiares, como sus vecinos, como los franciscanos de los conventos en los que intentó vivir religiosamente, lo trataron como a un "inútil" en el pleno sentido de la palabra, porque lo rompía todo, porque se quedaba extasiado con la boca abierta, porque parecía lelo y atontado, porque no lograba aprender de los libros nada más que una sola frase. En tales circunstancias, le asignaban los peores oficios, lo desconsideraban y maltraban por todos lados; pero estando sufriendo esta vida, empezó a levitar sin pretenderlo, se ponía a orar de rodillas y sin darse cuenta se elevaba varios metros del suelo en pleno extasis, causando auténticos sobresaltos entre quienes presenciaban este fenómeno contrario a las leyes de la gravedad; también suscitó envidias y acusaciones de andar endiablado entre los compañeros franciscanos, quienes no podían comprender como un hombre tan "inútil y donnadie" podía ser espiritual o tener sintonía con Dios. Pero esta es la gran lección de la vida de San José de Cupertino: lo que el mundo desprecia, resulta que lo INEFABLE o DIOS, lo eleva, lo elige y lo hace destacar como suyo por excelencia.

Una película inaudinata, fuera de lo común, prácticamente desconocida, que no le dejará indiferente; es más, que puede incluso influenciar religiosa y transformadoramente en la vida de quien la contemple con atención. ¡Si aún no la ha visto, advertido queda !

SAN JOSÉ DE CUPERTINO (O COPERTINO)

18 de Septiembre

Fraile franciscano, Patrón de los estudiantes

"La obediencia es como un cuchillo por el cual se mata la voluntad del hombre y se le ofrece a Dios. Hace que el hombre se vaya conformando con el cielo".

José nació el 17 de junio de 1603 en el pequeño pueblo italiano llamado Cupertino (Lecce). Sus padres eran muy pobres. El niño vino al mundo en un pobre cobertizo pegado a la casa, porque el papá, un humilde carpintero, no había podido pagar las cuotas que debía de su casa y se la habían embargado.

A los 17 años pidió ser admitido a la orden franciscana pero no fue aceptado. Pidió que lo recibieran en los capuchinos y fue aceptado como hermano lego, pero después de ocho meses fue expulsado porque era en extremo distraído. Dejaba caer los platos cuando los llevaba para el comedor. Se le olvidaban los oficios que le habían asignado. Parecía que estaba siempre pensando en otras cosas. Por no cumplir bien con sus deberes tuvo que dejar el convento.

Al verse desechado, José buscó refugio en casa de un familiar suyo que era rico, quien declaró que este joven "no era bueno para nada", y lo echó a la calle. Se vio entonces obligado a volver a la miseria y al desprecio de su casa. La mamá le rogó insistentemente a un pariente que era franciscano, para que le recibieran al muchacho como mandadero en el convento de los frailes.

Conversión

Sucedió entonces, que en José se obró un cambio que nadie había imaginado. Lo recibieron los frailes como obrero y lo pusieron a trabajar en el establo y empezó a desempeñarse con notable destreza en todos los oficios que le encomendaban. Pronto con su humildad y su amabilidad, con su espíritu de penitencia y su amor por la oración, se fue ganando la estimación y el aprecio de los religiosos, y en 1625, por votación unánime de todos los frailes de esa comunidad, fue admitido como religioso franciscano.

Dificultad en los estudios.

Lo pusieron a estudiar para prepararse al sacerdocio, pero le sucedía que cuando iba a presentar exámenes se trababa todo y no era capaz de responder. Llegó uno de los exámenes finales y el pobre Fray José la única frase del evangelio que era capaz de explicar completamente bien era aquella que dice: "Bendito el fruto de tu vientre Jesús". Estaba asustadísimo, pero al empezar el examen, el jefe de los examinadores dijo: "Voy a abrir el evangelio, y la primera frase que salga, esa será la que tiene que explicar". Y salió precisamente la única frase que Fray Cupertino se sabía perfectamente: "Bendito sea el fruto de tu vientre ".

Llegó al fin el examen definitivo en el cual se decidía quiénes serían ordenados. Y los primeros diez que examinó el obispo respondieron tan maravillosamente bien todas las preguntas, que el obispo suspendió el examen diciendo: "¿Para qué seguir examinando a los demás si todos se encuentran tan formidablemente preparados?". José, que era el próximo en turno y estaba atemorizado, se libró de tener que pasar el examen.

Es por eso que nuestro santo es el patrón de los estudiantes, especialmente de los que, como él, encuentran dificultades en sus estudios. El santo se complace en ayudarles. En su santuario en Osimo sigue creciendo la documentación que testifica su intercesión.

Sacerdote de oración y penitencia

Fue ordenado sacerdote el 18 de marzo de 1628 y se dedicó a tratar de ganar almas por medio de la oración y de la penitencia. Sabía que no tenía cualidades especiales para predicar ni para enseñar, pero entonces suplía estas deficiencias ofreciendo grandes penitencias y muchas oraciones por los pecadores. Jamás comía carne ni bebía ninguna clase de licor. Ayunaba a pan y agua muchos días. Se dedicaba con gran esfuerzo, consagrado a los trabajos manuales del convento (que era para lo único que se sentía capacitado).

Éxtasis y milagros

Sus éxtasis, curaciones milagrosas y sucesos sobrenaturales eran tan frecuentes que no se conocen en semejante cantidad en ningún otro santo.

Levitación. Se conoce de mas de 200 santos que experimentaron levitación. Este don extraordinario consiste en la elevación del cuerpo humano sin la participación de ninguna fuerza física. Se ha considerado como un regalo que Dios hace a ciertas almas muy espirituales. San José de Cupertino tuvo numerosísimas levitaciones, es decir volaba por los aires.

Un domingo, fiesta del Buen Pastor, se encontró un corderito, lo echó al hombro, y al pensar en Jesús Buen Pastor, se fue elevando por los aires. Quedaba en éxtasis con mucha frecuencia durante la santa Misa, o cuando rezaba los Salmos. Durante los 17 años que estuvo en el convento de Grotella, sus compañeros de comunidad lo observaron 70 veces en éxtasis. El más famoso sucedió cuando diez obreros deseaban llevar una pesada cruz a una alta montaña y no lo lograban. Entonces Fray José se elevó por los aires con la cruz y la llevó hasta la cima del monte.

Cuando estaba en éxtasis lo pinchaban con agujas, le daban golpes con palos, y hasta le acercaban a sus dedos velas encendidas y no sentía nada. Lo único que lo hacía volver en sí, era oír la voz de su superior que lo llamaba a que fuera a cumplir con sus deberes. Cuando regresaba de sus éxtasis pedía perdón a sus compañeros diciéndoles: "Excúsenme por estos ataques de mareos que me dan".

Los animales sentían por él un especial cariño. Pasando por un campo, se ponía a rezar y las ovejas se iban reuniendo a su alrededor y escuchaban muy atentas sus oraciones. Las golondrinas en grandes bandadas volaban alrededor de su cabeza y lo acompañaban por cuadras y cuadras.

Como estos sucesos tan raros podían producir verdaderos movimientos de exagerado fervor entre el pueblo, los superiores le prohibieron celebrar misa en público, ir a rezar en comunidad con los demás religiosos, asistir al comedor cuando estaban los otros allí, y concurrir a las procesiones u otras reuniones públicas de devoción.

Un día llegó el embajador de España con la esposa y mandaron llamar a Fray José para hacerle una consulta espiritual. Este llegó corriendo. Pero cuando ya iba a empezar a hablar con ellos, vio un cuadro de la Virgen que estaba en lo más alto del edificio, y dando su típico pequeño grito, se fue elevando por el aire hasta quedar frente al rostro de la sagrada imagen. El embajador y su esposa contemplaban emocionados semejante suceso que jamás habían visto. El santo rezó unos momentos. Luego descendió suavemente al suelo, y como avergonzado, subió corriendo a su habitación, y ya no bajó más en ese día.

En Osimo, donde el santo pasó sus últimos seis años, un día los demás religiosos lo vieron elevarse hasta una estatua de la Virgen María que estaba a tres metros y medio de altura, y darle un beso al Niño Jesús, y allí junto a la Madre y al Niño se quedó un buen rato rezando con intensa emoción, suspendido por los aires.

El día de la Asunción de la Virgen en el año 1663, un mes antes de su muerte, celebró su última misa. Y estando celebrando quedó suspendido por los aires como si estuviera con el mismo Dios en el cielo. Muchos testigos presenciaron este suceso.

Muchos enemigos empezaron a decir que todo esto eran meros inventos y lo acusaban de engañador. Fue enviado al Superior General de los Franciscanos en Roma y este al darse cuenta que era tan piadoso y tan humilde, reconoció que no estaba fingiendo nada. Lo llevaron luego donde el Sumo Pontífice Urbano VIII el cual deseaba saber si era cierto o no lo que le contaban de los éxtasis y de las levitaciones del frailecito. Y estando hablando con el Papa, quedó José en éxtasis y se fue elevando por el aire.

El Duque de Hanover, que era protestante, al ver a José en éxtasis, se convirtió al catolicismo.

En la vida de San José de Cupertino podemos ver cantidad de dones con los que el Señor adornó su humilde y piadosa alma. Es un santo en el que Dios derramó tanta abundancia de dones sobrenaturales que son incontables.

Fue elegido por sus Superiores a exorcizar demonios, lo cual el se consideraba indigno de hacer, y utilizaba esta frase: "Sal de esta persona si lo deseas, pero no lo hagas por mi, sino por la obediencia que le debo a mis superiores". Y los demonios salían.

También tenía el don de leer los Corazones, era buen confesor y cuando un alma se acercaba a confesarse el se podía dar cuenta de lo que a esta alma le atormentaba.

El don de Bilocación, (estar en dos lugares al mismo tiempo). Cuando su madre estaba muriendo en el pequeño pueblo de Cupertino, José se encontraba en Asís y percibió la necesidad de su madre. Una gran luz entró por el cuarto de la señora, era San José de Cupertino que había llegado. Su madre al verlo exclamó !oh Padre José, oh mi hijo!, y murió instantáneamente. Cuando sus superiores le preguntaron por qué estaba llorando tan amargamente, el contestó porque su madre acababa de morir. Hay muchos que atestiguan que el Padre José asistió a su madre en Copertino.

Multiplicaba panes, miel, vino, y cualquier comida que se le ponía en frente.

El don de Sanación Le recobró la vista aun ciego al ponerle su capa sobre la cabeza. Los mancos y cojos eran sanados al besar ellos el crucifijo que él ponía delante de ellos. Hubo una plaga de fiebre muy alta y los enfermos eran curados al hacerle la señal de la Cruz sobre su frente, bajándole la fiebre hasta la temperatura normal. Con la señal de la cruz, resucitaba muertos.

Tuvo el don de profecía, predijo el día y la hora de la muerte de los Papas Urbano VIII e Inocencio X. Predijo el ascenso al trono de Juan Casimir.

Tuvo también el don de tocar corazones hacia la conversión. El más conocido ejemplo fue el de el Príncipe John Federick, un luterano, que a los 25 años de edad fue a Asís con dos escoltas, uno católico y otro protestante. Entraron a la iglesia donde el Padre José celebraba la santa misa y, a la hora de la consagración, cuando el padre quiso partir la hostia; esta estaba tan dura como una piedra y tuvo que devolverla a la patena. El Padre José comenzó a llorar de dolor y a levitar a unos tres pies de altura. Cuando regresó al altar trató otra vez de partir la hostia y, haciendo gran esfuerzo lo logró.

Más tarde cuando los superiores le preguntaron por qué había demorado tanto para partirla, él respondió: "Mis queridos hermanos, la gente que asistió hoy a misa tienen el corazón demasiado duro, por eso el Cordero de Dios se endureció en mis manos y no podía yo partir la Hostia Consagrada."

Al día siguiente regresó el príncipe con los dos hombres a la misa y, cuando el Padre José elevó la Hostia, la cruz de la Sagrada Hostia cambió a negra. Causándole gran dolor y llorando empezó a levitar junto con la Sagrada Hostia por 15 minutos. El milagro del Padre José levitando con la Hostia en alto conmovió el corazón del príncipe a convertirse a la Fe Católica, igual que sus acompañantes.

El Padre José nunca aceptó ningún mérito por sus milagros, siempre se los acreditaba a su Madre María, a la cual siempre tuvo una gran devoción.

El Papa Bendicto XIV que era rigurosísimo al aceptar milagros, estudió cuidadosamente la vida de José de Copertino y declaró: "todos estos hechos no se pueden explicar sin una intervención muy especial de Dios".

Nadie se hace santo por tener dones sino por entregarlos amorosamente al servicio de Dios. Veamos pues la virtud de San José de Cupertino

La humildad del Padre José era constantemente probada. Un día un hombre arrogante le dijo: "Impío, hipócrita, no por ti, pero por el hábito de religioso que llevas tengo que respetarte. Yo creería en todo lo que haces si con la señal de la cruz sobre mi yaga me sanas". El contestó: "Todo lo que has dicho de mi es completamente cierto y haciendo la señal de la Cruz sobre las llagas quedaron sanadas totalmente."

Ejercitó totalmente el abandono y la obediencia, veía en la voz del superior, la voz del Señor y gozosamente obedecía. Por medio de su obediencia le entregaba a Dios no solamente su hábitos sino también su carne y deseos. Decía: "La obediencia es como un cuchillo por el cual se mata la voluntad del hombre y se le ofrece a Dios. Hace que el hombre se valla confortando con el cielo."

Los últimos años de su vida, José fue enviado por sus superiores a conventos muy alejados donde nadie pudiera hablar con él. Estuvo en Nápoles, Asís, donde vive en el Sacro Convento por 14 años, en Petrarubbia y Fossombrone. Finalmente llega al convento de San Francisco en Osimo. La gente descubría dónde estaba y allá corrían. El sufrió meses de aridez y sequedad espiritual (como Jesús en Getsemaní) pero después a base de mucha oración y de continua meditación, retornaba otra vez a la paz de su alma. A los que le consultaban problemas espirituales les daba siempre un remedio:"Rezar, no cansarse nunca de rezar. Que Dios no es sordo ni el cielo es de bronce. Todo el que le pide recibe".

José de Cupertino murió el 18 de septiembre de 1663 a la edad de 60 años.

Fue beatificado en 1753 por Benedicto XIV, y canonizado en el 1767 por Clemente XIII.


DAN BROWN AINDA NÃO SABE DISTO: SATANISMO NO VATICANO

Malachi Martin e o satanismo no Vaticano.

com 11 comentários



Caros amigos, ontem o jornal Libero relançou uma informação publicada em um livro de dois autores ingleses, Stephen Klimczuk e Gerald Warner di Craigenmaddie, intitulado Guia dos lugares mais secretos do mundo, que, por sua vez, repropõe uma antiga tese presente no romance do ex-jesuíta Malachi Martin, Windswept House (“A casa varrida pelos ventos”), publicado em 1996 e nunca traduzido para o italiano. A tese de Martin, segundo a qual um rito satânico teria sido celebrado na Capela Paulina do Vaticano, já havia sido retomada e aprofundada no último mês de maio pelo blog Fides et Forma, de Francesco Colafemmina:

“De acordo com o romance, em 29 de junho de 1963, no Vaticano, mais precisamente na Capela Paulina, foi oficiado um ritual satânico com a participação de altos prelados, bispos, simples clero e leigos. Segundo Martin, tratava-se de cumprir uma profecia do satanismo moderno, que anunciava o início da era de Satanás no momento em que um Papa tomasse o nome de Paulo. O último Papa Paulo foi Camillo Borghese, que morreu em 1621. Em 21 de junho de 1963, por sua vez, o Cardeal Montini foi eleito Papa, tomando o nome de Paulo VI. Martin relata então que esse ritual satânico foi organizado no Vaticano na noite entre 28 e 29 de junho de 1963, uma semana após a eleição de Paulo VI, a fim de entronizar Satanás no coração da Cristandade”.

“Os satanistas – escreve ainda Colafemmina – não puderam, no entanto, organizar um ritual completo: como poderiam trazer a vítima e o animal sacrifical ao Palácio Apostólico? Decidiram, então, combinar dois ritos a serem realizados ao mesmo tempo. Um, incruento, no Vaticano, na capela Paulina; e outro, cruento, a ser realizado nos EUA. Os rituais ocorreriam simultaneamente e iriam ser sincronizados através de um telefone. Quem o celebrou no Vaticano? Martin não diz. Fala apenas de prelados, sacerdotes e leigos. Quanto ao ritual paralelo ele é mais claro e conta que aconteceu em uma igreja paroquial, na Carolina do Sul, e o celebrou um tal “Dom Leo”. Um nome assim não deve ser casual. E, de fato, na diocese da Carolina do Sul encontramos, em 1964, o bispo Ernst Leo Unterkoefler”.

De acordo com o que se lê no romance de Martin, o ritual foi realizado na Carolina do Sul através de violência sexual contra uma criança, primeiramente drogada e depois abusada. Em vez disso, na Capela Paulina foi oficiado o ritual principal incruento, finalizado com a leitura de uma espécie de “consagração” do Vaticano a Satanás. Martin, que era secretário do Cardeal Bea, teria conhecido o conteúdo do Terceiro Segredo de Fátima e no romance, publicado pouco antes de sua morte e de toda forma antes de explodir o escândalo de pedofilia, fala dos abusos sexuais cometidos por expoentes do clero contra menores.

Na origem do ressurgimento desse obscuro e sinceramente inacreditável acontecimento, que tem todas as características do pior Dan Brown, está um episódio recente: um rito celebrado por Bento XVI em junho de 2010, ao fim da restauração da mesma Capela Paulina, que, como Colafemmina escreveu em Maio passado, teria sido reconsagrada pelo próprio Papa por causa do ritual satânico que nela teria sido celebrado. Em 1972 Paulo VI (e, portanto, nove anos depois da suposta celebração perversa) falou da “fumaça de Satanás” dentro do templo de Deus, e é verdade que uma sugestão similar foi feita também pelo exorcista Padre Gabriele Amorth (mesmo que para mim ele tenha dito que a sua palavra a respeito tenha sido demasiadamente enfatizada).

O que de fato aconteceu? Podemos realmente imaginar que na Capela Paulina, no início do reinado de Paulo VI, importantes prelados tenham cometido o repugnante sacrilégio descrito por Malachi Martin? A prova do evento obscuro e sacrílego seria a reconsagração realizada pelo Papa Ratzinger. Após a publicação do artigo de Colafemmina em maio do ano passado, procurei a confirmação do círculo papal e recebi, pelo contrário, somente desmentidos pontuais.

Neste momento me encontro no Vaticano e ontem tive uma conversa com uma pessoa próxima ao Papa, que desmentiu novamente que Bento XVI tenha reconsagrado a Capela Paulina. Houve sim, disse-me ele, um serviço para a retomada da celebração do culto após os restauros e a instalação de um novo altar, mas não uma nova consagração. Fiz, pessoalmente, perguntas explícitas a respeito e esta foi a resposta, que lhes relato. Claro, eu poderia esperar um desmentido frio da parte da própria Sala de Imprensa a esse respeito, justamente por conta da enormidade noticiada pelo Libero e da circulação que a notícia teve.

Há, de toda forma, uma outra razão que me faz duvidar sobre os fundamentos do episódio descrito por Martin em sua reconstrução romanceada. Por que Paulo VI — que acreditava, e muito, na existência de Satanás — não reconsagrou imediatamente a Capela Paulina logo que viesse a conhecer o suposto rito satânico? Por que teria ele esperado, deixando escrito ao seu sucessor o que havia acontecido? E por que o seu segundo sucessor, João Paulo II, não teria feito, ao longo dos 27 anos de pontificado, ele que havia realizado exorcismos no Vaticano e que também falava muito freqüentemente da presença do diabo? Em suma, a história do rito satânico me parece ter todas as características de fábula…




11 Respostas





Marcus Moreira Lassance Pimenta

fevereiro 8, 2011 em 8:22 pm
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Marcus Moreira Lassance Pimenta

fevereiro 8, 2011 em 8:28 pm

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Eu acredito que o satanismo foi sim introduzido dentro do vaticano , lí uma vez que um dos rituais deles era justamente abusar sexualmente de “meninos” para dessa forma ofender com mais força a Jesus que foi menino.

Ora, os maçõns também adoram a lúcifer enquanto outra vertente é satanista e será que ainda existe quem duvida que os ideais maçõns não triunfaram no Concilio Vaticano II . Se muitos Bispos foram maçõns logo tinham aliança com o maligno, se ta na chuva é pra se molhar.

Abaixo vai uma lista de muitos Cardeais que foram iniciados em lojas maçonicas


Christiano

fevereiro 8, 2011 em 9:01 pm

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Gostaria muito de acreditar nesses desmentidos do Vaticano, porém..Se foram capazes de esconder o Terceiro Segredo de Fátima dos católicos, imagine outras coisas gravemente equivalentes.

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Ferreti,

Tenho uma curiosidade: A foto acima mostra a real Capela Sisitna antes da reforma ou só é uma ilustração fakeana?

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fevereiro 8, 2011 em 10:11 pm

Vejo muitas fábulas sobre a Igreja sendo espalhada por aí, mas essa aí realmente me deixa com um pé atrás… A julgar a atitude que vemos por parte de algumas pessoas dentro da Igreja, não se pode duvidar de todo.

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Aline Michele

fevereiro 8, 2011 em 10:54 pm

Nossa Senhora já avisou que a apostasia viria do cume…

Israel TL

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fevereiro 9, 2011 em 1:24 am

Se prelados brasileiros de ontem e de hoje forem acrescentados a esta lista, caro Christiano, teremos umas belas surpresas e algumas páginas a mais. Meu diagnóstico: a abolição do ANATEMA SIT no Código de Direito Canônico, assinado por JP II, serviu de incentivo e sensação de impunidade a quem já tendia à pouca vergonha. É curioso o fato que depois do dia 28 de Outubro de 1958 alguns temas tão graves (satanismo, maçonaria, comunismo, etc) simplesmente sumiram de toda e qualquer pauta da alta hierarquia. Eu não acho que o Satanás está de férias e talvez algo mais dele tenha entrado na Igreja além de sua sulfúrica fumaça.

Pe. João Clemente Santiago

fevereiro 9, 2011 em 7:52 am

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Caríssimo Ricardo, creio que seja uma montagem qualquer usada pelo Tornielli. Creio que sequer se trata da capela Paulina. Um abraço.


fevereiro 9, 2011 em 8:12 am

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Para os descrentes de que o inacreditável pode acontecer de fato.

Aristóteles dizia, em outras palavras que é verossímil que a realidade se dê de maneira inverossímil.

O que está a margem da probabilidade produz-se, de tal maneira que também é provável, mas não em absoluto. A razão disso reside no fato de que o inverossímil também ocorre e, por isso, o próprio inverossímil também é verossímil, dentro de certos limites.

Conforme os tempos correm, vemos que certos fatos, antes apenas classificados como possíveis e/ou inacreditáveis, tornam-se prováveis e/ou possíveis.

Este é um tema que bole com a fé: o golpe de mestre de Satanás seria colocar um ovo de serpente no coração mesmo da Igreja.

O atordoamento brumoso que a “piedade” atual faz na inteligência do fiel, instilada pela neo-catolicidade, faz com que os olhos do coração se fechem.

Aqui & Agora o que antes era classificado como anátema e heresia, agora é abraçado com “sincero desejo de compreensão”, “mútuo entendimento e respeito”, “tolerância”, “caridade”, isto é, aquilo que era denunciado, corrigido ou expurgado é agora assimilado como – quando muito! – engano e desvio; merecendo todas as justificativas, razões, motivos e desculpas, o fiel flerta com o perigo de perder o juízo, dado os [tristes] exemplos que o sufocam.

Resumindo: o Demônio é ardiloso e fará tudo para, por inveja, fazer perder as almas nos abismos. Entre as artimanhas, nada mais natural do que cooptar adeptos dentro da própria Alta Hirarquia, e lá fazer, na alma de cada um, penetrar a sua sulfurosa fumaça pestífera, contaminando, de chofre, o cerne da Igreja.
Marcus Moreira Lassance Pimenta

fevereiro 9, 2011 em 1:09 pm

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Depois que o anatema sit saiu de férias o satan começou a trabalhar mais e mais.

Crisóstomo

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fevereiro 9, 2011 em 2:41 pm

Concordo com o Pe. João Clemente Santiago e o Marcus.

Vejam o que diz a MARIE-JULIE JAHENNY, ESTIGMATIZADA DE LA FRAUDAIS (+1941) nesse trabalho do prof. Fernando M. Gomide.

(…)
Mas ela aponta as causas de tal castigo: a apostasia na Igreja. Ela profetiza aquilo dito por Paulo VI em 1968 e 1969, respectivamente a “auto-demolição da Igreja” e a entrada “da fumaça de Satanás dentro da Igreja”. Eis seus oráculos:

“A Igreja será um sepulcro, um túmulo de silêncio e abandono… Preparai-vos a assistir aos funerais da Igreja, aos funerais do Calvário… Preparai-vos a assistir aos funerais da Sé do Centro, que treme sobre o abismo. Preparai-vos a assistir aos funerais daquele que é o sustentáculo da Igreja, daquele que tem em Seu poder todas as luzes pela sua autoridade de Santo Padre”.

“Ai dos pastores que abandonam o rebanho… Os discípulos que não são do Evangelho estarão em grandes trabalhos para refazer a seu talante e sob o empreendimento do inimigo, uma missa que encerrará palavras odiosas a Meu olhar”.

“Antes que chegue Meu reino de paz e ressurreição, é mister que Satã reine em plenitude, como um soberano”.

Acrescenta isto sobre a Igreja:

“Ela será entregue a todos os escândalos, a todas as profanações… o projeto dos inimigos da Igreja nesses dias, será elevar um grande barulho de suas vozes que saem de instrumentos que falam, esses instrumentos manejados pelos homens sujeitos ao poder do inferno. Serão espécies de músicas acompanhadas do canto mais ignóbil”.
(…)