Sunday, 5 September 2010

TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS: A POLÉMICA

“Quam bonum est et quam jucundum, habitare fratres in unum”


Citando gripe suína, bispo canadense barra comunhão na língua e suspende missa tradicional.

(Catholic Culture) Um bispo canadense suspendeu a celebração da missa tradicional em latim da Fraternidade de São Pedro (FSSP) porque os padres não irão cumprir as diretrizes diocesanas que proíbem a recepção da Comunhão na língua. Dom Frederick Henry, de Calgary, impôs a política ordenando os fiéis a receber a Comunhão na mão em resposta aos temores de gripe suína.

Lembrado que a Congregação vaticana para o Culto Divino disse que todos os católicos têm o direito de receber a Comunhão na língua, Dom Henry respondeu: “Estou bem ciente do que a congregação decidiu, porém, falando bem francamente, isso não é da conta deles e sim da minha“. Ele disse que a FSSP poderia continuar a celebrar missa na forma extraordinária quando os médicos disserem que a ameaça da gripe suína recuou.

Escrito por G. M. Ferretti
dezembro 2, 2009 em 8:15 am
Publicado em Atualidades, Igreja

Etiquetado com Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacr, FSSP

.Rosário pela Vida: o ódio anti-católico se exprime ruidosamente em Bordeaux.

Tal como no ano passado, alguns bons católicos de Bordeaux se reuniram em fren
te à Catedral de Santo André no último sábado (14) para rezar o rosário — liderados por padres da Fraternidade São Pio X, Fraternidade São Pedro e Instituto do Bom Pastor — pelas almas das pequeninas vítimas do aborto.

Como não poderia deixar de ser, um grupo de baderneiras feministas pró-aborto se amontoaram em torno dos valorosos fiéis, sob olhar leniente das autoridades policiais — contra os católicos tudo é permitido! Mesmo importunados por uivos, xingamentos, ironias, e claro, muitas blasfêmias ao megafone, os intrépidos católicos terminaram seu rosário, para a maior glória de Deus e honra da Santíssima Virgem!

Fontes: Le Forum Catholique e NovoPress Aquitaine


Escrito por G. M. Ferretti
novembro 16, 2009 em 1:29 pm
Publicado em Atualidades, FSSP, FSSPX, IBP, Igreja

Etiquetado com Aborto, FSSP, FSSPX, IBP, Moral Católica
.Cardeal Cañizares celebra missa pontifical na paróquia Santissima Trinità dei Pellegrini.
Na solenidade de Todos os Santos, o Cardeal Antonio Cañizares Llovera, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, celebrou missa pontifical na paróquia pessoal Santissima Trinità dei Pellegrini, em Roma. As fotos podem ser vistas aqui.

Escrito por G. M. Ferretti
novembro 3, 2009 em 7:56 pm
Publicado em Atualidades, Cúria Romana, FSSP, Summorum Pontificum, Tradição

Etiquetado com Cardeal Antonio Cañizares Llovera, Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacr, FSSP, Summorum Pontificum
.Demissão na certa. Padre rompe o tabu sobre transplante de órgãos.
Nota do Editor: indagamo-nos porque até agora no Brasil, mesmo os membros de movimentos pró-vida mais engajados, se recusam a abordar este tema. Inúmeros seminários e congressos sobre bioética tem sido realizados com apoio de bispos locais, mas nenhum deles chegou a discutir essa questão tão delicada e urgente.

Um sacerdote, que pertence oficialmente à Fraternidade de São Pedro, publicou uma crítica ao polêmico transplante de órgãos em sua carta pastoral e, portanto, foi demitido.

(Kreuz.net, Augsburg) Sete semanas atrás, o Padre Andreas Hirsch (40), da tradicionalista Fraternidade de São Pedro, assumiu a igreja de peregrinação Violau no distrito de Augsburg.

O Padre Hirsch foi ordenado segundo o Rito Antigo em 2001, em Wigratzbad, na diocese de Augsburg. Posteriormente, ele trabalhou como capelão prestando cuidados pastorais na diocese de Eichstätt. Lá, de acordo com as fotos de sua despedida, no outono de 2007, ele também celebrava a Missa Nova.

A recusa do transplante de órgãos é algo católico

Em 10 de outubro, o Pe. Hirsch escreveu em sua carta pastoral de Violau a respeito do transplante de órgãos. O sacerdote abordou o tema porque em setembro uma médica da Clínica de Augsburg, juntamente com o Decano de Dinkelscherben, o Pe. Karl Freihalter, haviam realizado um evento de incentivo à doação de órgãos.

O Pe. Hirsch esclareceu que, pelo contrário, a pessoa era assassinada no momento da retirada dos órgãos. Esse procedimento seria uma violação ao mandamento de Deus e algo “eticamente inadmissível”.

O sacerdote esclareceu que de acordo com a posição atual da ciência, o “corpo do doador reage [durante a retirada dos órgãos] tanto com movimento quanto com contorções e se encolhe, a não ser que antes seja administrado um anestésico ao doador”.

Os freqüentadores da missa e conselhos paroquiais protestaram contra essa carta pastoral junto ao Bispo Walter Mixa, de Augsburg, segundo informou o jornal regional ‘Augsburger Allgemeine’. Mons. Mixa é um bispo liberal de tendência neo-conservadora. Ele exigiu do Pe. Hirsch que este publicasse um desmentido de suas opiniões na próxima carta pastoral. O bispo auxiliar Anton Losinger, de Augsburg, redigiria uma declaração contrária sobre o tema.

O Pe. Hirsch se negou a fazê-lo. O bispo optou imediatamente pela conseqüência mais grave e demitiu o padre. No último sábado à noite o sacerdote anunciou a sua demissão em sua paróquia Violau.

O porta-voz da diocese de Augsburg, Christoph Gold, afirmou ao ‘Augsburger Allgemeine’, que a crítica à doação de órgãos supostamente “não seria o ensinamento teológico da Igreja Católica”. Este supostamente não teria nada a objetar contra a doação de órgãos.

Uma vez que o padre seguiu a sua consciência, “nada poderia ser tratado de modo diferente” – enfatizou o porta-voz. A diocese trabalhou de maneira enfática na substituição do cargo. Gold esclareceu perante a “Agencia de Notícias Católicas” alemã que definitivamente o Pe. Hirsch não poderia atuar mais na diocese de Augsburg.

FRATRES IN UNUM 30-10-2009

INTERVISTA DI DON PAOLO PETRUCCI

Delirante intervista del lefebvriano Don Pierpaolo Petrucci all’Adnkronos: “Scandalosa la preghiera di Benedetto XVI nella moschea blu di Istanbul, non accetteremo mai il Concilio”

CITTA' DEL VATICANO - “Riconosciamo il Magistero della Chiesa fino al Concilio Vaticano II, è quello che abbiamo sempre detto”. Si è espresso in questi termini con l'Adnkronos don Pierpaolo Petrucci, Priore del Priorato di Rimini della ‘Fraternità di San Pio X’ in merito al problema dell'accettazione del Concilio Vaticano II da parte dei lefebvriani. “Il Concilio Vaticano II del resto - ha aggiunto il sacerdote - è un Concilio pastorale e non dogmatico, non ha definito dogmi di fede, la sua è un autorità pastorale, quindi che può essere discussa ed è quanto vogliamo fare”. “Molte affermazioni del Concilio - ha proseguito don Pierpaolo - contraddicono il Magistero dei Papi precedenti”. “Il Vaticano II - ha insistito - è il primo Concilio della storia che mette in discussione tutto ciò che la Chiesa affermava precedentemente”. In quanto alle parole pronunciate mercoledì dal Papa e alla richiesta di accettazione del Concilio Vaticano II, don Petrucci ha affermato che l'intenzione della Fraternità è ora quella di approfondire e discutere i diversi aspetti del Concilio con le autorità vaticane: “È nostra esigenza discutere con la Chiesa - ha detto il sacerdote - dei temi di fondo”. “La scomunica ci è stata tolta senza che a noi fosse stata posta alcuna condizione, si è trattato di un atto unilaterale del Papa», ha evidenziato don Petrucci. I Lefebvriani italiani vogliono farsi conoscere e far conoscere le loro idee e il contributo che possono dare alla vita della Chiesa. “Abbiamo sempre avuto fiducia nella Chiesa - ha chiarito don Pierpaolo -, non è mai stata nostra intenzione costruire una Chiesa parallela”. “Il fatto che prima eravamo considerati scismatici e successivamente questo scisma è stato revocato senza che ci fosse chiesta alcuna condizione - afferma il sacerdote della Fraternità - costituisce un riconoscimento implicito delle nostre idee dopo che siamo stati messi all'indice ingiustamente”. Tra le richieste che ora la Fraternità farà alla Santa Sede c'è anche quella della “riabilitazione di Monsignor Marcel Lefebvre, che è stato un vescovo missionario”, racconta don Petrucci. “Se da una parte è possibile dire che questo Papa dal punto di vista liturgico è legato alla tradizione, dal punto di vista dell'ecumenismo è in linea con il Concilio Vaticano II. Noi siamo rimasti scandalizzati dalla preghiera che Benedetto XVI ha fatto nella moschea blu di Istanbul durante il suo viaggio in Turchia” che avvenne nel novembre del 2006, ha quindi vergognosamente dichiarato Don Petrucci. Il sacerdote lefebvriano ha inoltre rammentato che “già Pio XI condannava tutte le relazioni interreligiose”.

DON PETRUCCI PARLA DEL CONCILIO


Cronache il Priore di Rimini: «Il concilio NON HA VALORE DOGMATICO MA SOLO PASTORALE

I seguaci di Lefebvre: «Scandalizzati dal Papa per la preghiera nella Moschea Blu»

Don Petrucci: «La scomunica ci è stata tolta senza che a noi fosse stata posta alcuna condizione»

CITTA' DEL VATICANO - «Riconosciamo il magistero della Chiesa fino al Concilio Vaticano II, è quello che abbiamo sempre detto». Si è espresso in questi termini con l'Adnkronos don Pierpaolo Petrucci, Priore del Priorato di Rimini della Fraternità di San Pio X in merito al problema dell'accettazione del Concilio Vaticano II da parte dei lefebvriani .

DON PETRUCCI - «Il Concilio Vaticano II del resto - ha aggiunto il sacerdote - è un concilio pastorale e non dogmatico, non ha definito dogmi di fede, la sua è un autorità pastorale, quindi che può essere discussa ed è quanto vogliamo fare». «Molte affermazioni del Concilio - ha proseguito don Pierpaolo - contraddicono il magistero dei papi precedenti». «Il Vaticano II - ha insistito - è il primo Concilio della storia che mette in discussione tutto ciò che la Chiesa affermava precedentemente». In quanto alle parole pronunciate mercoledì dal Papa e alla richiesta di accettazione del Concilio Vaticano II, don Petrucci ha affermato che l'intenzione della Fraternità è ora quella di approfondire e discutere i diversi aspetti del Concilio con le autorità vaticane: «È nostra esigenza discutere con la Chiesa -ha detto il sacerdote- dei temi di fondo».

NESSUNA CONDIZIONE - «La scomunica ci è stata tolta senza che a noi fosse stata posta alcuna condizione, si è trattato di un atto unilaterale del Papa», ha aggiunto don Petrucci. I Lefebvriani italiani vogliono farsi conoscere e far conoscere le loro idee e il contributo che possono dare alla vita della Chiesa. «Abbiamo sempre avuto fiducia nella Chiesa - ha spiegato don Pierpaolo - non è mai stata nostra intenzione costruire una chiesa parallela». «Il fatto che prima eravamo considerati scismatici e successivamente questo scisma è stato revocato senza che ci fosse chiesta alcuna condizione - afferma il sacerdote della Fraternità - costituisce un riconoscimento implicito» delle nostre idee dopo «che siamo stati messi all'indice ingiustamente». Insomma il gesto di pace del Papa non è stata preceduto da nessuna richiesta da parte vaticana agli scismatici in merito ad una accettazione del Concilio Vaticano II. Fra le richieste che ora la Fraternità farà alla Santa Sede c'è anche quella della «riabilitazione di mons. Lefebvre che è stato un vescovo missionario» spiega don Petrucci.

SCANDALIZZATI DA PAPA A ISTANBUL - «Se da una parte è possibile dire che questo Papa dal punto di vista liturgico è legato alla tradizione, dal punto di vista dell'ecumenismo è in linea con il Concilio Vaticano II. Noi siamo rimasti scandalizzati dalla preghiera che Benedetto XVI ha fatto nella moschea blu di Istanbul durante il suo viaggio in Turchia» che avvenne nel novembre del 2006. Don Petrucci ha ricordato che «già Pio XI condannava tutte le relazioni interreligiose». Quindi ha osservato che diverse encicliche pubblicate sotto i pontefici precedenti al Concilio, da Pio IX a Pio XII, dicono cose che sono state poi smentite dai documenti conciliari.

RABBINATO: IL PAPA VENGA IN ISRAELE - Intanto il Rabbinato generale di Gerusalemme aspetta la visita di Benedetto XVI, «molto importante per noi», prevista in maggio. E ritiene che i rapporti fra la Chiesa e il mondo ebraico non subiranno interruzioni: ora devono essere decisi soltanto i passi complementari da intraprendere per risolvere la vicenda dei lefebvriani negazionisti. È la posizione, espressa in un'intervista a «Liberal», del direttore generale del Rabbinato, Oded Weider, che sottolinea: «Le parole pronunciate dal Papa durante l'udienza generale di mercoledì scorso sono molto importanti: si è trattato di una presa di posizione forte contro l'Olocausto e chi lo nega. Penso che quelle parole siano state fondamentali, non soltanto per gli ebrei ma per il mondo intero: hanno affermato una volta di più che i negazionisti sono un'offesa per l'umanità, e che questi devono essere condannati nella maniera più ferma possibile. In molti posti, infatti, i negazionisti sono l'avanguardia dei neo-nazisti».

CORRIERE DELLA SERA 29/01/2009

THE SOCIETY OF SAINT PIUX'S COMMENTS EMBARRASS THE POPE






Priests' comments on Jews, Muslims embarrass Pope

Pope Benedict XVI arrives to lead his Wednesday general audience in Paul VI hall at the Vatican January 28, 2009. Outbursts about Jews and Muslims by Italian leaders of an ultra-traditionalist Roman Catholic group show the challenge facing Pope Benedict as he tries to bring them back into the Church.

Credit: Reuters/Tony Gentile
By Philip Pullella

VATICAN CITY | Fri Jan 30, 2009 11:37pm IST

VATICAN CITY (Reuters) - Outbursts about Jews and Muslims by Italian leaders of an ultra-traditionalist Roman Catholic group show the challenge facing Pope Benedict as he tries to bring them back into the Church.

Benedict tried on Wednesday to defuse an international furore over his decision to lift the excommunication of four bishops including Richard Williamson, who denies the full extent of the Holocaust and says there were no gas chambers.

The Pope expressed his "full and unquestionable solidarity" with Jews and warned of the dangers of Holocaust denial.

But the next day a priest who is a regional leader of the same ultra-traditionalist group as Williamson, the Society of Saint Pius X (SSPX), made headlines by telling a local newspaper "gas chambers existed at least for disinfecting" inmates but he wasn't sure if they were used to kill them."

The priest, Floriano Abrahamowicz, defended Williamson. He said it was "impossible for a Christian to be an anti-Semite" and that the whole controversy was part of a "very powerful campaign against the Vatican".

On Friday, Williamson posted on his blog a letter in which he apologised to the pope for the "unnecessary distress and problems" he caused the pontiff  "amidst this tremendous media storm stirred up by imprudent remarks of mine".

But Williamson, a Briton, made no mention of the Holocaust and did not repudiate his comments, as many Jews had demanded.

The affair has angered Jews. Benedict has given credence to "the most vulgar aspect of anti-Semitism" by rehabilitating a Holocaust denier, death camp survivor Elie Wiesel, an author and Nobel Peace Prize winner, told Reuters this week.

Some analysts believe Benedict failed to anticipate the furore because he is too isolated.

"This is a solitary papacy and Benedict is paying the price," said Professor Alberto Melloni, head of The John XXIII Centre for Religious Studies in Bologna.

He concurred with Vatican sources who said Benedict had not consulted widely inside the Vatican or beyond before lifting the excommunications, whose effect was to exclude the bishops from communion with the Church.

"If he had called any five bishops at random around the world for advice I think they would all have said 'no'," Melloni told Reuters.

DAMAGE CONTROL

The Vatican has been in damage control mode since Saturday, when the excommunications were lifted in an attempt to heal the first schism in the Church in modern times.

For the seventh consecutive day on Friday, Vatican spokesman Father Federico Lombardi spoke out after Abrahamowicz's comments were splashed on the front pages of most Italian newspapers.

Lombardi said denying the Holocaust was bad enough when it was done by lay people "but even more grave when it comes from the mouth of priest or a bishop, a Christian minister, whether he is united or not with the Catholic Church".

The same day Abrahamowicz made his comments about the gas chambers, Father Pierpaolo Petrucci, head of the SSPX branch in Rimini, said group members were still "shocked" the pope prayed with an Imam when he visited Istanbul's Blue Mosque in 2006.

"The Vatican still has not learned how to deal with controversial issues," said John Allen, a columnist for the National Catholic Reporter.

Traditionalists reject most of the teachings of the 1962-1965 Second Vatican Council, which brought the Church into the modern world.

One of its major documents, "Nostra Aetate" (In Our Times) repudiated the concept of collective Jewish guilt for Christ's death and urged dialogue with all major religions.

Analysts say Benedict will have a tough time getting a pledge of loyalty from the traditionalist leaders to the Second Vatican Council, whose teachings have been accepted by nearly all of the 1.1 billion-member Church.

A few months ago, Rev. Franz Schmidberger of the SSPX German branch said in a letter that Jews could not be considered "our elder brothers in faith" - the tribute Pope John Paul II used when visiting Rome's Synagogue in 1986.

Schmidberger, a top SSPX leader, said today's Jews would be "complicit in deicide" - the killing of God - until they rejected "their forefathers' guilt" by accepting Christ as God and being baptised.

REUTERS 30-01-2009

GAY VATICAN PRIEST

FATHER MARC GENSBITTEL ON GERMAN TV

3/11/2009
Another SSPX Priest on German TV

Last Thursday evening (05/03/2009) Father Marc Gensbittel, prior of the Society of St. Pius X church in Rheinhausen, Gemany appeared on TV Südbaden to discuss the Second Vatican Council.

A few weeks prior to this TV show, Father Matthias Gaudron, also of the Society St. Pius X appeared on another German TV show with Johannes B. Kerner to discuss the current situation surrounding remarks made by Bishop Williamson and also the current status of the Society.

For those of you who can speak German, here is the link to the TV Südbaden show with Father Marc Gensbittel which was aired on Thursday evening (interesting discussion but I'm afraid the program has been significantly shortened).

To view the program please follow the link: http://www.tv-suedbaden.de/default.aspx?ID=3865

TRADITIONAL CATHOLIC NETWORK 3/11/09

PATER MARC GENSBITTEL


Lang löst Gensbittel ab
Wechsel in der Leitung des Priorats St. Michael in Rheinhausen

Prior Marc Gensbittel (links) hat Rheinhausen verlassen. Sein Nachfolger im Priorat St. Michael ist Prior Peter Lang. Foto: Michael haberer
.
RHEINHAUSEN. Nach 13 Jahren hat Pater Marc Gensbittel das Priorat St. Michael in Rheinhausen verlassen. Der 44-Jährige übernimmt nun das deutlich größere Priorat in Saarbrücken. An seiner Stelle leitet Peter Lang das Priorat. Dieser hat sein Amt schon am 15. August angetreten.

Als am Dienstag Gensbittel mit einem Hochamt in der Kirche St. Michael verabschiedet wurde, waren viele Gläubige gekommen, um ihm für seine Arbeit zu danken. Bei einem festlichen Ausklang nach dem Gottesdienst betonte Gensbittel, welche Frömmigkeit der Gläubigen er hier erleben durfte. Auch Bürgermeister Jürgen Louis war gekommen, um sich bei Gensbittel für seine Arbeit zu bedanken. Gensbittel betonte, wie zuvorkommend die Pius-Brüder in Rheinhausen aufgenommen worden seien. Nur deshalb sei man das Wagnis eingegangen, eine eigene Barockkirche in Rheinhausen zu bauen.

Der neue Prior aus einer bayrischen Gemeinde nahe Memmingen bezeichnet sich als "Spätberufener". Nach dem Beginn der Berufslaufbahn als Bauingenieur trat er mit 27 Jahren in das Priorat Saarbrücken ein. Nach sechs Jahren Studium war er über 18 Jahre Prior, bis der heute 57-Jährige ins Priorat Stuttgart wechselte, wo er eine Art "Wirtschaftsminister" für den Distrikt gewesen sei. Sein erstes Ziel sei es, das Priorat in Rheinhausen so am Leben zu erhalten wie bisher. Das Priorat St. Michael betreut auch Kapellen in Freiburg und Offenburg. Ein Ziel sei es, für die Pius-Gemeinde in Freiburg eine bessere Stätte zu finden. Er wisse, dass ihn dort mit Erzbischof Robert Zollitsch eine große Herausforderung erwarte. Er habe gespürt, dass die Menschen hier tief katholisch seien, so Lang, und es sei seine Aufgabe, die Position der Pius-Brüder gegenüber Zollitsch darzustellen. Die Pius-Brüder hätten ja nichts Neues erfunden, sagt Lang. Und der Weg von Zollitsch sei nicht der katholische Weg der Vergangenheit. Der Erzbischof kreiere ein "religiöses Wohlbefinden" und das reiche eben nicht, so Lang.

BADISCHE ZEITUNG 6-09-2010 

LEVÉE D'EXCOMMUNICATION DES ÉVÊQUES LEFÈBVRIENS

Levée de l’excommunication des évêques de la Fraternité Saint Pie X

Par LuNa le samedi 24 janvier 2009, 13:27 - Vie de l'Église - Lien permanent

Nous reprenons ci-dessous le communiqué publié ce samedi par la salle de presse du Saint-Siège concernant la levée par le pape Benoît XVI de l'excommunication des quatre évêques de la Fraternité sacerdotale Saint Pie X : Mgr Bernard Fellay, Mgr Tissier de Mallerais, Mgr Richard Williamson et Mgr Alfonso de Gallareta, consacrés sans mandat pontifical par Mgr Lefebvre en 1988.


* * *

 Le Saint-Père, à la suite d'un processus de dialogue entre le Siège Apostolique et la Fraternité Sacerdotale Saint Pie X, représentée par son Supérieur Général, S.E. Mons. Bernard Fellay, a accueilli la requête formulée à nouveau par le dit Prélat, dans une lettre du 15 décembre 2008, également au nom des trois autres Evêques de la Fraternité, S.E. Mons. Tissier de Mallerais, S.E. Mons. Richard Williamson et S.E. Mons. Alfonso de Gallareta, de lever l'excommunication qu'ils avaient encourue il y a vingt ans.

 A cause, en effet, des consécrations épiscopales réalisées, en date du 30 juin 1988, par S.E. Mons. Marcel Lefebvre, sans mandat pontifical, les quatre Prélats mentionnés avaient encouru l'excommunication latæ sententiæ, prononcée formellement par la Congrégation pour les Evêques en date du 1er juillet 1988.

 S.E. Mons. Bernard Fellay, dans la lettre citée ci-dessus, manifestait clairement au Saint Père que : « Nous sommes toujours fermement déterminés dans la volonté de rester catholiques et de mettre toutes nos forces au service de l'Eglise de Notre Seigneur Jésus-Christ, qui est l'Eglise catholique romaine. Nous acceptons ses enseignements dans un esprit filial. Nous croyons fermement au Primat de Pierre et à ses prérogatives, et c'est pour cette raison que la situation actuelle nous fait tant souffrir ».

 Sa Sainteté Benoît XVI, qui a suivi depuis le début ce processus, a toujours cherché de résorber la fracture avec la Fraternité, en rencontrant même personnellement S.E. Mons. Bernard Fellay, le 29 août 2005. A cette occasion, le Souverain Pontife a manifesté la volonté de procéder par étapes et en des temps raisonnables sur ce chemin et maintenant, bénignement, avec sollicitude pastorale et miséricorde paternelle, par le Décret de la Congrégation pour les Evêques du 21 janvier 2009, lève l'excommunication qui pesait sur les dits Prélats. Le Saint Père a été inspiré dans cette décision par le souhait que l'on arrive au plus vite à la complète réconciliation et à la pleine communion.

FERNANDEZ-KROHN SE DÉVOILE


DH.BE

© Didier Bauweraerts

Blanchi pour son attentat raté contre Albert II, il parle

 BRUXELLES Impressionnant de croiser (en liberté) Juan Fernandez-Krohn. Drôle de type.

 Il y a vingt ans le 12 mai 1982 Fernandez-Krohn alors armé d'une baïonnette fendait la foule pour sauter sur Jean-Paul II en visite de béatification à Fatima.

En février 1996, il balançait des cocktails Molotov à Bruxelles sur le siège de l'organisation basque Herri Batasuna.L'an passé, ce n'était plus le pape mais Albert II... qu'il avait confondu car il souffre d'hypermétropie avec le roi Juan Carlos. Faits pour lesquels son avocat vient d'obtenir le non-lieu...

 Alors, hier, Juan Fernandez-Krohn revient sur son passé. Fondamentalement il ne regrette rien. Le pape continue de ne pas être son grand copain mais il ne regrette pas, au fond, de l'avoir manqué. `Ça me permet de dire que je n'ai pas de sang sur les mains. Fatima, c'était un acte d'hostilité contre le carcan clérical. La baïonnette, je me l'étais procurée aux Puces à la Porte de Clignancourt. Je ne le referais pas aujourd'hui mais je ne regrette pas non plus´.

 Condamné à 7 ans au Portugal, il en fait la moitié puis séjourne quatre ans en... monastère chez Mgr Lefebvre dans le Valais suisse à Ecône avant d'opter pour la Belgique en mars 1987. Place des Palais, l'an passé, il déjoue la sécurité pour foncer sur Albert II. L'objectif pourtant était bien Juan Carlos et pas le souverain belge. J''envisage d'ailleurs d'adresser par écrit mes excuses pour les désagréments au Roi des Belges. Je savais que Juan Carlos arrivait en Belgique. J'avais repéré les lieux. À la différence de l'attentat contre Jean-Paul II, je n'étais pas armé. Je me suis trompé de roi. Mon but, le 16 mai 2000, c'était interpeller bruyamment Juan Carlos sur un sujet tabou en Espagne, le décès de son frère Alfonso à Estoril en mars 1956. J'avais constaté qu'en Belgique, le roi des Belges avait accepté de lever un coin du voile sur sa vie privée, je veux parler de Delphine. Bon, j'ai raté mon coup. C'est comme ça! Puis j'ai un peu été malmené par la police. C'est le jeu´.

 M Fernandez-Krohn, êtes-vous fou?

Vous savez, en considérant que j'étais responsable de mes actes, la justice belge m'a délivré un certificat de bonne santé mentale....

Ça vous a surpris?

Personnellement, je n'avais pas beaucoup de doutes. J'aime assez une phrase qui figure dans l'expertise mentale et me colle les étiquettes d'illuminé, d'excentrique et de fanatique. Un journaliste a parlé, lui, de `semeur de panique...´ Un peu comme ce tableau de Goya où l'on voit un géant dans une foule en débandade...

Vous identifiez-vous aux entarteurs du style Noël Godin ?

Rien à voir...

 Jean-Paul II... Juan Carlos... Jamais deux sans trois?

Je me suis engagé à renoncer à mes coups d'éclat... C'est définitivement fini...

 En Belgique... mais sur la planète?

C'est à voir. C'est vrai que je ne vois pas pourquoi je m'interdirais une future action publique non violente...

Friday, 3 September 2010

Don Luigi Moncalero al Gay Pride del 2000

O TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA?



João Paulo II acreditava ter protagonizado o terceiro segredo de Fátima

08.05.2010 - 09:09 Por João Manuel Rocha

Só na última das suas três visitas a Portugal, em 2000, se compreendeu plenamente a devoção de João Paulo II por Fátima. O mais andarilho dos Papas que a Igreja já teve acreditava piamente que o chamado "terceiro segredo de Fátima" se referia ao atentado que sofreu em Roma, em 1981, e que fora a intervenção miraculosa de Nossa Senhora que o salvara das balas de Ali Agca. O atentado de 1981 vai marcar a relação de João Paulo II com Fátima.

A devoção mariana do Papa Wojtyla já era conhecida, como mostrava a escolha da expressão Totus Tuus (Eu sou todo teu, aludindo a Maria) para lema do seu pontificado. Mas foi reforçada com o atentado: a data, 13 de Maio, como a primeira das aparições de 1917, e o conhecimento que já tinha do texto do terceiro segredo levaram João Paulo II a estabelecer uma relação entre a mensagem dos pastorinhos e o seu trajecto pessoal.

Depois de alvejado, ainda no hospital, pediu que lhe levassem o documento do segredo. Na interpretação das crianças, que o Vaticano referiu em 2000 ter sido então reiterada por Lúcia, o "bispo vestido de branco" era o Papa, que "cai por terra morto sob os tiros de uma arma de fogo". A visão do Inferno e o anúncio da devoção ao Coração Imaculado de Maria eram os segredos antes conhecidos.

O atentado vai marcar a relação de João Paulo II com Fátima, ponto obrigatório das três viagens que fará a Portugal, e influenciará calendários e itinerários. Na primeira, em 1982, logo à chegada ao Aeroporto de Lisboa, onde é recebido pelo Presidente da República, Ramalho Eanes, e pelo primeiro-ministro, Pinto Balsemão, no rescaldo de uma greve geral promovida na véspera pela CGTP, afirma ao que vem, logo após o beijo no solo com que inaugurava todas as suas primeiras visitas a um país: "Esta minha peregrinação tem um sentido dominante: Fátima. Seguirei depois um itinerário mariano." O mesmo dirá nesse mesmo 12 de Maio, no Palácio de Belém: "Encontro-me em Portugal em visita pastoral e, sobretudo, em peregrinação a Fátima."

Nessa noite, já no santuário, é alvo de uma tentativa de atentado com a baioneta de uma espingarda Mauser de 1914 empunhada por Juan Fernandez Krohn, um padre integrista que não reconhece a autoridade do chefe católico. "Vim para matar o Papa", confessou, segundo A Capital. Poucos dos 700 mil peregrinos calculados pelo jornal se apercebem.

Ao contrário do que sucedera com Paulo VI em 1967, desta vez não há razões políticas que abreviem a visita, que assume carácter de Estado e da qual apenas a UDP se demarca. O programa de quatro dias não dispensa a passagem pelos santuários marianos de Vila Viçosa, Fátima e Sameiro. As mensagens são pensadas para públicos específicos. Em Fátima confirma que, após o atentado de 1981, o seu pensamento "voltou-se imediatamente" para o santuário. No Alentejo defende salário justo para os trabalhadores da terra. Em Lisboa, as suas palavras privilegiam os jovens. Em Coimbra coloca na agenda a cultura. Em Braga aborda os problemas da família, o casamento e o aborto. No Porto, o tema é o mundo do trabalho, a crise e o desemprego.

Rígido na doutrina e avançado no campo social, João Paulo II deixa sinais do que seria uma marca da sua liderança: a busca de empatia com os jovens. A tarde de 14, no Parque Eduardo VII, com "talvez mais [gente] que em Fátima", foi, segundo o Diário de Lisboa, "sem dúvida, o clímax da viagem: uma multidão, onde predominava a juventude de escuteiros e guias, estendia-se até perder de vista, para além de uma zona de segurança". Em Coimbra, a 15, soltará um "Olá malta", que faz títulos de jornal.

Nove anos depois da primeira visita, Wojtyla está de volta para uma visita que decorre entre 10 e 13 de Maio. Mário Soares ocupa o Palácio de Belém e Cavaco Silva está na chefia do Governo. Em Lisboa, no Estádio do Restelo, com prelados africanos, o Papa assinala os 500 anos de evangelização. Cai mal uma alusão à Indonésia como lugar de missionação portuguesa sem que seja acompanhada por qualquer referência à situação em Timor, já ignorada em ocasiões anteriores. A 11, o PÚBLICO escreve em manchete: "João Paulo II volta a esquecer Timor", o que obrigará a uma reacção. "Falei da evangelização que se fazia em Portugal, na época da colonização: são as ilhas das Flores e depois a de Timor", dirá o Papa à Rádio Renascença.

Numa visita catequética, com um roteiro que inclui Açores, Madeira e, necessariamente, Fátima, a agenda aborda temas como a missionação, a situação nos países de Leste, a emigração, a juventude e a espiritualidade mariana. Nas estradas que conduzem à Cova da Iria pedem-se aos peregrinos 20 escudos por um copo de água. No santuário, o Papa volta a lembrar o atentado de 1981.

Em 2000, a viagem tem um objectivo claro: a beatificação dos pastorinhos Jacinta e Francisco e, percebe-se depois, a revelação do segredo. Os anfitriões de Estado são desta vez Jorge Sampaio, como Presidente, e António Guterres, primeiro-ministro. Wojtyla volta, tal como nas vezes anteriores, a encontrar-se com Lúcia. A saúde do Papa é já débil e pressente-se o final de pontificado. "Parece querer estar a "arrumar as gavetas", despedindo-se dos lugares que lhe são queridos, das devoções que mais lhe tocam, dos objectos que mais significado lhe traziam", escreve o PÚBLICO.

SEGREDO REVELADO: PAPA FOI FERIDO EM FÁTIMA


O falecido Papa João Paulo II ficou ferido na sequência do atentado sofrido em Fátima a 12 de Maio de 1982, revela o seu antigo secretário pessoal Stanislaw Dziwisz num documentário a estrear hoje no Vaticano, com a presença de Bento XVI.

Vinte e seis anos após o incidente, o agora cardeal de Cracóvia, Polónia, conta que o padre espanhol Juan Krohn chegou mesmo a golpear o Santo Padre quando este se encontrava no Santuário de Fátima a agradecer a Nossa Senhora por ter sido poupado no atentado de 13 de Maio de 1981. “Posso agora revelar que o Santo Pai foi ferido. "Quando regressámos ao quarto havia sangue, resultado do ferimento”, revela Stanislaw Dziwisz no documentário televisivo ‘Testemunho’, baseado no livro de memórias do homem que acompanhou João Paulo II durante quase 40 anos.

Em todos os relatos até agora conhecidos, nunca se falou da existência de um ferimento provocado pela baioneta de 37 centímetros com que Krohn tentou assassinar João Paulo II. O facto de o Sumo Pontífice ter continuado a sua visita a Portugal como se nada tivesse acontecido ajudou a perpetuar o segredo por mais de duas décadas. Além desta revelação, são contados pormenores sobre os últimos dias de vida de João Paulo II.

OUTRAS NOTAS

VATICANO, 1981

João Paulo II sofreu o primeiro atentado a 13 de Maio de 1981 na Praça de S. Pedro, no Vaticano, tendo sido alvejado pelo turco Ali Agca.

FÁTIMA, 1982

O Papa atribuiu a Nossa Senhora de Fátima o milagre de ter sobrevivido ao primeiro atentado. Um ano depois, durante a sua visita ao Santuário, foi golpeado por um padre espanhol.

KROHN REPETE ATENTADO

Condenado a sete anos de prisão, Krohn apenas cumpriu três. Em 2000, o espanhol foi detido em Bruxelas por ter tentado assassinar o rei Alberto II.

Correio da Manhã

Thursday, 2 September 2010

NO ES CIERTO QUE HIRIESE A JUAN PABLO II EN FÁTIMA


El cura español acusado de intentar asesinar al Papa en 1982 se explica en su blog y dice que el ex secretario del Pontífice quiere tapar la situación polaca.

Juan Fernández Krohn, acusado de intentar matar al papa Juan Pablo II se explica en su blog, y dice que el ex secretario del Pontífice quiere tapar la situación polaca.

Krohn escribe primero, "para denunciar la flagrante y escandalosa hipocresía que se desprende de dichas declaraciones: si yo herí (levemente) -lo que no es cierto- a Juan Pablo II en Fátima, una cosa está clara y es que a mí -al contrario que al turco Ali Agca- nunca me lo perdonaría, ni antes ni después de mi liberación de la cárcel portuguesa".

Segundo, para "mostrar mi gran extrañeza que sea precisamente ahora cuando el citado prelado polaco se decide a desvelar un secreto que habría mantenido guardado durante más de veinticinco años".

Además, Krohn acusa a la jeraquía eclésiastica y lanza una pregunta: "¿No será que lo que se pretende es desviar por todos los medios la atención de la opinión pública en su país, en estado de choque desde hace un año tras las revelaciones que altos miembros de la jerarquía eclesiástica polaca habrían servido en la Policía secreta del régimen comunista?".

La película

En contra de lo mantenido hasta ahora por el Vaticano, la película "Testimonio", basada en el libro "Una vida con Karol", del cardenal Stanislaw Dziwisz asegura que el sacerdote intentó matar en Fátima a Juan Pablo II con un cuchillo de grandes dimensiones cuando el Papa participaba en la procesión de la vigilia mariana.

La película se estrenará hoy en el Vaticano con la asistencia de Benedicto XVI, coincidiendo con el 30 aniversario de la elección de Karol Wojtyla como Papa, el 16 de octubre de 1978.

El cardenal Dziwisz, que fue durante 39 años secretario personal de Juan Pablo II, desvela los detalles de este suceso que se habían mantenido en secreto.

Según la versión oficial, el cura español fue detenido antes de lograr su objetivo.

"Había sangre"

Pero en la película se explica que el Papa, sin embargo, fue alcanzado, ya que cuando llegaron a una habitación del santuario de Fátima ''había sangre". No especifica más.

Juan Pablo II continuó su viaje a Fátima, sin darle importancia al caso y Krohn fue arrestado y tras varios años en prisión expulsado de Portugal.

Respuesta de Fátima

El Santuario de Fátima , en un breve comunicado, ha negado que tuviese conocimiento de que el Papa Juan Pablo II resultase herido durante su visita a Fátima, en mayo de 1982. El Santuario mariano informa de que fue sólo "a través de la comunicación social" que tuvo conocimiento de ese hecho.

You tube: No soy un fanático

En la primavera de 2008, veinticinco años después de su detención en Fátima, Krohn graba un vídeo casero en youtube en respuesta a un artículo del periódico El País: "La onda de la locura".

"Ni soy fanático ni nunca lo he sido; ni soy desgraciado, fui cura, lo soy (no lo sé, no como los otros), fui católico integrista, no creo que me definiría hoy así, sufrí un proceso de madurez, no me considero desgraciado por mucho que me hayan linchado los medios", comenta el cura.


JUAN KROHN'S ATTACK TO THE POPE: FILM BREAKS SECRECY


Juan Maria Krohn being arrested after another failure attack on the King of Spain in Brussells

Film breaks usual Vatican secrecy

AdvertisementFootage of the 1982 attack
By David Willey
BBC News, Rome

Previously unpublished details of an assassination attempt on the late Pope John Paul II in Portugal in 1982 have been revealed in a film based on the memoirs of the Pope's former private secretary.

In the film, due to be shown at the Vatican this week, the late Pope's aide Cardinal Stanislaw Dziwisz tells how a deranged priest drew blood when he tried to kill John Paul with a bayonet during a religious ceremony at the Fatima shrine.

Cardinal Dziwisz served as John Paul's private secretary for nearly 40 years, including all his 27 years as Pope, and is the cardinal of Krakow in Poland.

I was covering the event for the BBC from Portugal at the time of the attack, and reported immediately from Lisbon the rumours that there had been another attempt on the Pope's life.

It came exactly a year after a Turkish gunman, Mehmet Ali Agca, had shot and wounded the pope in Saint Peter's Square in Rome.

Attack denied

But that same evening, the Vatican formally denied there had been another assassination attempt.
The following day, Portuguese television broadcast footage of the attack.

It was carried out by a mentally unbalanced Spanish priest who was arrested after being jumped on by the Pope's bodyguard, Archbishop Paul Marcinkus.

Archbishop Marcinkus laughed this off when I asked him what had happened.

"You can't always believe what you see on television," he told me.

The Pope continued his trip without disclosing his wound.

Juan Maria Fernandez y Krohn was jailed for more than six years

The priest who carried out the attack, Juan Maria Fernandez y Krohn, was later tried and sentenced to over six years' imprisonment for his crime. He was then expelled from Portugal.

The Vatican has always been secretive about the health of a reigning pope, although the huge increase in media interest in Vatican affairs as a result of the long reign and foreign travels of John Paul II - which lasted more than a quarter of a century - has led to slightly greater transparency than in previous centuries.

The assassination attempt by Ali Agca in May 1981, which led to many months of hospitalisation for John Paul, took place in the full glare of international publicity.

The Pope was being driven through Saint Peter's Square in his Popemobile when he was shot.

Pope John Paul was rarely reticent about his subsequent health problems caused by the Turkish gunman, and once announced directly to the crowds in Saint Peter's Square that he was going into hospital for a check-up.

But the officials of the Vatican Press Office have always been excessively discreet about providing information about the pontiff's state of health.

Long decline

During the reign of Pope Paul VI, the only information that used to be given to the media was that the Pope was in good health - until he was actually dying.

The long, drawn-out decline in health and final illness of Pope John Paul II was evident to everyone.
During his final weeks, the Pope became unable to speak after a tracheotomy operation and struggled to say just a few words from the window of his private study overlooking Saint Peter's Square.

Security considerations in recent decades since the rise in terrorist threats against well-known international personalities also play a part in leading the Vatican Press Office to minimise the personal details it gives out about the pope's movements and his state of health.

Pope John Paul was hospitalised after being shot in Rome

Basically, the Vatican exercises strict control over news on practically everything that goes on inside the tiny city state.

When the commander of the Swiss Guard, the Pope's private army, was shot dead in 1998 inside his private Vatican apartment with his wife by a member of the Guard who then took his own life, very little information filtered out either at the time of the crime, or subsequently.

The Vatican's former official spokesman Joaquin Navarro Valls took pride, he once told me, in the fact that he believed about 80% of news about the Vatican published in the world's media came through his office.

Damage control, rather than public information, still seem to be the watchwords at the premises in the Via della Conciliazione just next to Saint Peter's Square, which houses the Vatican Press Office.

Here, accredited correspondents like myself have to swipe a personal identity card to gain admission and are subjected to strict rules about embargoes of papal speeches whose texts are issued in advance.

And enquiries about most subjects are usually answered with the Italian words "non risulta" - "we have no information".

POPE JOHN PAUL II INJURED




Pope John Paul injured in 1982 knife attack, says aide

Last Updated: Thursday, October 16, 2008 | 10:27 AM ET CBC News

Juan Fernandez Krohn lunged at John Paul with a bayonet in 1982 during a ceremony in the shrine of Fatima in Portugal. (Inacio Ludgero-Visao/Reuters) The late Pope John Paul II was wounded in a 1982 knife attack a year after an assassination attempt, but kept the injury secret, a top aide to the pontiff has revealed in a new documentary film.

The attack occurred on May 12, 1982, when Juan Fernandez Krohn lunged at John Paul with a bayonet during a ceremony in the shrine of Fatima in Portugal.

John Paul went to the shrine to give thanks for surviving a gunshot wound from Turkish gunman Mehmet Ali Agca in St. Peter's Square on May 13, 1981.

The Pope's bodyguards immediately tackled and arrested Krohn, an ultra-conservative priest from Spain.

In the film Testimony, which was to be aired Thursday night in the Vatican, Cardinal Stanislaw Dziwisz reveals that the pope was cut in the attack, but continued on his trip without disclosing the injury.

"I can now reveal that the Holy Father was wounded. When we got back to the room [in the Fatima sanctuary complex] there was blood," Dziwisz says in the documentary.

The film is a combination of documentary footage and recreations of scenes from life of the Pope, who was born Karol Wojtyla. It is based on the memoirs of Dziwisz, who served at the Pope's side for almost 40 years and is now the archbishop of Krakow.

Krohn was expelled from Portugal in 1985 after serving half of a six-year jail sentence. He was later sentenced to four months in prison in Belgium for resisting arrest after breaching security and approaching Spain's King Juan Carlos and Queen Sofia during a royal visit to the country in May 2000.

Krohn was acquitted of a separate charge of setting fire to the Brussels headquarters of Basque separatist group Herri Batasuna in 1996.

John Paul II died in April 2005 at age 85.

Read more: http://www.cbc.ca/world/story/2008/10/16/pope-attack.html#ixzz0yPEOq7rq